Páginas

domingo, 8 de janeiro de 2012

Hyundai ingressa na Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis

Marca se torna a segunda asiática a ingressar na entidade


A coreana Hyundai se juntará ao quadro da Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) a partir do próximo dia 1º de janeiro. A fabricante asiática se juntará a outras 17 montadoras de automóveis, caminhões e ônibus. A Assembleia Geral da ACEA aceitou a candidatura da marca em junho passado. A Hyundai será a primeira coreana e a segunda asiática, depois da japonesa Toyota, a se juntar à lista de membros da associação, formada predominantemente por construtores europeus.


Chang Kyun Han, presidente da Hyundai Motor Europa, afirmou que a marca coreana tem interesse em contribuir com o desenvolvimento da indústria automobilística dentro da União Europeia. A fabricante irá trabalhar em parceria com os outros membros para colocar em prática o projeto CARS 21 – abreviação para “Competitive Automotive Regulatory System for the 21st Century” –, que pretende consolidar tecnologias de eficiência energética e mobilidade urbana a partir de 2020.

Em agosto, o volume de vendas da Hyundai na Europa teve participação recorde para a marca, de 3,5%, com um total de 27.376 unidades comercializadas e alta de 18,3% em relação a agosto de 2010. No acumulado do ano até agosto, as vendas da Hyundai no continente totalizaram 264.941 unidades – outro recorde para a marca –, conseguindo assim uma participação de 2,9%.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Chrysler 300 Luxury Series: um verdadeiro carro de luxo

Nova versão do sedã quer provar que a marca norte-americana também entende de requinte e sofisticação.


Apesar de rivalizar diretamente com a trinca de sedãs executivos oriundos da Alemanha – leia-se Audi A6, BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E –, o Chrysler 300 quase sempre é esquecido quando o assunto é carro de luxo. A marca norte-americana quer combater a falta de tradição no segmento premium com a nova versão Luxury Series, que começa a ser vendida no mercado norte-americano no primeiro trimestre de 2012 e ficará abaixo apenas da topo de linha 300 SRT8.


A Luxury Series abusa do bom gosto e da sofisticação para convencer o consumidor dos EUA que o 300 pode oferecer o mesmo grau de requinte dos correspondentes germânicos. Além disso, a Chrysler aposta no preço menor diante dos concorrentes.

De acordo com a marca do grupo Fiat, o nível de luxo presenciado na Luxury Series só é encontrado em carros que costumam custar duas vezes o valor da versão de entrada, US$ 40.125, cerca de R$ 75 mil, correspondente à configuração com tração traseira. Sem o mesmo nível de acabamento, o japonês Acura RL, por exemplo, parte de US$ 48.585, enquanto a Audi cobra US$ 42.575 pelo A6.

O esmero que caracteriza a versão começa já no exterior. A pintura recebeu um tratamento perolado especial e detalhes como maçanetas, grade dianteira e espelhos retrovisores foram trabalhados com cromado polido. É o mesmo material que também está presente nas rodas de 20 polegadas da nova versão.

Por dentro, a sofisticação foi beneficiada pela aquisição da Chrysler pelo grupo Fiat. O couro Potrona Frau, presente no painel de instrumentos, console central e painéis laterais, é o mesmo utilizado por modelos de marcas como Maserati e Alfa Romeo. Os apoios de braços laterais e centrais foram revestidos com couro especial Nappa, e o volante ganhou recobrimento com couro em dois tons. O acabamento do interior ainda conta com madeira natural Pore Mocha.

As configurações da Luxury Series equipadas com tração integral dispõem ainda da badalada transmissão automática de oito velocidades, oferecida pela primeira vez no mercado norte-americano por um modelo do segmento. O câmbio é acoplado a um propulsor Pentastar V6 3.6 litros de alumínio, que entrega 292 cv de potência.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Novo Toyota Prius C ganha preparação esportiva

 Compacto híbrido derivado do Prius recebe visual mais musculoso e agressivo


Recém-lançado no mercado japonês, o híbrido compacto Aqua – que receberá a alcunha de Prius C no resto do mundo – já ganhou uma versão esportiva por lá. A preparadora oficial TRD – sigla para a divisão Toyota Racing Development, responsável por mexer nos carros de Toyota, Lexus e Scion – operou alterações visuais para deixar o modelo com ar mais agressivo e enérgico.


O Prius C ganhou rodas maiores, para-choques mais aerodinâmicos, saias laterais, spoiler na parte superior do vidro traseiro e difusor traseiro com ponteira de escapamento dupla. O aspecto mais musculoso é completado pelas alterações mecânicas na suspensão, que ganhou novas molas e amortecedores para ficar rebaixada e endurecida. O interior recebeu um exclusivo botão de partida TRD, com luz vermelha.

O motor não foi mexido pela TRD, mantendo a potência máxima de 99 cv quando o motor elétrico de 61 cv trabalha em conjunto com o propulsor a combustão de 1.5 litro de 73 cv. A preparadora oficial da marca japonesa não divulgou o preço que será cobrado pelo pacote esportivo. O Prius C “convencional” será vendido no Japão por 1,69 milhão de ienes, cerca de R$ 35 mil.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Renault forma joint venture com Dongfeng

A parceria permitirá que os carros da francesa sejam produzidos na China e tenham seus preços reduzidos.


Para reduzir o preço de seus carros no mercado chinês, a Renault irá assinar um contrato com a Dongfeng, formando uma joint venture com a chinesa. Com isso, os carros da francesa serão fabricados na China pelas unidades da joint venture formada pela Nissan e pela Dongfeng.


A decisão se deu devido ao mau desempenho das vendas da Renault na China. O mercado chinês passa por um momento de alta demanda por veículos. Analistas preveem que o mercado deve continuar aquecido assim pelo menos até a próxima década. Por isso, muitas marcas automotivas estão tentando aumentar o número de unidades fabris no país.

