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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Brasileiro assume presidência da Volvo no Brasil


Brasileiro assume presidência da Volvo no Brasil


O executivo Paulo Solti, de 42 anos, é o novo presidente da Volvo Cars no Brasil e na América Latina.

Formado pela Escola de Engenharia Mauá e com mais de 20 anos de experiência no setor automotivo, Paulo assumiu o cargo em 9 de janeiro. O executivo chega em um momento positivo para a empresa, que teve um aumento de 140% em suas vendas no mercado brasileiro.

Em 2010, 5.211 unidades foram comercializadas no país. Os modelos S60, C30 e XC 60 foram os maiores responsáveis pelo incremento nas vendas da Volvo.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Vídeo: Projeto do Novo Ford Fusion 2013

Chris Hamilton no projeto do Ford Fusion 2013.


Gary Braddock - Interior e Designer do Ford Fusion 2013.

 

Renault vende 2,7 milhões de carros e bate recorde

Valor representa um crescimento de 3,6% em relação a 2010.

A Renault anunciou que, em 2011, vendeu 2,7 milhões de unidades, número que representa um recorde de vendas da marca francesa. Tal valor representa um crescimento de 3,6% em relação a 2010.

A Rússia foi o mercado que mais apresentou crescimento (+40%), seguido por Turquia (+13%) e América Latina (+10%). Na Europa, as maiores altas foram na Holanda (+16%), Alemanha (+9%), Áustria (+9%) e Bélgica/Luxemburgo (+5%). Portugal apresentou queda (-30%), bem como Espanha (-17%), Itália (-10%), Reino Unido (- 2%) e França (-1,3%).

No Brasil, 194.300 unidades foram vendidas, fechando 2011 com um crescimento de 21% em relação a 2010. Tal marca eleva o país à marca de segundo maior mercado da Renault no mundo, atrás da França.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Ford EcoSport recupera posição perdida para Renault Duster

Utilitário esportivo da Ford assume o sexto lugar no ranking da quinzena, uma posição à frente do Renault. Cobalt já é o nono entre os automóveis.

O ranking dos modelos mais vendidos na primeira quinzena de janeiro traz como novidade a recuperação do EcoSport, que retomou a posição perdida para o Duster no final de 2011. O utilitário esportivo da Ford emplacou 1.027 unidades no período, apenas 11 a mais que o modelo da Renault, que teve 1.016 veículos registrados. Esse resultado, lhe garantiu o sexto lugar entre os modelos mais emplacados no segmento dos comerciais leves, uma posição à frente de seu principal concorrente, que ficou na sétima colocação.

O utilitário da Ford havia sido ultrapassado pelo Duster em volume de vendas nos dois últimos meses de 2011, mas devido a uma ação conjunta da fábrica com a rede de revendas da marca, que derrubou os preços do modelo no varejo e o alinhou ao de seu rival, conseguiu retomar agora as suas vendas no mercado.

Entre os automóveis de passeio, uma das novidades foi a rápida ascensão do recém-lançado Chevrolet Cobalt, que assumiu a nona posição no ranking, com 2.762 unidades emplacadas na quinzena, se posionando à frente de Toyota Corolla (12º), Fiat Siena (13º) e Prisma (16º), modelos que historicamente têm elevado volume de vendas no segmento de sedãs. A outra ficou por conta da disparada do sedã médio Chevrolet Cruze, que já aparece na 18ª posição (com 1.189 unidades) na classificação geral, seguido mais de longe por outros lançamentos recentes, como Nissan March (22º) e Nissan Versa (32º).

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Audi planeja construir fábrica no México

Nova unidade de produção deverá exportar para vários mercados.
A Audi deverá ter uma nova fábrica na América do Norte, muito provavelmente no México, informa o site norte-americano Ward´s Auto. Durante o Salão de Detroit (EUA), que vai até o próximo dia 22 para o público em geral, o presidente da marca alemã, Johan de Nysschen não chegou a confirmar o local na unidade de produção, mas deixou clara as vantagens do México na disputa.

Ainda pelas declarações de Nysschen, a futura fábrica teria que ter capacidade de produzir, no mínimo, 100 mil unidades por ano para se tornar economicamente viável. Para se ter uma ideia, a Audi fabricou 117.500 veículos nos Estados Unidos no ano passado. Isso significa que boa parte da produção seria voltada para a exportação, assim como a BMW faz com sua fábrica em Spartanburg, na Carolina do Sul (EUA).

Vale lembrar que Brasil e México mantêm um acordo comercial desde 2002 e que, desde 2004, estabelece alíquota de importação nula para o comércio de veículos fabricados nos dois países. A marca alemã ainda não se pronunciou sobre qual modelo será feito na unidade de produção mexicana. De qualquer forma, passa a haver a possibilidade futura da marca também se beneficiar do acordo bilateral.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Quatro grandes montadoras caem no conceito do público Brasileiro

Pesquisa aponta que a satisfação dos brasileiros em relação ao quarteto diminuiu. Participação nas vendas também recuou ante 2010.


As quatro grandes marcas com fábricas no Brasil – General Motors, Ford, Fiat e Volkswagen – estão sofrendo com o aumento da concorrência das montadoras que se instalaram no país a partir do fim dos anos 90, perdendo participação no mercado. É o que aponta o Índice de Satisfação Nacional do Consumidor (INSC-Brasil), que fechou o mês de dezembro em 51,8%, o que representa queda de 9,1 pontos percentuais ante novembro (60,9%).

