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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

EUA: Vendas de automóveis híbridos estão em queda

Com queda no preço médio da gasolina, consumidor norte-americano comprova a força dos motores a combustão no país


Um estudo inédito da consultoria Polk analisou as venda de veículos híbridos nos Estados Unidos, desde que eles chegaram ao mercado local, em 1999, até 2010. A conclusão do levantamento é que os híbridos perderam participação pela primeira vez em 2010. No ano anterior, os veículos que combinam motores a combustão e elétrico representaram 2,9% do mercado norte-americano. Em 2010, a participação caiu para 2,6%, com 236 mil emplacamentos. A consultoria aponta duas causas principais para este novo cenário: queda no preço da gasolina por lá e ampliação na oferta de carros com dimensões mais compactas, que também são mais econômicos.

A Polk concluiu também que a venda de híbridos nos EUA está diretamente relacionada com o preço da gasolina. Em 2010, o preço médio do galão de gasolina ficou abaixo dos US$ 3,00 – valor inferior aos US$ 4,00 cobrados em 2008. Além disso, o mercado norte-americano foi invadido por uma série de modelos que prometem níveis inéditos de consumo. É o caso de Ford Fiesta, Hyundai Elantra e Ford Focus, veículos de dimensões compactas diante dos carrões mais procurados pelos consumidores do país. Todos prometem consumo acima dos 17 km/l.

O Toyota Prius continua na liderança, com 128 mil emplacamentos em 2010. O modelo japonês tem conseguido aumentar sua cota de mercado, apesar da chegada de novos competidores. Em 28 carros híbridos disponíveis nos EUA em 2009, contra 34 modelos diferentes em 2010. O Prius respondia por 51% das vendas do segmento em 2009 e foi responsável por 54% do volume total deste nicho em 2010. A oferta de híbridos nos EUA inclui hatches, sedãs, picapes e crossovers, partindo dos US$ 18 mil cobrados pelo Honda Insight e chegando aos US$ 111 mil pedidos pelo Lexus LS600h.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Teste: Suzuki Boulevard M1500 - Ficha técnica

M1500 se destaca no segmento das customs e Suzuki fica atrás apenas da Harley Davidson


Em diversos segmentos, a Suzuki consegue emplacar bem suas motocicletas. Casos da Bandit entre as nakeds, a V-Strom no nicho de big trails e as GSX em meio às esportivas. E, mesmo em um campo em que a batalha é bem mais complicada, como entre as customs, a Suzuki consegue não se tornar vítima tão indefesa. A primeira parte da estratégia da marca japonesa é brigar em dois subsegmentos distintos. A Boulevard M800 enfrenta as conterrâneas Yamaha Midnigth Star 950 e Honda Shadow 750, que em 2011 emplacaram 1.218 e 1.163 unidades, respectivamente, enquanto a Suzuki ficou com 989 unidades. Com a M1500, encara a poderosa Harley-Davidson, que disputa com nada menos que três modelos diferentes no subnicho: Fat Boy, Heritage e Softail, que em 2011 somaram 1.867 unidades, contra 384 da Boulevard de maior cilindrada.

Ou seja, são três M800 para cada M1500 vendida. Mas não se pode negar que a tática da Suzuki dá resultado. A marca somou nada menos que 1.373 unidades entre as custom em 2011 e só perdeu mesmo para a marca-ícone norte-americana. Tanto que resolveu lançar no Brasil uma nova versão da Boulevard, chamada de M1500R. As diferenças para o modelo normal são mínimas. Mudou apenas carenagem dianteira, farol, posição do painel e guidão. Mas foi o suficiente para assemelhar o visual do modelo às V-Rod da Harley – este visual é “exclusivo” do mercado brasileiro.








A “surra” de mercado que a M1500 tomou nem foi tão categórica assim, já que o modelo da Suzuki tem até preço semelhante aos pedidos pela Fat Boy, em torno dos R$ 45.900 na tabela da Suzuki. Mas a marca japonesa tem outros argumentos para convencer mais de um motociclista por dia a comprar a Boulevard M1500. O primeiro é a confiabilidade que as motocicletas japonesas usufruem no mercado – independentemente de ser ou não verdade, as japonesas têm fama de não quebrar enquanto a marca norte-americana tem um anedotário completo a respeito de sua mecânica. Outro ponto a favor da Suzuki é o visual encorpado do seu modelo, que tem um perfil bem baixo e imponente.