Comparada com o grupo francês PSA Peugeot Citroën, a Renault teve um desempenho fraco, e isso se deve a dois motivos. Um deles é o fato de a Renault está na China há, relativamente, pouco tempo, enquanto Citroën e Peugeot já estão no país há quase de 20 anos.

Outro fator é preço elevado dos carros da marca. Como a Renault não tem fábrica no país, os carros vendidos na China são importados, o que aumenta o custo das unidades e acaba impossibilitando o desenvolvimento de modelos específicos para o mercado chinês.

Mas essa situação está prestes a mudar. A Renault irá formar uma joint venture com a estatal Dongfeng Motors Company. A chinesa faz parte de outras joint ventures. Ela já tem parceria com Cummins, Dana, Honda, Kia, Nissan, PSA Peugeot Citroën e com a Yulon, de Taiwan.

Os carros serão fabricados nas unidades da joint venture formada pela Nissan com a Dongfeng. Mas como serão vendidos com o logo da Renault e em concessionárias da francesa, é preciso formar a parceria com a empresa estatal para obter a aprovação do governo para a produção.

A Renault ainda não informou quais modelos serão produzidos no país. Os modelos dependem do posicionamento que a marca decidirá ter no mercado chinês. Ela pode optar por modelos mais simples, como o Twingo e o Clio, ou até com modelos da Dacia; ou pode buscar seu espaço no mercado dos médios, com o Koleos, o Laguna e o Latitude (os três já são vendidos na China).


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Novo Dodge Dart 2013 substituirá o Caliber

O novo modelo será apresentado no Salão de Detroit em 2012


O fim do Caliber foi anunciado para novembro, mas chegou, de fato, em dezembro quando a última unidade do crossover saiu da fábrica da Dodge em Belvidere, Illinois. Para substituí-lo, será lançado o Dodge Dart 2013.


O modelo, lançado em 2006, foi o primeiro da marca a ter controle de tração com distribuição inteligente de torque. Mesmo assim, ele não chegou a ser um grande sucesso de vendas.

O recorde de vendas aconteceu em 2007, quando foram comercializados 101.079 Caliber, porém, os índices baixaram ano a ano e, nos primeiros 11 meses de 211, apenas 33.632 unidades foram vendidas.

Antes mesmo de o Caliber chegar ao fim da trajetória, a Chrysler já planejava o compacto que substituirá o crossover. Assim, ela desenvolveu um novo Dodge Dart, que será lançado em 2012 como modelo 2013 e ocupará o lugar do Caliber na linha de montagem na unidade fabril de Belvidere.

O Dodge Dart 2013 terá como base um chassi adaptado do Alfa Romeo Giulietta europeu.

Fotos liberadas pelas Chrysler revelam melhoras significativas tanto no interior como no exterior. O carro contará com lanternas de LED ocupando toda a largura da traseira e terá como opcional um sistema de entretenimento com tela sensível ao toque, como nos modelos maiores da marca.

A fabricante também anuncia uma suspensão independente de aço de alta resistência, que fará do Dart um carro divertido de se dirigir.

Como a motorização do Caliber decepcionou alguns críticos, a expectativa é de que o Dart 2013 tenha opções um pouco mais “empolgantes”. O carro será lançado no Salão de Detroit em janeiro de 2012 e deve ser equipado com motor 2.0 e 2.4 com quatro cilindros.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Fábrica de utilitários do grupo Volkswagen continua com capacidade máxima

Unidade eslovaca da Volkswagen manterá regime de trabalho contínuo para atender demanda crescente por Touareg, Audi Q7 e Porsche Cayenne.


A fábrica da Volkswagen na Eslováquia vai manter o regime de produção contínua para atender à demanda crescente pelos utilitários esportivos do grupo alemão. A fábrica eslovaca trabalha de forma incessante desde setembro de 2010 e voltaria à escala normal ao fim de 2011, mas optou por manter o ritmo acelerado por pelo menos mais seis meses.


À exceção de um feriado local no dia 16 de janeiro, a unidade industrial localizada na capital Bratislava ficará ativa até o dia 30 de junho, sem qualquer interrupção programada. A unidade do Leste Europeu produz os utilitários Volkswagen Touareg, Audi Q7 e Porsche Cayenne.

Em 2010, a linha de produção entregou 144.500 veículos. A previsão para 2012 ultrapassa as 400 mil unidades, já que a fábrica terá a capacidade aumentada e ficará responsável também pela produção de uma nova linha de modelos compactos do grupo germânico. Cerca de 99% do volume produzido atualmente é exportado, sendo 36% destinados à Alemanha e 19% para a China.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Novo Ford Mondeo flagrado em testes

Novo sedã médio-grande global da Ford é flagrado durante testes.


A chegada do novo Ford Mondeo é esperada para 2012. A apresentação do modelo está programada para acontecer no Salão de Detroit, em janeiro, onde ele será apresentado como Ford Fusion. Enquanto isso, o novo sedã médio-grande da Ford passa por testes e, durante um deles, acabou sendo flagrado pelas lentes do portal Infomotori. O Mondeo seguirá a tendência atual da marca do oval azul e será um modelo global.


O motor do novo sedã deve ser ECOBoost e usar a tecnologia ECOnetic, que faz dos carros da fabricante os não-híbridos mais eficientes do mercado europeu. A ECOnetic já estará disponível a partir de meados de 2012 no Focus e no Fiesta. Essa tecnologia faz parte da política da marca de reduzir em 30% as emissões e o consumo dos modelos até 2020.

Provavelmente a Ford oferecerá toda sua linha de motores no Mondeo, entre eles a versão 1.6 e 2.0 turbocharged com 4 cilindros e capacidade de gerar até 253 cv. Na Europa, há a possibilidade de a fabricante oferecer uma versão híbrida, além de versões a diesel.