O indicador desenvolvido pelo núcleo de pesquisa em marketing e finanças da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) mede mensalmente a satisfação dos brasileiros com as quatro maiores marcas do país, levando em consideração as opiniões publicadas na internet.

A situação, porém, não chega ao ponto de comprometer a hegemonia do quarteto, que no balanço dos doze meses do último ano respondeu por exatos 70% do volume de veículos e comerciais leves vendidos no mercado brasileiro. Porém, não é de se desprezar o efeito causado pela chegada da marcas novatas. Na prática, as recém-chegadas já fizeram com que a participação da General Motors, Ford, Fiat e Volkswagen recuasse em relação a 2010, quando as quatro somaram 73,64% do total comercializado no mercado brasileiro.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Hyundai é a marca que mais fideliza clientes nos EUA

Pesquisa da JD Power indica montadora coreana como a empresa que mais consegue satisfazer as exigências dos clientes norte-americanos.

A consultoria JD Power divulgou na segunda-feira (16) um estudo sobre a capacidade de fidelização por parte das montadoras no mercado dos Estados Unidos. E pelo resultado, a Hyundai é a marca que mais consegue satisfazer as exigências dos clientes, com 64% de motoristas fiéis, seguida pela Ford e Honda, empatadas com 60%. Este é o nono ano que a JD apresenta essa pesquisa.

O material analisa a capacidade das empresas do setor automotivo em reter seus clientes na hora da troca por um novo modelo, analizando os motivos para a conquista desta lealdade. De acordo com o diretor de pesquisa de produtos automotivo da JD Power, Raffi Festekjian, esse fator é fundamental para o sucesso de uma marca em determinados mercados.

“Atualmente as marcas estão investindo numa rápida renovação de sua gama de produtos, visando expandir sua abrangência e captando novos compradores. Porém, isso não é suficiente. Satisfazer o cliente mais exigente pode gerar uma fidelização mais eficaz, mesmo que ele troque de veículo de forma frequente”, afirmou o executivo. Entre os pontos mais exigidos pelos motoristas estão segurança, conforto e tranquilidade oferecida por uma boa rede de atendimento de concessionárias e oficinas especializadas.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Volvo apresentará nova perua V50 em Genebra

Modelo será o primeiro com a inédita plataforma SPA da marca sueca.

A marca sueca Volvo vai desatar completamente os laços com a Ford entre 2017 e 2018, quando passará a ter fabricação própria de todos os seus modelos, informa o site norte-americano AM online. Ainda segundo a publicação, a marca sueca desenvolve uma plataforma nova, conhecida como SPA (Scaleable Product Architecture), que será usada em 80% da linha de produtos da marca.

O primeiro modelo que vai usar a nova base será o substituto da perua V50 e do sedã S40, cuja apresentação está marcada para o próximo Salão de Genebra (Suíça), em março. Depois, será a vez de substituir o hatch C30. Todos também serão equipados com uma nova geração de motores, que vão produzir entre 150 e 300 cavalos. Entre os novos modelos que serão lançados também deverá estar um pequeno crossover, abaixo do XC60, com desenho parecido com o do esboço do novo XC90 das fotos.

 
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Novo Hyundai i30 já tem preços divulgados na Europa

Versão topo de linha chega a R$ 55 mil, cerca de R$ 2 mil a mais que modelo atual de entrada no Brasil


Revelado mundialmente em setembro, na última edição do Salão de Frankfurt (Alemanha), o novo Hyundai i30 poderá ser visto, em breve, rodando na Europa. Os preços do lançamento já começaram a ser divulgados, sendo que, na Áustria, o modelo parte de 15.990 euros (o equivalente a R$ 36 mil, em uma conversão simples de moedas) e pode chegar até a 24.490 euros (cerca de R$ 55 mil). Para efeito de comparação, a geração anterior i30 tem preço inicial de R$ 57 mil no Brasil.

No mercado europeu, o hatch coreano todo renovado será oferecido em 16 configurações, equipado com motores 1.4 de 90 cv e 100 cv e 1.6, com três níveis de potência: 110 cv, 128 cv e 135 cv. Vale ressaltar que o carro conta com cinco anos de garantia sem limite de quilometragem.

Entre os principais destaques do modelo estão o visual renovado, que acompanha a nova identidade de estilo da marca, inaugurada a partir do utilitário esportivo ix35, novo desenho e equipamentos inéditos no interior, como o sistema de direção "flex steer", que pode ser ajustado em três níveis de conforto, tecnologia Stop&GO, que desliga o motor em paradas curtas, além de outros itens. No Brasil, acredita-se que o novo i30 chegará no quarto trimestre deste ano.
 


 
Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

VW convoca 300 mil carros a diesel para recall

Campanha não afeta o Brasil, onde comercialização de automóveis com motor diesel é proibida.
A Volkswagen convocou um recall mundial para 300 mil carros com motorização diesel. O objetivo é verificar e reforçar os tubos do sistema de injeção, para intensificar a segurança do conjunto mecânico. O recall engloba modelos como os cupês Eos e Scirocco (foto acima), o hatch Golf, os sedãs Jetta e Passat, o utilitário Tiguan e a multivan Transporter T5, fabricados entre 2009 e 2012, com motor diesel 2.0 litros. Modelos vendidos no Brasil não serão afetados, já que a comercialização de automóveis com propulsores movidos a diesel não é permitida no país.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Novo Honda Civic 2012 já está nas concessionárias - Veja a tabela de preços

Marca japonesa terá investimento em marketing 50% maior em 2012.