A Boulevard em uma grande quantidade de carenagem. A dianteira é marcada pelo grande para-lama e pelo farol bastante pronunciado. A lateral mostra o vistoso tanque em formato de gota e o tanque de óleo sob o assento. Tudo coberto com bastante cromado. Outro destaque são os grandes canos do escapamento que percorrem de forma paralela toda a lateral da motocicleta. O banco é duplo e a traseira traz a laterna com formato triangular incrustrada no para-lama.

Mecanicamente, a Boulevard M1500 traz um motor de 1.462 cc com comando simples e oito válvulas. No total, ele consegue gerar 81 cv a 4.800 rpm e 12,8 kgfm a 2.700 rotações. O propulsor é dotado de um sistema digital de injeção eletrônica com dupla válvula de borboleta. De acordo com a marca, aliado com a central eletrônica do motor, o sistema melhora a resposta da aceleração e a eficiência do conjunto mecânico.




Ficha técnica

Suzuki Boulevard M1500

Motor: A gasolina, quatro tempos, 1.462 cm³, dois cilindros, quatro válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote.
Câmbio: Manual de cinco marchas.
Potência máxima: 81 cv a 4.800 rpm.
Torque máximo: 12,8 kgfm a 2.700 rpm
Diâmetro e curso: 96,0 mm X 101,0 mm.
Taxa de compressão: 9,5:1.
Suspensão: Dianteira do tipo telescópica invertida de amortecimento hidráulico com mola helicoidal. Traseira com balança articulada de monoamortecimento hidráulico com mola helicoidal.
Pneus: 120/70 R18 na frente e 200/50 R17 atrás.
Freios: Dianteiro por disco duplo e traseiro por disco simples.
Dimensões: 2,41 metros de comprimento total, 0,87 m de largura, 1,11 m de altura, 1,69 m de distância entre-eixos, 0,14 m de altura do solo e 0,71 m de altura do assento.
Peso: 328 kg.
Tanque do combustível: 18 l.
Produção: Manaus, Amazônia.
Preço: R$ 45.900.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Elantra Coupe é revelado

Versão de duas portas é aposta da Hyundai para incrementar vendas nos EUA


A versão cupê do novo Elantra foi confirmada pela Hyundai em novembro passado, com estreia marcada para o Salão de Chicago, que começa no dia 10 de fevereiro. Com a aproximação do motorshow, aumenta a curiosidade em torno do modelo. E os flagras divulgados pelo Autoblog mostram que esta configuração irá explorar ainda mais as linhas sinuosas e fluidas do sedã médio coreano. O site conseguiu capturar imagens de uma unidade que estava sendo removida, possivelmente por apresentar pequenas avarias em sua lateral.

A apresentação do Elantra Coupe em Chicago não é à toa. A configuração com duas portas a menos foi pensada prioritariamente para o mercado norte-americano. A Hyundai estima que a carroceria cupê possa representar até 20% das vendas do modelo por lá em 2012. Para justificar o visual ousado e agressivo do Elantra Coupe, o carro será equipado com um motor de quatro cilindros com mais de 200 cv de potência. Nos EUA, o cupê coreano irá enfrentar rivais como Honda Civic Coupe e Kia Cerato Koup.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Brasileira Lobini apresenta H1 White Edition 2012

 A marca brasileira apresentou a versão 2012 da série especial dominada pelo branco


A fabricante brasileira Lobini Veículos apresentou a série especial White Edition 2012 do esportivo H1. A edição é caracterizada principalmente pela pintura na cor branco pérola ou branco sólido, mas também ganhou novo padrão de acabamento interno e peças com revestimento em fibra de carbono. Os bancos são em couro de cor cinza, com o logotipo da Lobini em branco. O bólido, construído artesanalmente em Cotia, no interior de São Paulo, recebeu ainda novos materiais térmicos e acústicos, assim como as rodas TSW de 17 polegadas em tom grafite. A série White Edition é exclusiva para o mercado brasileiro, e parte de R$ 170 mil mais o frete, com vendas sob encomenda.

Com 3,72 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,18 m de altura e uma distância entre-eixos de 2,40 m, o esportivo de teto rígido removível possui uma carroceria construída em fibra de vidro reforçada, com portas de abertura vertical do tipo tesoura. O motor que equipa o esportivo é um 1.8 litro turbo da Audi, com dois níveis de potência: 180 cv e 220 cv. A tração é traseira e o conjunto mecânico é acoplado a uma transmissão manual de cinco velocidades. O Lobini H1 cumpre o zero a 100 km/h em apenas 6 segundos e alcança 230 km/h de velocidade máxima.