O Mondeo 2013 é o primeiro da marca do oval azul a incorporar as linhas do Evos Concept (apresentado no Salão de Frankfurt em 2011), e, além do sedã, terá também variantes station wagon e notchback.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Lada Granta estreia no mercado russo com 20 mil encomendas

Sedã Granta marca nova fase da Lada na Rússia.


A Lada decidiu abandonar a imagem de fabricante de carros obsoletos como o sedã Laika, que teve sua produção descontinuada este ano. Agora, a marca russa decidiu concentrar suas apostas no Granta, três volumes de dimensões compactas que foi desenvolvido pela AvtoVAZ, proprietária da Lada, em joint venture com a francesa Renault.


O modelo teve sua produção iniciada na Rússia, e o sedã já acumula 20 mil pedidos, o que indica que o Granta tem grande potencial para o mercado local. A missão do carro é substituir o Kalina, produzido entre 2004 e 2011, em versões hatch, sedã e station. Portanto, é possível que o Granta ganhe outras variantes para compor uma família de modelos futuramente.

No mercado russo, o sedã compacto é oferecido com três versões de motorização, com propulsor 1.6 litro e níveis de potência de 80 cv, 90 cv e 98 cv. Uma versão 1.4 deve ser lançada já em 2012. Os preços começam em 5.500 euros e chegam a 7.200 euros, ou R$ 13.500 a R$ 17.500. Apesar de despojado, o modelo conta com airbags em todas as versões, além de ar-condicionado, trio elétrico e rodas de liga leve na topo de linha.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Subaru mantém tradição do motor boxer

Japonesa aposta nos cilindros contrapostos para melhorar dirigibilidade de seus carros.


 
O público japonês mal absorveu as novidades do Salão de Tóquio, realizado no começo deste mês, e já se prepara para o Tokyo Auto Salon, evento que toma conta da capital nipônica entre os dias 13 e 15 de janeiro. E a Subaru já divulgou suas atrações para o evento. O principal assunto discutido pela marca será a tecnologia boxer para os motores.


A marca da constelação é, ao lado da Porsche, a que mais aposta nos propulsores com cilindros contrapostos. Ao contrário de um motor com cilindros em linha ou em V, os blocos boxer têm pistões horizontais que trabalham paralelamente ao solo. Uma das apostas da fabricante japonesa é no centro de gravidade mais próximo ao chão, que melhora a dirigibilidade do veículo.

A Subaru usa a tecnologia em motores de 4 e de 6 cilindros, que equipam modelos como Impreza e Legacy. Em seu stand no Tokyo Auto Salon, a japonesa irá, em conjunto com a divisão esportiva STI, mostrar suas propostas mais recentes para os blocos em boxer. Entre elas, estarão versões conceituais trabalhadas pela STI, como o BRZ STI Concept e o Impreza G4 STI Concept.

As mudanças das versões STI incluem componentes adicionais em fibra de carbono, como capô e teto, rodas de 18 polegadas em alumínio, freios Brembo, amortecedores Bilstein e spoilers frontais, laterais e traseiros.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Toyota reestiliza o Land Cruiser no Japão

Modelo 2012 será apresentado oficialmente no próximo Salão de Bruxelas, em janeiro.


O Toyota Land Cruiser já chegou aos 60 anos de existência, com inúmeras versões e gerações – a série 40, de 1960, chegou ao Brasil como o icônico Bandeirante, fabricado por aqui até 2001. Agora, o utilitário esportivo, em sua série 200, ganha um facelift no Japão. As novidades incluem grade frontal modificada, para-choques maiores e mais envolventes e iluminação com leds diurnos nos faróis, além de sistema de áudio atualizado.


O Land Cruiser 200 2012 será apresentado oficialmente no próximo Salão de Bruxelas, entre os dias 12 e 22 de janeiro. Com tração integral, o utilitário tem sua gama de motores reforçada com um propulsor V8 de 4.6 litros e 318 cv de potência, acoplado a uma transmissão automática. O modelo reestilizado deve ser lançado ainda em 2012 na Europa e nos EUA. No Japão, os preços começam em 4,4 milhões de ienes, cerca de R$ 105 mil.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Rio é o carro da Kia mais vendido na China

 Lançado há apenas seis meses, compacto já desbancou o Cerato no mercado chinês.


Enquanto permanece distante do mercado brasileiro, o Rio segue conquistando participação em diversos países ao redor do planeta. A divisão chinesa da Kia divulgou o desempenho de vendas do compacto na China em 2011. Lançado por lá em julho, como K2, o modelo já vendeu 37.201 unidades até novembro, e as 12.790 emplacadas no mês passado o transformam no novo best seller da marca coreana por lá.


Em novembro, a Kia anotou 46.493 unidades no mercado chinês. Com 27,5% desse total, o Rio, vendido por lá nas carrocerias hatchback e sedã, ultrapassou o Cerato, batizado de Forte no mercado chinês. O sedã emplacou 11.572 unidades por lá, seguido pelo utilitário esportivo Sportage R, com 6.169 vendas.

No acumulado de janeiro a novembro, a Kia já havia emplacado 387.450 mil veículos no mercado chinês. A meta da marca coreana é chegar aos 430 mil veículos entregues na China este ano.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Lifan 320 DX sai por R$ 26.980

Clone chinês do Mini Cooper ganha versão mais acessível para mercado brasileiro.


Antes vendido em versão única por R$ 30.980, o clone chinês do Mini Cooper já pode disputar o consumidor brasileiro em outra faixa de preço. A nova versão de entrada DX do 320 chegou às 42 concessionárias da Lifan no país com preço promocional de R$ 26.980. O modelo não sofrerá aumento do IPI para importados por ser produzido no Uruguai.