A nova geração do Civic chega nesta terça (17) às concessionárias da Honda no Brasil. E a marca japonesa quer colocar seu representante de volta à liderança do segmento dos sedãs médios. O sedã nipônico vem amargando quedas sucessivas, ao ponto de terminar dezembro com apenas 523 unidades emplacadas, atrás de concorrentes como Chevrolet Cruze, Volkswagen Jetta, Renault Fluence e Nissan Sentra. No acumulado do ano, porém, o Civic manteve a vice-liderança, com 22.962 unidades. É menos da metade do volume registrado pelo campeão e arquirrival Toyota Corolla, que embalou 53.147 unidades. E pensar que o três volumes da Honda foi imbatível em 2007 e 2008.

A marca japonesa está disposta a reverter esse quadro e voltar aos tempos de glória. A nova campanha de marketing do modelo, que perde a alcunha “New” adotada pela oitava geração, foca na oferta de equipamentos e recursos tecnológicos. Para ressaltar as vantagens de seu novo sedã, a Honda criou o neologismo “espetacnológico” – mistura das palavras espetacular e tecnológico – e apresenta itens como GPS integrado ao painel, troca de marchas no volante, câmera de ré, modo de direção econômico, teto solar e acendimento automático dos faróis no comercial para tevê (veja o vídeo abaixo).


A peça publicitária foi rodada em Salinas Grandes, na província argentina de Jujuy e também cita o atualizado motor i-VTEC de 1.8 litro e quatro cilindros em linha, com tecnologia bicombustível e potência de 139 cv com gasolina e 140 cv com etanol. O lançamento desta nona geração estava previsto para setembro de 2011, mas problemas sucessivos enfrentados pela matriz da Honda atrasaram o cronograma. O tsunami que afetou o Japão em março e as enchentes que inundaram a Tailândia no segundo semestre impossibilitaram o fornecimento de componentes para a linha de produção de Sumaré, no interior de São Paulo.

A campanha da Honda para colocar o Civic de volta ao topo também inclui divulgação intensa em diversos meios de comunicação. Os anúncios do novo modelo serão veiculados em jornais e revistas, na internet e no rádio. Além disso, material publicitário será espalhado por shopping centers, aeroportos e locais de grande concentração de público. Haverá também peças desenvolvidas exclusivamente para a rede de concessionárias. O investimento de marketing da Honda para 2012 será, de acordo com a fabricante, 50% maior que no ano passado.

Confira também os preços do Honda Civic 2012:

Civic LXS MT - R$ 69.700,00
Civic LXS AT - R$ 72.900,00
Civic LXL MT - R$ 72.700,00
Civic LXL AT - R$ 75.900,00
Civic EXS AT - R$ 85.900,00


 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Toyota é a marca automotiva mais valiosa do mundo

Volkswagen e Nissan foram as que mais cresceram no levantamento anual.
 
 
Toyota, Mercedes-Benz e BMW. Estas são as únicas marcas da indústria automobilística entre as 15 melhores colocadas no relatório anual divulgado pela consultoria Interbrand. O levantamento utiliza critérios como desempenho financeiro e poder de imagem, classificando as 100 maiores marcas de todos os segmentos da economia. Na edição divulgada agora, 11 marcas de automóveis aparecem entre as 100 listadas pela pesquisa. A lista geral é novamente liderada pela Coca-Cola, avaliada em nada menos que US$ 71,8 bilhões.

A Toyota manteve a posição de marca automotiva mais valiosa do mundo e aparece na 11º posição do ranking geral. Apesar das dificuldades impostas pelo tsunami que afetou o Japão em março passado, a marca nipônica fechou o ano com o valor de US$ 27,8 bilhões, alta de 6% na comparação com 2010. A alemã Mercedes aparece logo depois, no 12º lugar, e vale nada menos que US$ 27,4 bilhões, quantia 9% maior que o registrado em 2010. A BMW surge na 15ª colocação, com avaliação de US$ 24,5 bilhões, crescimento de 10%. As três marcas mantiveram as mesmas posições do levantamento de 2010.

As grandes surpresas do ano passado foram Volkswagen e Nissan. A fabricante alemã subiu seis posições no ranking e já aparece na 47º colocação (US$ 7,8 bilhões), com sua marca de luxo Audi subindo quatro degraus e figurando em 59º (US$ 6,1 bilhões). Já a montadora nipônica faz sua estreia no ranking, com valor de US$ 3,8 bilhões e ocupando o 90º lugar. Considerando as marcas automotivas, a Nissan é seguida pela Ferrari, que aparece em 99º. A marca do “cavallino rampante” caiu nada menos que oito posições e é avaliada em US$ 3,5 bilhões, alta de apenas 1% em relação a 2010.

As outras marcas automotivas contempladas pelo relatório da Interbrand são: Honda, que subiu uma colocação e terminou o ano com o 19º lugar e valor estimado em US$ 19,4 bilhões, alta de 5% na comparação com 2010; a norte-americana Ford, que manteve a 50ª colocação (US$ 7,4 bilhões); a coreana Hyundai, que galgou quatro posições e figura como a 61ª marca mais valiosa, com US$ 6 bilhões e incremento de 19%, e a alemã Porsche conservou o 72º lugar, com valor estimado em US$ 4,5 bilhões.