Outras características desta edição são a suspensão independente nas quatro rodas, o chassis tubular em aço e carbono e os amortecedores JRZ desenvolvidos especialmente para o modelo. De série, a White Edition oferece ar-condicionado, vidros e retrovisores elétricos, faróis de neblina, volante esportivo regulável em altura e profundidade, sistema de som Pioneer com MP3, DVD e USB, entre outros. Na lista de opcionais constam ainda sensores de estacionamento e os cintos de segurança de quatro pontos.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Vídeo: Mercedes A-class 2013 em testes

Notícias e lançamentos

Novo Siena 2013 - Fotos quase sem camuflagem

Notícias e lançamentos

Prestes a ser lançada, o que deverá acontecer em fevereiro ou março, a nova geração do Fiat Siena já começa a se despir. Flagradas pelo Marlos Ney Vidal, as unidades destinadas para a imprensa foram flagradas quase sem nenhum tipo de camuflagem e, inclusive, emplacadas.


Nas laterais, o sedan compartilha somente as portas dianteiras com o irmão Palio. Na dianteira o sedã terá lanternas espichadas, que lembram as do Bravo e do Idea. A grade dianteira será filetada e, no seu topo, de encontro ao capô, um filete cromado com o logotipo ao centro darão um ar mais sofisticado ao Siena. A traseira deverá continuar com as lanternas que invadem porta-malas e chegam às laterais. Um filete cromado ocupará a parte inferior da tampa traseira.
Ainda não se sabem as medidas oficiais mas, conforme Marlos, o entre-eixos deverá ficar na casa dos 2,50 metros, ainda menor que a concorrência. Mas o que, com certeza, deverá se tornar um ganho substancial em espaço interno, principalmente para as pernas dos ocupantes do banco traseiro.
O Siena deverá ser produzido, inicialmente, em Betim. Mas, ao decorrer de 2012, a planta de Córdoba, na Argentina, deverá ser preparada para também produzir o modelo. O sedan deverá ser vendido nas versões Attractive 1.4 EVO, 1.4 EVO Tetrafuel, Essence 1.6 16v E.torQ e Essence 1.6 16v E.torQ Dualogic. Ainda há a especulação de uma versão Essence 1.8 16v E.torQ.
O interior também foi flagrado e passará mais sofisticação. Mudam os difusores de ar no painel: os laterais continuam com o formato redondo, mas com os difusores filetados. Os do centro do painel, passam a ter formato quadrado. Mais alguns detalhes em cromado, devem diferir o painel do Siena em relação ao Palio.
Fonte disponível no(a): NovidadesAutomotivas

Teste: Poder do Fiat Bravo T-Jet é relativo

Apesar do bom desempenho, versão T-Jet não estimula a tímida performance de vendas do Fiat Bravo
Teste: Poder do Fiat Bravo T-Jet é relativo

Na essência, versões esportivas de carros de passeio servem para valorizar a imagem de agressividade e luxo de um modelo. Em suma, funcionam melhor no marketing do que nas vendas. Para o Fiat Bravo T-Jet, essa teoria esbarra na representatividade do hatch médio. Lançado por aqui em 2010, ele ainda não deslanchou nas vendas e mantém a média de mil unidades mensais. Ou seja, a configuração T-Jet oferece uma imagem mais agresssiva para um carro que tem pouca imagem nas ruas. Talvez até antecipando isso, a marca italiana mudou a estratégia de preços da versão em relação ao Punto T-Jet, hatch que recebe o mesmo conjunto dinâmico.

No médio, a versão T-Jet custa R$ 68.950. São R$ 5.470 a mais que a Absolute manual – a diferença diminui para R$ 2.470 quando se equipa o Absolute com o câmbio Dualogic –, a que vem logo abaixo. No Punto T-Jet, o preço de R$ 63.630 é R$ 14.130 maior que a versão imediatamente inferior. Isso significa que, no Bravo, a T-Jet consegue fisgar alguns clientes que chegam nas revendas com um dinheiro a mais no bolso e que buscam mais exclusividade. No modelo menor, a imensa discrepância de valores inibe tal mobilidade.

Como era de se esperar, isso influencia diretamente o share de vendas. O Bravo T-Jet representa 10% do mix de vendas do modelo. É uma percentagem alta quando comparado com outras versões esportivas de modelos de passeio, que costumam rodear os 5%. Com as contas feitas, são cerca de 100 unidades do T-Jet que saem das concessionárias por mês.