Apesar de mais acessível, o 320 DX continua oferecendo lista de equipamentos abundante, na comparação com outros modelos que concorrem no mesmo segmento: airbag duplo, freios com ABS, direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico e faróis de neblina, entre outros itens. Em relação à versão seguinte, a ausência fica por conta das rodas de liga leve e das faixas decorativas na carroceria.

O motor é o mesmo 1.3 litro 16V a gasolina, com 88 cv de potência e 11,2 kgfm de torque máximo, acoplado a uma transmissão manual de cinco marchas. De acordo com a Lifan, o 320 DX atinge a velocidade máxima de 155 km/h. A marca oferece garantia de 3 anos ou 60 mil km. O DX está disponível nas cores amarelo, azul, branco, cinza, rosa, prata, preto e vermelho.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Mercedes-Benz SLS AMG Black Series terá 650 cv

Supra-sumo da esportividade dentro da casa de Stuttgart, versão Black Series será 50% mais cara.


Em setembro passado, Tobias Moers, chefe de desenvolvimento da AMG, confirmou com entusiasmo que a subsidiária da Mercedes, responsável por aumentar o desempenho dos carros da fabricante alemã, pretendia lançar uma versão Black Series do SLS AMG. Ou seja, uma versão mais potente de um carro já bastante envenenado. À época, a imprensa especulou que esta edição seria equipada com o propulsor V8 de 6.2 litros com potência aumentada de 571 cv para 608 cv.


Agora, o site alemão Autobild revela que o SLS AMG Black Series poderá ser ainda mais potente. De acordo com o portal, o V8 6.2 do modelo conseguirá entregar nada menos que 650 cv. Em parte, isso será possível graças ao peso cerca de 50 kg mais leve e às melhorias na aerodinâmica. Com a nova configuração do propulsor, a AMG espera reduzir o tempo de aceleração de zero a 100 km/h de 3,8 segundos para 3,5 s. A velocidade máxima sairia dos 317 km/h para alcançar 330 km/h.

A versão Black Series terá caráter de edição limitada, e deve chegar ao mercado europeu apenas em 2013. O superesportivo terá preço até 50% mais caro que a versão normal, que parte de 181 mil euros na Alemanha, algo em torno de R$ 336 mil. O cupê esportivo chega ao Brasil por US$ 388.500, cerca de R$ 722 mil, enquanto a versão roadster sai pela “bagatela” de US$ 407.900, ou R$ 758 mil.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Rio de Janeiro tira grandes poluidores de circulação

Carros que poluírem demais terão que regular o motor para obter o licenciamento. Em 2013, "Nota Verde" reduzirá IPVA dos modelos menos poluentes.


No Rio, carros de até cinco lugares que não se adequarem às normas de emissão de poluentes não serão aprovados na vistoria anual do Detran. A decisão é válida em todo o Estado do Rio de Janeiro e foi anunciada pelo Detran-RJ e pela Secretaria Estadual do Ambiente.


A expectativa é que pelo menos 10% da frota de carros desregulados sejam reprovados. Os donos desses veículos terão, então, um prazo de 30 dias para realizar a regulagem do motor para obter o documento de licenciamento.

Segundo Carlos Minc, secretário estadual do Ambiente, o teste de emissões já é feito nos carros de passeio, contudo, só ônibus e caminhões eram reprovados em caso de inadequação. Em 2012, o cenário muda, e a reprovação chega aos veículos menores.

Minc anunciou ainda a criação da "Nota Verde" para os carros novos. A partir dela, os carros mais eficientes no controle da emissão de gases terão desconto no IPVA. Segundo ele, a "Nota Verde" valerá para o ano de 2013.

O secretário ressaltou que 70% das emissões de poluentes atmosféricos provêm das chamadas fontes móveis (veículos, barcos, motos e até locomotivas), por isso a importância da retirada desses carros de circulação. Ele disse ainda que estuda a possibilidade de redução no IPVA de carros que poluam menos. Essa medida deve começar a valer no IPVA de 2013.

O presidente do Detran, Fernando Avelino, informou que veículos comprados em 2011 estarão isentos de vistoria em 2012. A primeira vistoria desses carros será só em 2013.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Honda espera crescer 40% em 2012

Depois de um 2011 complicado, a marca acredita na recuperação no ano que vem.


O ano de 2011 não foi muito bom para a Honda, que sofreu com a falta de suprimento de componentes para seus veículos causada pelo terremoto seguido de tsunami no Japão e pelas enchentes na Tailândia, o que atrasou a produção de alguns carros da marca. Mas a marca tem planos de grande crescimento em 2012, segundo altos executivos relataram.


Para John Mendel, vice-presidente executivo da Honda americana, o lema desse plano é seguir em frente com velocidade máxima, e as projeções de venda refletem esse pensamento. Em 2012, o objetivo da japonesa nos Estados Unidos, é que as vendas da Honda cresçam 23,5% e que as da Acura – divisão de luxo da fabricante – aumentem 40%.

Para alimentar esse crescimento, a Honda aposta em novos carros e picapes (inclusive em uma revisão do novo Civic), e na recuperação dos problemas ocorridos em 2011.

Tetsuo Iwamura, CEO da Honda americana contestou que, apesar de parecer um salto grande, as projeções não são irrealizáveis, porque o ano de 2011 teve resultados pouco satisfatórios devido aos problemas de disponibilidade de peças para a produção dos carros. Por isso, de acordo com ele, esse é um crescimento natural para a marca.

As mudanças a serem feitas no Civic podem parecer prematuras, mas foram decididas após o modelo ter recebido duras críticas de críticos e analistas. O carro não foi bem recebido nos Estados Unidos, onde sempre fez sucesso, e lidera a lista feita pelo portal CNNMoney.com dos carros que “fracassaram” em 2011.