 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Chevrolet lançará o Sonic com motor1.6 Ecotec flex

Quem quiser potência similar à do Astra precisa torcer para a vinda da versão RS.

A onda de renovação que tomou conta da Chevrolet continua em abril, com a chegada do Sonic, que ocupará o lugar deixado pelo Astra, apesar de suas dimensões menores. Mas enquanto o antigo modelo se destacava pelo motor 2.0 flex de 140 cv com etanol, o novo representante da gravata dourada ostentará um propulsor mais discreto. De acordo com o site Autos Segredos, trata-se do inédito 1.6 litro 16V Ecotec, que foi adaptado para se tornar bicombustível e oferecerá potência de 115 cv com gasolina e 120 cv com etanol.

As primeiras unidades do modelo serão trazidas da Coreia do Sul, para brigar no segmento dos compactos premium, enfrentando rivais como Volkswagen Polo, Fiat Punto e Ford New Fiesta. O Sonic ficará posicionado entre Cobalt e Cruze, com preço inicial entre R$ 45 mil e R$ 50 mil. Posteriormente, o modelo passará a chegar do México, como já ocorre com o utilitário Captiva e o sedã Malibu. O Sonic será vendido nas carrocerias hatch e sedã, em versões LT e LTZ, com opção por câmbio manual ou automático, ambos com seis marchas.



 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Camaro GT de 659 cv criado para corridas

A versão homologada pela FIA deve correr já em abril.

A Reiter Engineering é uma equipe de corrida e também uma preparadora alemã que apresentou, sob a marca Sareni United, um novo bólido para encarar as corridas de 2012: um Camaro GT modificado. O carro é homologado pela FIA e ele tem apenas um objetivo: correr em circuitos.

Debaixo do capô, o Camaro GT guarda um motor V8 de 7.9 litros que gera 650 cv. Assim como o Gallardo modificado pela Reiter, o motor do Camaro está acoplado a uma caixa sequencial semi-automática de seis velocidades.

Logo à primeira vista o grande spoiler traseiro e o difusor dianteiro também de grandes proporções saltam aos olhos.

O rebaixamento da carroceria foi uma das modificações feitas para melhorar a aerodinâmica do modelo e, consequentemente, o desempenho dele nas pistas.




 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

BYD F0 é o carro compacto mais confiável na China

Estudo do instituto JD Power revelou a melhora da qualidade do modelo.

As fabricantes chinesas estão ganhando cada vez mais espaço no mercado mundial como uma boa opção para quem busca carros com uma boa relação preço/equipamento. Um desses exemplos é o BYD F0, apontado em um estudo do escritório asiático do instituto JD Power como o compacto de maior confiabilidade.

Além de consagrar o F0, a pesquisa do JD Power, revelou que as marcas chinesas melhoraram consideravelmente a qualidade de seus modelos ao longo do ano passado, diminuindo a diferença existente entre elas e as marcas estrangeiras.

O levantamento analisou oito categorias – desde o motor e o chassi até a qualidade da pintura da carroceria – de carros que tinham de 13 a 36 meses de uso. O resultado mostrou que os carros produzidos na China tiveram um aumento de quase 30% nos quesitos analisados em relação a 2010.

O estudo foi baseado nsa avaliações de 11.676 donos de veículos comprados entre junho de 2008 e agosto de 2010, envolvendo 137 modelos de 51 marcas.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Nissan apresenta o conceito elétrico e-NV200 - Ficha técnica

Marca japonesa mostra furgão pequeno elétrico em Detroit com foco na sustentabilidade


A Nissan apresentou em Detroit o conceito e-NV200, a versão totalmente elétrica do furgão multiuso NV200 – ainda desconhecido no Brasil –, mostrado pela primeira vez ainda em 2009. O modelo usa a plataforma B de carros compactos da Nissan, que também roda sob o hatch Tiida, o crossover Juke e a minivan Livina e também o elétrico Leaf, de quem recebeu o conjunto propulsor. A proposta é unir a versatilidade do furgão, que pode ter configurações de carga ou de passageiros, à eficiência energética e nenhuma emissão de poluentes ou gasto com combustível do propulsor movido a eletricidade.



A possibilidade de reduzir os custos operacionais de empresas que utilizariam o modelo para entregas rápidas em centros urbanos é outro argumento da Nissan para o protótipo, que tem muitas chances de chegar ao mercado. O modelo é mais um a seguir a tendência de eletrificar segmentos de uso intenso, como o de furgões urbanos. Outra a enveredar por esse caminho é a Ford, que já lançou a Transit Connect EV nos Estados Unidos com a mesma proposta.
Visualmente, o modelo é muito semelhante à versão comum do NV200. O objetivo é diferenciar o mínimo do carro com motor convencional, como no Leaf, e assim, facilitar a aceitação do modelo por potenciais compradores. À frente, apenas a fachada semelhante ao hatch elétrico, com a grade dianteira eliminada em função do "bico" que contém os conectores de energia para recarga das baterias do carro. De resto, as formas "quadradonas" permanecem e fazem da e-NV200 parecer mais um furgão comum nas ruas. A versão para passageiros possui ainda grandes janelas laterais, que dão um aspecto moderno ao carro. O conceito usa a cor azul claro, que a Nissan designa para seus modelos totalmente elétricos.