O desempenho faz a diferença a favor do Bravo T-Jet, resultado do bom conjunto dinâmico instalado pela Fiat no médio. O motor é o 1.4 T-Jet que oferece 152 cv de potência a 5.500 rpm e 21,1 kgfm de torque entre 2.250 e 4.500 rotações e bebe só gasolina. Com a função Overbooster ativada, o torque sobe para 23,0 kgfm em um pico nas 3 mil rotações e a curva da potência é ligeiramente modificada. O câmbio também é novo. É um manual com seis velocidades feito na Itália, muito mais preciso que os outros da marca italiana no Brasil.

Por ser uma versão topo de linha, o Bravo T-Jet também já vem bem completinho. Destaque para os itens de segurança: airbag duplo, ABS, controle de estabilidade e de tração são de série. Ele ainda vem com ar-condicionado dual zone, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, rodas de liga leve de 17 polegadas e banco do motorista com regulagem de altura. Já a lista de opcionais é quase tão extensa quanto. Estão lá airbags laterais, de cortina e para o joelho do motorista, GPS com tela de 6,5 polegadas, teto solar, bancos revestidos parcialmente em couro, entre outros. Equipado como estava o modelo testado, o preço sobe para R$ 85.937. Aí, não existe bom desempenho nem visual bonito que ajudem a acelerar as vendas.

Ponto a ponto

Desempenho – É o maior apelo desta versão do Bravo. E o médio se dá muito bem nesse quesito. Os 152 cv do motor e principalmente o torque de 21,1 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm deixam o hatch bem esperto. E quando o Overbooster é ativado e o torque sobe para 23 kgfm – a potência se mantém, mas chega em rotações menores –, o T-Jet atinge o seu melhor desempenho. Com ele ativado, o zero a 100 km/h fica na faixa dos 9 segundos. Outro ponto positivo do Bravo T-Jet é o câmbio manual de seis marchas. Importado da Itália, é o melhor câmbio que a marca italiana oferece no Brasil, com engates curtos e precisos. Nota 9.
Estabilidade – O Bravo é um carro bom de curvas. E a versão T-Jet melhora tudo isso. Com uma suspensão mais rígida, o hatch da Fiat apoia muito bem no chão, mantendo boa aderência em quase toda situação. Nessa versão, o carro ainda dispõe de controle de estabilidade, para corrigir a trajetória em caso de exageros. Nas retas, até a faixa dos 160 km/h, o carro se mostrou muito preciso. Nota 9.
Interatividade – Os comandos são muito intuitivos e facilitam a vida a bordo do Bravo. O banco do motorista e a coluna de direção têm ajustes verticais e horizontais, o que facilita a tarefa de achar a melhor posição de dirigir. O câmbio tem engates precisos, mas ligeiramente ásperos. Já o rádio, até tem boas funções, mas o seu funcionamento é confuso demais. Além disso, a direção elétrica parece neutralizar muito as ações do motorista. Um pecado quando a proposta é ser um esportivo. Nota 7.
Consumo – O Bravo T-Jet marcou uma média de 8,7 km/l de gasolina em circuito misto. O Inmetro ainda não tem medições da versão específica. Nota 6.
Tecnologia – O motor com turbo rende ótima potência para um propulsor de apenas 1.4 litro. A plataforma é uma evolução da que era usada no antigo Stilo, portanto, mais moderna. Destaque também para a lista de equipamentos, bem completa, com airbag duplo, ABS e controle de estabilidade de série. Nota 8.