Mesmo com os problemas de 2011, Iwamura se diz confiante de que a Honda irá recuperar seu share de mercado com a força de seus novos modelos.

A prova de fogo será no Salão de Detroit, em janeiro, quando será dada uma prévia do que a marca reserva para 2012 e serão mostrados 3 modelos da Acura, entre eles o sucessor do legendário esportivo NSX. Um conceito da próxima geração do Honda Accord, sedã médio mais vendido da marca, também pode ser apresentado no evento.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Edição comemorativa do Chevrolet Camaro com 664 cv

 A versão foi feita para comemorar os 20 anos da preparadora Hennessey Performance.


Para comemorar seu 20º aniversário, a preparadora norte-americana Hennessey Performance – capaz de “tunar” praticamente qualquer coisa de quatro rodas – criou uma edição limitada do Chevrolet Camaro com apenas 20 unidades (uma para cada ano de existência da Hennessey) e um motor de 664 cv.


O Camaro HPE650 é equipado com um motor V8 de 6.2 litros supercharged que entrega 664 cv, bem acima dos 588 cv do propulsor original do modelo. De acordo com a preparadora, o carro cumpre o zero a 100 km/h em 3.7 segundos. Esses números são possíveis graças a um turbocompressor, um escape maior, injetores de combustível maiores, um computador do motor reprogramado, eixos de comando novos e cabeçotes revistos.

Os interessados poderão escolher entre a versão cupê e a conversível e entre o câmbio automático e o manual, mas não têm opção no acabamento. Todos os 20 HPE650 serão pretos com revestimento interno da mesma cor.

Para complementar o visual, o carro ganhou rodas Hennessey de 20 polegadas, placa com numeração seqüencial da unidade e emblema do aniversário da preparadora. Também são novos os difusores de ar, a cobertura do motor, as saias laterais e a altura da suspensão, que ficou 2,54 cm mais baixa que a versão original.

O preço inicial da versão cupê é US$ 79.500 – cerca de R$ 147.774 – enquanto o modelo conversível não sai por menos de US$ 84.500 – aproximadamente R$ 157.068.







Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Honda: 1.400 carros danificados por enchentes na Tailândia serão destruídos

Fabricante descarta reparar os modelos encharcados e opta pela destruição total das unidades afetadas.


A Honda anunciou que irá destruir um lote de cerca de 1.400 carros zero km que ocupavam um pátio da fábrica de Ayutthaya, na Tailândia. Os veículos, incluindo o hatch Brio e o sedã City, foram atingidos pelas inundações frequentes que afetam a produção da marca japonesa no país desde outubro. As piores enchentes dos últimos 70 anos no país asiático também causaram prejuízos com maquinário e instalações.


A notícia foi recebida com alívio nos bastidores, já que concessionários da Honda em diferentes mercados do globo temiam que a fabricante pudesse tentar reparar os veículos afetados, causando problemas com os futuros proprietários após a venda dessas unidades. De acordo com a fabricante japonesa, essa hipótese sequer foi considerada. A destruição será total – apenas componentes e peças em bom estado serão removidos dos carros e utilizados posteriormente.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Opel comemóra 150 anos em 2012

A Opel celebra 150 anos de existência em 2012. Uma trajetória que começou com... máquinas de costura.


Em 2012, a Opel chega aos 150 anos de existência. Fundada por Adam Opel em 1862, tendo por base a oficina de ferreiro do pai de Adam, em Rüsselsheim, na Alemanha, a empresa começou fabricando máquinas de costura.


Mais tarde, começou a comercialização de bicicletas, com o lançamento, em 1886, da primeira Velociped, modelo que se tornou bastante popular. Das bicicletas aos motociclos foi um curto trajeto, até que, em 1899, se iniciou a produção de automóveis, negócio que até hoje se mantém como foco principal da companhia.

O primeiro modelo foi apresentado em 1902, um Lutzmann com motor 10/12 cv. Quatro anos mais tarde, são mais de mil os Opel que saem da linha de produção e, em 1914 a Opel já é a maior fabricante do segmento automóvel da Alemanha, lugar que conseguiu através de best-sellers como o Doktorwagen (1909) e o Puppchen (1914).

Em 1924, surge o Laubfrosch, que inaugura a história da linha de montagem automatizada da Opel, seguido do recorde mundial de velocidade em terra, alcançado em 1928, com um Opel Rak, propulsionado a foguete, que atingiu os 238 km/h. Um ano depois, a Opel aventura-se nos céus com o Opel-Sander Rak1, o primeiro avião-foguete tripulado da história.

Depois do colapso da economia mundial em 1929 e da fusão com a GM, a Opel apresenta, em 1936, o Kadett, que originou uma linhagem que se estende até aos dias de hoje através de várias gerações de Kadett e Astra. Nesse ano, a Opel foi a maior fabricante da Europa, com uma produção anual superior a 120 mil automóveis. Depois da Segunda Guerra Mundial, surgem modelos como Rekord, Olympia Rekord, Rekord P1 e Kapitän, associados à recuperação econômica da Alemanha no pós-guerra. Em 1962, no seu centenário, a Opel inaugura a segunda fábrica da marca, em Bochum, onde começa a produção da segunda geração Kadett.

Em 1971 sai da linha de montagem o Opel número 10 milhões. Georg von Opel quebra o recorde de velocidade com propulsão elétrica, ao atingir 188 km/h. Um ano depois a marca lidera o mercado alemão, com mais de 20% de participação.