Por dentro, o mesmo padrão de revestimentos do Leaf, com plásticos e tecidos em tom claro, que acentuam a sensação de amplitude interna. As portas laterais corrediças facilitam o acesso tanto de passageiros quanto de cargas, dependendo da configuração. O conceito inaugurado pelo Leaf foi aprimorado e se tornou mais funcional e prático. Uma grande tela sensível ao toque no centro do painel comanda todas as funções do furgão e indica as condições de funcionamento do trem de força, como autonomia restante e consumo de energia instantâneo. O sistema ainda traz a opção de conectividade com smartphones, para monitoramento do carro à distância.

Para empurrar o e-NV200, um propulsor de 80 kW alimentado por 48 módulos de baterias de íons de lítio. O motor gera o equivalente a cerca de 110 cv e bons 28,6 kgfm de torque, que estão disponíveis instantaneamente aos comandos do acelerador. E que dariam ao furgão as boas respostas e a agilidade do Leaf. A autonomia do modelo não foi divulgada pela Nissan, mas não ficará distante dos 110 km indicados para o modelo que lhe empresta o conjunto mecânico.

O protótipo já começou a ser testado ao redor do mundo para confirmar, ou não, a viabilidade de sua produção. O e-NV200 está sendo utilizado pelos correios japoneses para coleta e entrega de encomendas na cidade de Yokohama. Além disso, ele também roda em Londres efetuando entregas da FedEx. A Nissan usará os dados dos testes para realizar ajustes no sistema de baterias e do propulsor para adequar o NV elétrico à utilização cotidiana.

O NV200 tradicional ficou conhecido mundialmente por ter sido o modelo escolhido pela prefeitura de Nova Iorque para ser o táxi oficial da cidade. Ele substituirá a partir de 2013 os tradicionais "yellow cabs", muitos ainda são antigos Ford Crown Victoria – conhecidos pelos filmes rodados na "Grande Maça". A Nissan criou uma configuração específica – após uma extensa pesquisa com motoristas de táxi locais – para o serviço de transporte de passageiros na cidade, onde o modelo é equipado até mesmo com internet a bordo e itens como assoalho rebaixado e mais alças de apoio para facilitar o entra e sai das pessoas.



Ficha técnica

Nissan e-NV200

Motor: Elétrico, dianteiro, longitudinal, alimentado por corrente alternada.
Transmissão: Câmbio automatico com uma marcha a frente e uma a ré. Tração dianteira.
Potência máxima: 80 kW ou cerca de 110 cv.
Torque máximo: 28,5 kgfm.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira do tipo semi-independente com barra de torção e amortecedores hidráulicos. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 175/70 R14
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS de série.
Carroceria: Furgão em monobloco, com cinco portas e cinco lugares. Com 4,40 metros de comprimento, 1,69 m de largura, 1,86 m de altura e 2,72 m de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e do tipo cortina.
Peso: 1.700 kg.
Capacidade do porta-malas: 1.500 litros.
Capacidade das baterias: 24 kWh.
Autonomia: 160 km.
Produção: Kanagawa, Japão.
Lançamento nos Estados Unidos: 2012.
Itens de série: Ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, rádio/CD/MP3/Bluetooth/iPod,
travas elétricas com comando à distância, sensores de estacionamento.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Carros elétricos terão apenas 15% do mercado em 2025

Híbridos e elétricos de autonomia estendida devem vender mais do que os puramente elétricos.

Ainda falta muito para que a eletricidade substitua os motores a combustão interna, é o que revelou uma pesquisa da consultoria internacional KPMG. Quase 66% dos entrevistados acreditam que os veículos elétricos representarão apenas 15% dos carros vendidos 2025. Os dados foram levantados pela Global Automotive Executive Survey, pesquisa realizada com 200 executivos da indústria automotiva de diferentes países.

De acordo com a consultoria, comparado com os anos anteriores, os resultados da pesquisa de 2012 mostrou que os mesmo os especialistas não sabem ao certo para onde a indústria está indo. A única certeza é o uso da eletricidade como força motriz. A data e o modo que esses veículos vão ser uma realidade dependeria, segundo Mathieu Meyer, diretor da KPMG, dependem de uma série de fatores complexos e interligados.

Uma forte competição se formará ao redor da fabricação dos componentes elétricos, como os motores, células e pacotes de bateria. De um lado, as “original equipment manufacturers” (OEM) – nesse caso, os produtos originais da fabricante são vendidos para revendedores, que só então vão repassá-los ao consumidor final – e do outro, os fornecedores. Dos entrevistados, 54% afirmaram que os fornecedores de componentes elétricos terão maior importância até 2025, mas, para 40% dos executivos, são as OEM que prevalecerão nessa área. E a expectativa atual é de que as OEMs dominem a maior parte da cadeia de valor.

A pesquisa mostrou que, mesmo 76% dos entrevistados terem dito que a eficiência do consumo é o fator mais importante na hora de o consumidor decidir, na previsão da KPMG, os elétricos não representarão mais do que 15% dos carros emplacados no mundo todo em 2025.

Essa porcentagem varia de acordo com o país. Os mais otimistas foram os executivos japoneses, quase metade deles prevê que as vendas de carros elétricos vão ganhar 25% de participação no mercado doméstico em 2026, com um total de 1,4 milhão de unidades.

A expectativa da indústria é de que os híbridos – plug-in ou não – devem ficar à frente dos elétricos nos próximos 13 anos. Os 100% elétricos também devem ficar atrás dos modelos elétricos de autonomia estendida – como o Chevrolet Volt e o Audi A1 E-Tron.

Os representantes dos BRICs acreditam que veículos movidos a células combustível vão atrair mais o consumidor do que os totalmente elétricos; à exceção da China, onde o esperado é que os elétricos ganhem a disputa.

 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Estudo prevê: Brasil deve produzir 4,7 milhões de veículos em 2015

Previsão é do banco americano de investimentos Morgan Stanley, que alerta para o risco do crescimento acelerado do mercado brasileiro.

Estudo realizado pelo banco de investimentos americano Morgan Stanley prevê a elevação da capacidade de produção do parque automotivo brasileiro em 55% entre 2007 e 2015, com a chegada de novas fábricas ao país, o que representa um acréscimo de mais 1,698 milhão de veículos ao parque industrial.

Em 2007, as linhas de montagem instaladas no país tinham capacidade para produzir 3,042 milhões de veículos por ano. Em 2012, deverão atingir cerca de 4 milhões de unidades (3,6 milhões para o mercado interno, mais cerca de 400 mil para exportação), passando para 4,480 milhões em 2014 e 4,740 milhões em 2015, segundo o estudo.

O banco alertou sobre os riscos de a estrutura do parque automotivo brasileiro ficar grande demais e de o mercado não ter demanda suficiente para consumir o excedente de veículos. A instituição financeira também apontou a aceleração da expansão da capacidade das fábricas na China como um outro risco.

Os dados sobre o futuro do setor automotivo brasileiro foram apresentados na semana passada nos Estados Unidos, antes da abertura do Salão do Automóvel de Detroit, pelo Morgan Stanley, durante congresso promovido pelo jornal Automotive News, que teve a participação de executivos do setor.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Teste: Novo Citroën C3 Picasso 1.6 16V GLX - Ficha técnica

Versão GLX do Citroën C3 Picasso aposta no custo/benefício para avançar no segmento familiar.

A compra de um carro familiar precisa atender a diversos fatores. Como é um veículo que precisa agradar toda a família, leva em consideração as necessidades dos pais, a opinião dos filhos e, às vezes, até o conforto do cachorro. Ou seja, tem muito de racional nesta decisão de muitas cabeças. E, dentro da safra dos atuais veículos que se encaixam nesse perfil, o Citroën C3 Picasso é o que privilegia mais este aspecto de atender a todos. Com um desenho incomum e boa capacidade dinâmica, virou uma opção muito interessante no segmento. E, se a aquisição do automóvel é quase sempre por "aclamação familiar", nada mais corriqueiro do que procurar a configuração que traz o necessário para cada um. É nesse cenário que aparece a versão intermediária GLX, que responde por 60% das vendas do modelo. Ela deixa de fora alguns "mimos", como o GPS no painel e o airbag duplo, mas traz o essencial em termos de conforto. E, fundamental, um preço mais competitivo.

Portanto, o C3 Picasso tem tudo que não pode faltar em uma viagem de família – crianças enjoadas, excesso de bagagem, muitas paradas e coisas gosmentas sobre os bancos ficam por conta dos passageiros. Estão lá ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico – com os vidros traseiros também acionados por botão –, computador de bordo, banco do motorista com ajuste de altura e rodas de liga leve de 16 polegadas. Sem falar de algumas soluções engenhosas, como o imenso porta-luvas refrigerado e as mesinhas do tipo avião para os bancos traseiros. Ainda há o rádio/CD/MP3 com entrada auxiliar e comandos satélites na coluna de direção, essencial na hora de distrair a turma nas férias. Com isso, o C3 Picasso GLX custa R$ 51.400. Os únicos opcionais são o airbag duplo, que adiciona mais R$ 1.300 na conta e a pintura metálica, que custa R$ 1.190.
 
 
Essa decisão de equipar a versão GLX apenas com o que realmente é preciso logo se mostrou uma estratégia acertada. Os 650 veículos emplacados podem não parecer muitos quando comparados ao Fiat Idea e Honda Fit, que ficam na casa dos 2 mil exemplares mensais. Mas vale lembrar que o C3 Picasso sofre a concorrência interna do C3 Aircross, sua variante aventureira, que vende cerca de 1.400 unidades por mês.

Frente a grande e diversificada concorrência, um dos grandes destaques do C3 Picasso é o seu design. Com formato quadrado com bordas arredondadas, o modelo conta com desenho bastante original. Destaque para os vistosos faróis e para a grande área envidraçada na frente. Atrás, o conjunto formado pelas lanternas e pelo vidro curvo é inovador.

Mecanicamente, não há inovações. Sob o estiloso capô do monovolume está o motor 1.6 16V, que já está difundido na linha da PSA Peugeot Citroën. Com etanol no tanque, ele desenvolve 113 cv a 5.800 rpm e 15,4 kgfm de torque a 4.500 giros. Acoplado a ele, está um tradicional câmbio manual de cinco marchas. O automático vem com um preço de R$ 4 mil a mais e ainda agrega os freios ABS.
 