Na década de 1980, a Opel introduz o catalisador dos gases de escape nos seus modelos que passam a contar com esta tecnologia de série a partir de 1989. A década seguinte traz consigo o Frontera e uma nova unidade de produção, em Eisenach, na ex-Alemanha de Leste, em 1992. Na segunda metade dos anos 90 surge o Corsa e a década fecha com a entrada em cena da primeira geração do Zafira, em 1999. Com o lançamento do Insignia em 2008, a Opel apresentou uma nova filosofia de design, que continuou nos recém-lançados Astra e Zafira Tourer.

Atualmente, a Opel e a sua congênere britânica, a Vauxhall, comercializam automóveis em mais de 40 países e empregam cerca de 40 500 pessoas. Possuem fábricas e centros de engenharia em seis países europeus e comercializaram, em 2010, mais de 1,1 milhões de automóveis e comerciais ligeiros, alcançando uma quota de mercado de 6,2% na Europa.

No Brasil, a marca é conhecida por ter fornecido diversos modelos que foram vendidos por aqui sob o emblema da Chevrolet, como os clássicos Kadett e Monza, nos anos 1980 e início dos 1990, e os mais recentes Corsa, Astra e Zafira. Por enquanto, a marca alemã só está presente na América Latina por meio do mercado chileno, onde se prepara para começar as operações no primeiro semestre de 2012, vendo as versões europeias de Corsa, Astra, Astra Sports Tourer, Meriva, Insignia e Insignia Sports Tourer.





Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Briga pelo mercado de veículos leves fica mais acirrada

Avanço de novos players diminui a concentração das vendas


O ano passado foi de transformação para o mercado automotivo brasileiro. O aumento da renda da população mudou as preferências de consumo de veículos e os importados ganharam força. Estimulado por esse cenário, o mercado interno evidenciou uma mudança que, até então, acontecia lentamente: a pulverização das vendas diante da variedade cada vez maior de marcas.


As quatro maiores montadoras instaladas no Brasil (Fiat, Volkswagen, General Motors e Ford, em ordem de volume de vendas) chegaram a deter mais de 80% dos emplacamentos em passado recente. Em 2010 esse número já havia caido para 73,6%. Ao longo de 2011 todas as quatro registraram quedas porcentuais das vendas, entregaram significativos 4,3 pontos e viram o market share cair para 69,3%. Nessa movimentação, quem mais perdeu espaço foi a General Motors, que entregou 1,3 pp e ficou com 18,4%. Logo atrás está a Fiat, com menos 1,07 pp e 21,7% de participação, e a Volkswagen, com redução de 1,03 ponto, para 19,9%.

Entre as 10 marcas que mais vendem no Brasil (Fiat, Volkswagen, GM, Ford, Renault, Hyundai, Toyota, Honda, Citroën e Peugeot, nesta ordem), só três (Renault, Hyundai e Citroën) tiveram crescimento sobre 2010, todas as outras registraram desempenho negativo. Em 2010 as dez marcas mais vendidas concentravam 93,6% dos emplacamentos. O porcentual foi reduzido em 4,6 pontos no ano passado, para 89%.

Afetada pelos problemas na matriz japonesa, a Honda viu as vendas despencarem 26,5%, teve perda expressiva de mercado, de 1,09 ponto, e caiu da sexta para a oitava posição no ranking, com 2,7% de share. Já a Toyota perdeu espaço menor, de 0,09 ponto, mas ainda assim ganhou uma posição e ficou em sétimo lugar, com 2,9% do mercado.

A Peugeot também anotou saldo negativo, com redução de 0,2 pp no market share, que passou para 2,51%. A marca trocou de lugar com a parceira Citroën, que teve um pequeno ganho de 0,1 ponto e assumiu a nona posição em vendas, com 2,63%.

Destaques

Enquanto as marcas mais tradicionais tentam se adaptar em um mercado com mais competição, outras montadoras ganham força. Quem mais conseguiu ganhar terreno em 2011 entre as 10 primeiras do ranking foi a Renault, que viu as suas vendas crescerem 21,2% ao longo do ano. A francesa abocanhou 0,8 pp de participação e chega mais perto da Ford, com 5,6% de market share. A Hyundai também conquistou bons resultados, com uma fatia do mercado 0,17 ponto maior, de 3,3%. Os emplacamentos da marca sul-coreana aceleraram 8,4%.

Já a Kia e a Nissan foram as que registraram os maiores crescimentos nas vendas, com consequente avanço em participação. A primeira ampliou os emplacamentos em 41,7%, para 77,1 mil unidades e abocanhou mais 0,6 ponto de market share, para 2,2%. A Nissan acelerou as vendas em 87,5%, com 67,2 mil veículos, e quase duplicou a participação de mercado, para 1,6%, graças especialmente ao lançamento de carros mais baratos, como o compacto March.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Automóveis: confira os lançamento mais importante de 2011 no Brasil

Lançamentos de 2011 no Brasil.



É verdade que algumas coisas não mudaram. A Fiat continua líder de mercado e o Volkswagen Gol mantém o título de carro mais vendido do Brasil. Mas o cenário de 2011 foi certamente, bastante diferente do que aconteceu em 2010. As manchetes não foram ocupadas apenas pela invasão dos carros chineses ou pela guerra do IPI contra os importados. O ano de 2011 também foi marcado por uma série de lançamentos importantes, que aumentaram ainda mais a diversidade de modelos à disposição do consumidor brasileiro.

                               Audi A1

Os números em todo o mundo mostram que a Audi está na melhor fase de sua história. No Brasil, não é diferente. Mas, se na Europa a Audi está no auge do seu prestígio, por aqui ainda tenta reforçar o seu “status” – abalado desde 2006, com o encerramento da produção local do A3 em São José dos Pinhais, no Paraná. Para tentar resgatar o carisma no mercado local, a Audi precisa reafirmar o requinte e a exclusividade de seus produtos. Ou seja, não pode usar o preço como grande apelo de vendas. Mesmo no seu carro mais barato, o compacto A1, a tática não muda. Ele sai de R$ 89.900, mas pode superar os R$ 110 mil com opcionais. Algo considerável para um carro do porte de um Volkswagen Polo – alíás ele é feito na plataforma do Polo europeu.