Ponto a ponto

Desempenho – É até surpreendente a maneira com que o monovolume da Citroën ganha velocidade. O motor 1.6 16V de 113 cv é esperto e dá agilidade ao carro no trânsito urbano. Em rotações baixas, ele se mostra um pouco "preguiçoso", mas a partir dos 2.500 giros o comportamento melhora muito. A relação curtinha do câmbio ajuda bastante no bom desempenho do modelo. Para se ter noção, o zero a 100 km/h foi feito em 10,5 segundos. Marca que muitos sedãs com motor semelhante não alcançam. Nota 8.
Estabilidade – Há um contraste entre a suspensão mole e a rigidez torcional elogiável no C3 Picasso. Em curvas, é fácil perceber a carroceria adernando, mas a estrutura geral segura o tranco. Na prática, isso dá uma sensação de insegurança ao volante. Não dá para realizar manobras ousadas – embora nem seja essa a proposta do carro. Nota 6.
Interatividade – O painel de instrumentos – além de bonito – tem ótima visualização. Os três elementos circulares trazem informações "limpas", de fácil leitura. O resto dos comandos também são intuitivos e espalhados pela cabine. O rádio conta com comandos na coluna de direção. Do lado negativo, estão as alavancas do freio de mão e de câmbio, posicionadas muito baixas, o que dificultam o seu uso. A visibilidade dianteira é ótima, enquanto a traseira deixa a desejar por causa do vidro diminuto. Nota 7.
Consumo – O Citroën C3 Picasso conseguiu a média de 6,0 km/l rodando na cidade com etanol no tanque. Ainda não há medições do InMetro para o carro. Nota 5.
Conforto – É um dos destaques do monovolume da Citroën. A arquitetura do carro oferece farto espaço interno. Mesmo as pessoas mais altas não vão bater com a cabeça no teto. E até cinco adultos podem viajar no C3 Picasso sem grandes apertos. A suspensão macia ajuda a aumentar a sensação de conforto. Ela consegue absorver as imperfeições do asfalto com competência e não transmite grandes solavancos para o interior da cabine. Nota 9.
Tecnologia – A versão GLX traz apenas os equipamentos essenciais, em uma lista mais enxuta – a topo de linha Exclusive recebe mais mimos, como o GPS no painel. A plataforma do C3 Picasso é a mesma do C3 europeu – que chega ao Brasil em 2012 –, um aperfeiçoamento da que é usada no C3 brasileiro. Mas tanto um quanto outro são modernos. O motor 1.6 16V é o mesmo que já é aproveitado em diversos veículos da PSA
 Peugeot Citroën no Brasil. Nota 8.
 
 
Habitalidade – A Citroën conseguiu espalhar uma quantidade decente de porta-objetos no grande interior do C3 Picasso. O porta-luvas, por exemplo, é imenso. Na parte superior do painel, logo abaixo das saídas de ar-condicionado, existe um compartimento de tamanho razoável para guardar objetos de uso imediato. Os acessos ao interior do veículo são muito bons graças às grandes portas com amplos vãos de aberturas. O porta-malas leva 403 litros de bagagem. Nota 8.
Acabamento
– Não chega a impressionar, mas é correto. Os materiais escolhidos pela fabricante francesa são de boa qualidade e aparentam cuidado na montagem. Os encaixes são precisos e não há rebarbas aparentes. A parte central do painel tem plástico na cor "black piano", que dá um toque extra de requinte. Nota 7.
Design
– É original. O formato mais "quadradão" escolhido é amenizado pelas extremidades arredondadas e a falta dos adereços off-road do AirCross deixa o design mais leve e harmônico. Nota 9.
Custo/benefício
– A versão intermediária GLX foca mais na relação custo/benefício. Traz equipamentos essenciais como ar-condicionado, direção assistida, sistema de som por R$ 51.400. Faltam, no entanto, equipamentos de segurança como airbag duplo e freios com ABS e EBD. O modelo mira diretamente a Fiat Idea Essence 1.6, que equipada igualmente vai a R$ 51 mil, Nissan Livina S 1.6, por R$ 46.490, e Chevrolet Meriva Premium 1.8, que custa R$ 49.667. Nota 7.
Total – O Citroën C3 Picasso somou 74 pontos em 100 possíveis.
 
 
Primeiras impressões

Surpreendente equilíbrio

O desenho do C3 Picasso é incomum. É aquele tipo de design controverso, que gera bastante discussão. Entretanto, as linhas são harmônicas e o visual é mais condizente com o de um monovolume do que o do AirCross, sua versão aventureira. O conjunto na traseira formado pela vidro curvo e pelas lanternas no estilo "bolha" podem causar estranheza em algum momento. O certo é que, no resto, o familiar é mais "charmoso" e muito original.

Em movimento, por exemplo, o comportamento é até surpreendente. O motor 1.6 16V de 113 cv move com alguma agilidade os mais de 1.300 kg do C3 Picasso. A partir das 2.500 rotações o propulsor entrega boa quantidade de força e o modelo fica mais ágil. Abaixo desta marca, no entanto, o marasmo toma conta. Para conseguir fazer um motor dessa potência dar um desempenho interessante para um carro deste peso, a tática da Citroën passou diretamente pelas reduções nas relações do câmbio. Na prática, isso significa que basta dar uma pequena acelerada para sair da inércia ter de trocar de marcha. Se isso beneficia o desempenho, o consumo é prejudicado. A 100 km/h, por exemplo, o conta-giros já apontava 3 mil rpm. Isso ajudou para abaixar a média de consumo para 6,0 km/l com etanol.