                               Chevrolet Cobalt

O novo sedã compacto da marca foi totalmente desenvolvido no Centro Tecnológico da General Motors em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, mas deverá ser produzido em outros três países e vendido na Europa, África, Oriente Médio e América do Sul. No Brasil, veio para ocupar os lugares dos esquecidos veteranos Astra sedã e Corsa sedã – o Classic, sedã básico ainda mais veterano mas bom de vendas, continua em linha. De acordo com a fabricante, o Cobalt é voltado para a classe média que melhorou de vida e não se contenta mais com os modelos 1.0 litro, e tem preços entre R$ 39.980 e 45.980.

                               Chevrolet Cruze

O Cruze também aposta nas soluções globais para aumentar a competitividade da GM na maior quantidade possível de mercados ao redor do planeta. O novo sedã médio da gravata dourada teve a plataforma projetada na Alemanha, foi desenhado na Coreia do Sul, tem motor húngaro e agora é produzido em São Caetano do Sul, no ABC Paulista – como já ocorre em outras nove unidades da General Motors mundo afora. A missão do sedã no Brasil é clara: brigar com os rivais japoneses Honda Civic e Toyota Corolla, como já acontece em outros palcos, como Estados Unidos e Ásia.

                               Citroën C3 Picasso

Lançado em maio, o C3 Picasso vem aumentando suas vendas sem afetar muito o desempenho do Aircross, a versão aventureira que chegou primeiro. O C3 Picasso segue a lógica comum aos monovolumes compactos urbanos. Tenta minimizar a escassez de espaço inerente aos compactos com um habitáculo de altura bem elevada, de fácil acesso e que amplia a sensação de conforto. Com seu estilo moderno e “clean”, o C3 Picasso aparenta ser menor que o Aircross, mas, adereços à parte, a carroceria dos dois modelos é praticamente a mesma. Na lista de concorrentes do francês estão Volkswagen SpaceFox, Chevrolet Meriva, Nissan Livina, Fiat Idea e Kia Soul.

                               Fiat Freemont

Hoje em dia, para vender carros, as fabricantes tentam atender mais o desejo do consumidor do que suas reais necessidades. É o que os departamentos de marketing gostam de chamar de “aspiracional” – ou seja, a opção de oferecer ao cliente um modelo que represente o estilo de vida que ele quer ter, mesmo que não seja algo realmente adequado e prático ao seu cotidiano atual. Mas não é só quem compra carro que sonha ser algo diferente do que é. As marcas também têm “sentimentos” parecidos. É o caso da Fiat. Depois de 35 anos no Brasil, a empresa italiana – fortíssima no segmento de compactos – começa a ir atrás do seu desejo de ser mais requintada. E o maior expoente dessa proposta é o recém-lançado Freemont. E, principalmente, a versão Precision do utilitário esportivo. Que, não por acaso, é o carro mais caro que a Fiat já vendeu no Brasil. O preço inicial é de R$ 86 mil.

                               Fiat Palio

A Fiat adiou enquanto pôde. Mas a segunda geração do Palio era inevitável. Em 15 anos de mercado, o modelo manteve uma média invejável de 14 mil vendas mensais. Mas depois de quatro face-lifts, a idade pesou: no último ano, a média caiu para perto de 9 mil unidades/mês. Mas a substituição não é simples. É preciso movimentos muitos estudados para renovar totalmente um carro sem perder o mercado já conquistado nem provocar “fogo amigo” em modelos da mesma marca, como Punto e Uno, que trafegam em segmentos muito próximos. O posicionamento dessa segunda geração é exatamente entre os dois outros compactos da Fiat. Inclusive esteticamente. Os preços começam em R$ 30.990 – versão Attractive 1.0 – e chegam a R$ 42.490 – versão Sporting Dualogic, com câmbio automático Dualogic e cruise control.

                               Ford New Fiesta

A Ford não tem pressa. Nos últimos anos, cada passo da montadora tem sido bem pensado e pesado. Foi esta postura cautelosa, exatamente, que permitiu que passasse pela crise financeira de 2008 sem sequelas – era a única entre as americanas com dinheiro em caixa. E esse lógica é também aplicada ao mercado brasileiro. Como na decisão de só passar a trazer o New Fiesta hatch do México neste último trimestre de 2011 – mais de um ano depois do lançamento da versão sedã. Para que a chegada do carro tivesse maior impacto, a Ford esperou até que o carro recebesse os "incrementos" do modelo 2012 – que também valem para o sedã. E essas mudanças foram muito mais voltadas ao conteúdo tecnológico que à estética. O preço varia de R$ 48.950 a R$ 54.950.

                               Hyundai Elantra

O Elantra é a nova aposta da marca coreana para o aquecido segmento dos sedãs médios, que também ganhou reforço de Cruze, Jetta e do novo Civic este ano. O modelo agrega as últimas tendências de estilo da Hyundai, incluindo o design em “escultura fluida”, responsável pelo visual arrebatador que conquista olhares por onde o sedã passa. Apesar de tanto apelo, o Elantra ainda não disse a que veio e por enquanto continua ofuscado por outros lançamentos, como o sedã médio da Chevrolet que chegou para ocupar o lugar do Vectra no mercado nacional.

                               Kia Picanto

A Kia andava dando tanto trabalho para a concorrência que só mesmo uma medida como o aumento do IPI para veículos importados poderia impedir o crescimento da marca coreana no Brasil. Parte do sucesso é devida ao trabalho do alemão Peter Schreyer, o chefe de design da Kia que promoveu a renovação visual que impulsionou sucessos como o Soul e Sportage. O estilo também está presente no novo Picanto, que conquista o consumidor com desenho de Schreyer, bom nível de equipamentos e preços que, antes do aumento do IPI, ficavam entre R$ 34.900 e R$ 44.900. A Kia ainda não divulgou a tabela definitiva do modelo, mas certamente o carismático carrinho coreano com tempero alemão sentirá os efeitos da inveja em 2012.

                               Nissan March

De olho numa grossa fatia do mercado brasileiro – a de carros abaixo dos R$ 30 mil –, a Nissan incluiu o país numa grande manobra mundial. O pequeno March, conhecido como Micra em alguns mercados, se tornou o primeiro carro realmente global da marca. O modelo ganhou uma nova geração – a quarta – e a missão de fazer sucesso em mercados tão diferentes quanto o europeu e o brasileiro. Aqui, o March tem versões a partir de R$ 27.790. A estratégia é se inserir na faixa dominada pelos nacionais Volkswagen Gol e Fiat Palio. E resultou numa mudança na imagem da marca, que até agora tinha no apagado Tiida sedã o seu carro mais barato. O March, assim como o Tiida, vem da fábrica da marca no México e se livra do recente aumento do IPI para carros importados. E a expectativa da Nissan é que a partir de maio de 2012 as vendam alcancem o número de 4 mil a 5 mil unidades mensais do compacto.

                               Nissan Versa

A Nissan realmente resolveu mudar de tamanho no Brasil. E a decisão passa por três passos importantes. Primeiro, introduzir o hatch compacto March no mercado. Depois, anunciar a construção de uma nova fábrica – que será em Resende, no Sul do Rio de Janeiro. E, agora, lançar no mercado brasileiro o sedã Versa, a nova geração Tiida sedã. O novo três volumes da marca japonesa representa também uma mudança na estratégia de abordagem entre os compactos no Brasil. Agora, a fabricante vai apostar no miolo do segmento – a faixa que fica entre R$ 30 mil e R$ 40 mil. É aí que se vende a grande maioria dos sedãs compactos por aqui – e onde Fiat Siena e Volkswagen Voyage disputam a liderança do segmento. É na briga com os dois que a Nissan quer ganhar volume. Para isso, teve que apelar para o preço. O novo carro chegou às concessionárias em novembro, com valores que começam nos R$ 35.490.

                               Peugeot RCZ

O mercado de automóveis do Brasil pode até ser a “bola da vez”, na opinião dos investidores. Afinal, novas fábricas são anunciadas, novos modelos são lançados e recordes de vendas são batidos em uma sequência interminável. Mas, analisando com cuidado, constata-se que é sempre mais do mesmo. Invariavelmente, são modelos pequenos e médios nas configurações mais consagradas. A Peugeot é uma exceção. Ela se arriscou a trazer o 3008 – um crossover no sentido original, que mistura configurações de carroceria – e até hoje, quase um ano depois de lançado, tem uma fila de dois a três meses para entregar o modelo. E este ano também passou a vender o cupê-esportivo RCZ que, em um mercado de mesmices, se torna inusitado. Tanto que a montadora francesa não consegue apontar um rival no Brasil entre as marcas generalistas. Ela tem de voltar a mira para modelos de marcas premium. E aí aparece uma diferença fundamental: o preço. O RCZ custa “módicos” R$ 139.900. Algo como 30 a 40% menos que cupês como Audi TT, BMW Z4 e Mercedes-Benz SLK.

                               Range Rover Evoque

A Land Rover escolheu a Inglaterra, onde nasceu a marca e onde fica sua sede, para apresentar à imprensa especializada de todo o mundo o Evoque. Com a estreia do modelo mais leve e compacto da linha “top” Range Rover, a marca inglesa pretende mudar os parâmetros de design de seus modelos, tradicionalmente marcados pelas linhas retas e estilo conservador. Com traços bem fieis ao conceito LRX, apresentado em 2008, o Evoque foi apresentado em sua versão final no último Salão de Paris, em setembro do ano passado. No Brasil, o lorde inglês começa em R$ 164.900.

                               Renault Duster

Desconfiar do desconhecido é normal. Algumas marcas “gramam” anos a fio até que o consumidor comece a considerar a possibilidade de, talvez, comprar um de seus produtos. Isso aconteceu com a Renault desde que produziu sua primeira Scénic, em 1999. Mas, a partir do lançamento do hatch Sandero, em 2007, a marca vem ganhando mercado paulatinamente. Agora, a aposta da empresa francesa é o Duster. A expectativa é rachar a liderança do segmento de utilitários esportivos compactos com o Ford EcoSport e chegar ao final do ano com 6,7% do mercado brasileiro. Com 200 mil unidades em um ano, o Brasil seria o segundo maior mercado da marca no mundo, atrás apenas da França. Até agora, o Duster tem sido bem sucedido na empreitada, ganhando do rival da Ford desde que foi lançado. Agora, será preciso ver como o utilitário francês se comporta com a chegada do novo EcoSport, logo no início de 2012.

                               Volkswagen Jetta

O segmento dos sedãs médios no Brasil sempre foi um dos nichos mais valorizados pelos fabricantes de automóveis. Por aqui, eles são praticamente carros de luxo, com boa imagem, além de conseguirem gerar boas margens de lucros para as marcas. E a Volkswagen tinha problemas nessa categoria. No mercado nacional, a marca nunca teve um representante de peso – tinha um investimento maior no médio-grande Passat. Para reverter o quadro, a Volks lançou em abril a nova geração do Jetta, com duas versões bastante diferentes, mas com o objetivo traçado de voltar a abocanhar uma fatia significativa do segmento, para fazer frente a competidores mais tradicionais como Toyota Corolla e Honda Civic – e para acompanhar o ritmo de novatos como Chevrolet Cruze e Hyundai Elantra.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br