Na parte dinâmica, a Citroën também teve de lutar contra a grande massa e a arquitetura do veículo. Com o centro de gravidade alto, o C3 Picasso não é muito bom em curvas. Nem a rigidez torcional do carro garante estabilidade e segurança. Os bancos têm ótimos apoios laterais e ajudam a segurar os corpos nas curvas. Não é que o pai de família dono do C3 Picasso possa pegar uma serra com ferocidade e alta velocidade – longe disso. Mas em uma tocada tranquila, o veículo se comporta de maneira elogiável. O que contrasta é a suspensão, molenga e que deixa o monovolume um tanto "bamba".

Por dentro, o conforto impera. O espaço interno é generoso e cinco ocupantes conseguem viajar sem apertos. Quem fica atrás ainda ganha as mesinhas no estilo avião. Na frente, a ergonomia é acertada para o motorista – exceto pelas alavancas do câmbio e do freio de mão, instaladas em posições muito baixas. Sobra visibilidade na dianteira graças aos vidros auxiliares na coluna. A retrovisão, contudo, é prejudicada pelo vidro traseiro pequeno. O digno acabamento traz materiais de boa qualidade. As peças estão encaixadas corretamente e passam sensação de esmero na montagem. O destaque no interior fica com o volante, com acabamento cromado, base reta e uma ótima pegada. Esse sim, praticamente uma unanimidade em design.
 
 
 
 
 
 
Ficha técnica

Citroën C3 Picasso 1.6 16V GLX

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.587 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro com comando duplo no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio manual de cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 110 cv com gasolina e 113 cv com etanol a 5.800 rpm.
Torque máximo: 14,5 kgfm com gasolina a 4 mil rpm e 15,8 kgfm com etanol a 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 78,5 mm x 82 mm. Taxa de compressão: 11,0:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira por travessa deformável, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/55 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Não oferece ABS e EBD.
Carroceria: Monovolume em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. 4,09 metros de comprimento, 1,63 m de largura, 1,63 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. Oferece airbag duplo frontal como opcional.
Peso: 1.342.
Capacidade do porta-malas: 403 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Porto Real, Rio de Janeiro.
Lançamento: 2011.
Itens de série: Faróis de neblina, cruise control, trio elétrico, ar-condicionado, banco do motorista com regulagem de altura, chave com controle remoto, computador de bordo, mesinhas do tipo avião na traseira, porta-luvas refrigerado, rádio/CD/MP3/Aux com 4 alto-falantes e comandos na coluna de direção e rodas de liga leve de 16 polegadas..
Preço: R$ 51.400.
Opcionais: Airbag duplo e pintura metálica.
Preço completo: R$ 53.890.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

GM europeia quer imaginar o Volt do futuro

Estudantes devem imaginar como será o Opel Ampera em 2020.

A General Motors propôs aos estudantes europeus que imaginassem como será o Opel Ampera – versão do Chevrolet Volt vendida no continente – em 2020. Como prêmio, o vencedor ganhará um estágio remunerado nos estúdios de design da Opel/Vauxhall, as marcas que representam o conglomerado norte-americano na Europa. Os trabalhos devem ser enviados até maio e serão exibidos no Salão de Paris, em setembro. No certame francês também será anunciado o projeto campeão.

Podem participar estudantes matriculados em cursos de design em toda a Europa. Os interessados precisarão imaginar como será o futuro modelo elétrico tanto externamente como internamente. O mais interessante é que o concurso funcionará de forma aberta e colaborativa, por meio do site Car Design Contest. O andamento dos projetos deve ser compartilhado na internet, para que os autores possam receber dicas dos técnicos de design da Opel/Vauxhall.


 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

VW Up! é eleito Carro do Ano na Inglaterra

Subcompacto foi elogiado pela vocação urbana e pelo consumo eficiente

O mundo parece mesmo estar se voltando para os pequenos. Após ter escolhido o Audi A1 como Carro do Ano de 2011, a revista inglesa What Car? elegeu o subcompacto Volkswagen Up! como grande destaque de 2012. Lançado no Reino Unido em outubro, com preços que partem de 7.995 (cerca de R$ 22 mil), o carrinho da marca alemã é elogiado pela aptidão urbana e pela agilidade no trânsito das grandes cidades.

Outro destaque é o motor Bluemotion 1.0 de três cilindros com injeção direta, responsável pelo quesito economia de combustível. Com duas variantes de potência – 58 e 73 cv –, o consumo chega a 21 km/l e 16 km/l, respectivamente. A Volkswagen não ganhava o prêmio inglês desde 2004, quando a publicação escolheu a quinta geração do Golf.

Contudo, ao contrário do Golf 5, que nunca deu as caras no Brasil – assim como a geração seguinte, que já roda na Europa desde 2009 –, o Up! deve pintar por aqui a partir de 2014, quando entram em vigor novas leis de segurança no trânsito que devem inviabilizar a continuidade do Gol G4. Dessa forma, o carrinho seria posicionado como novo carro de entrada da marca alemã. A Volkswagen ainda estuda se irá aumentar a capacidade de produção de suas fábricas já existentes ou se terá uma nova fábrica para dar conta do pequeno.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br