Conforto – A suspensão mais rigida nessa versão faz com que o rodar do Bravo T-Jet não seja dos mais suaves. As pancadas são passadas para o interior sem muita cerimônia e chacoalham a cabine. A roda de 17 polegadas, calçadas com pneus de perfil baixo, ajudam nessa rigidez. O espaço interno é apenas decente. Quatro adultos e uma criança viajam com boa dose de conforto. Nota 6.
Habitabilidade – O interior do Bravo é espaçoso e entrar e sair do carro não é um grande problema. Atrás, o caimento do teto traz alguma dificuldade para os ocupantes maiores. Existe uma boa oferta de porta-objetos na cabine. O porta-malas leva 400 litros, mas tem a boca muito estreita, o que dificulta o seu uso. Nota 7.
Acabamento – Grande parte do painel é revestida por um material de ótima qualidade, emborrachado e que tenta lembrar o visual da fibra de carbono. O console central ganha um plástico rígido de boa qualidade e bem encaixado. A versão T-Jet adiciona detalhes interessantes por dentro, como as costuras vermelhas e as pedaleiras esportivas. Nota 8.
Design – O Bravo já é um carro muito bonito. Com linhas harmoniosas e suaves, é um hatch médio que se impõe e chama a atenção pelo visual. A configuração esportiva aumenta esse efeito. As rodas de 17 polegadas e o imenso teto solar que estava na versão testada são bons argumentos a favor do hatch e deixam o desenho bem mais agressivo. Nota 8.
Custo/beneficio – Dentro da linha do Bravo, a versão T-Jet até faz algum sentido no ponto de vista financeiro. Afinal, custa R$ 2.470 a mais que a Absolute Dualogic e R$ 5.470 a mais que a variante com câmbio manual. E por isso, adiciona um comportamento bem esportivo, acabamento melhorado e visual inspirado. Além disso, não tem muitos concorrentes na linha dos esportivos – e o principal rival está “dentro de casa”. É o Punto T-Jet que, com o mesmo conjunto mecânico, custa R$ 5.320 a menos. Nota 7.
Total – O Fiat Bravo T-Jet somou 75 pontos em 100 possíveis.


Impressões ao dirigir

Evolução em curso


Basicamente, o Bravo é um carro muito agradável de dirigir. Estabilidade elogiável, motorização forte e interior bem acabado fazem dele um dos bons hatches médios do mercado. E quando se adiciona a essa mistura um comportamento mais esportivo, o resultado é bem divertido. Com um conjunto mecânico mais apurado, ele se torna ótimo no uso cotidiano e também em pistas livres.

Como em todo modelo “nervoso” que se preze, o destaque fica sob o capô. Está o elogiável motor T-Jet com 1.4 litro e turbocompressor. Quem faz a conexão dele com as rodas dianteiras é uma transmissão manual de seis marchas importada da Itália. E o casamento dos dois é muito feliz. Com engates precisos – embora ásperos –, o câmbio extrai o melhor do propulsor. Como a maioria dos turbinados, o torque máximo aparece em baixas rotações e continua pleno até quase a faixa de potência máxima. O resultado disso são acelerações vigorosas e retomadas animadoras. E fica melhor quando o botão Overbooster é pressionado, já que o torque sobe mais um pouco. Chega até ser divertido tentar sair do sinal com a função ativada e o controle de tração desligado sem cantar pneu.

A versão T-Jet ainda adiciona mais diversão ao Bravo nas curvas. A suspensão é endurecida e fica mais rígida. Com isso, o carro cola no chão, mesmo nas mudanças de direção. A sensação de segurança é ótima. Em retas, o carro também fica “pregado” ao chão. O lado negativo é que a direção é pouco direta pela assistência elétrica um tanto excessiva, que diminui um pouco a comunicação com as rodas.

No interior, as mudanças da versão T-Jet foram mais pontuais. São todas estéticas e servem para dar um apelo extra de esportividade. Caso das costuras dos bancos e do volante pintadas de vermelho, assim como os berrantes cintos de segurança, na mesma cor, enquanto as pedaleiras são de aço escovado. No resto, continua o acabamento que já agrada bastante no Bravo, com materiais de boa textura e bem encaixados.

Ficha técnica

Fiat Bravo T-Jet


Motor: A gasolina, dianteiro, transversal, 1.368 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando duplo de válvulas no cabeçote. Turbocompressor, intercooler, injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual de seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Possui controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 152 cv a 5.500 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 8,7 segundos.
Velocidade máxima: 206 km/h.
Torque máximo: 21,1 kgfm entre 2.250 e 4.500 rpm. Com o Overbooster ligado: 23,0 kgfm a 3 mil rpm.
Diâmetro e curso: 72 mm x 84 mm. Taxa de compressão: 9,8:1.
Suspensão: Dianteira do tipo McPherson com rodas independentes, braços oscilantes e barra estabilizadora. Traseira do tipo eixo de torção, com rodas semi-independentes e barra estabilizadora.
Pneus: 215/45 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Hatch em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,36 metros de comprimento, 1,79 m de largura, 1,48 m de altura e 2,60 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais de série e laterais, de cortina e de joelho para o motorista como opcional.
Peso: 1.370 kg.
Capacidade do porta-malas: 400 litros.
Tanque de combustível: 58 litros.
Produção:
Betim, Minas Gerais.
Lançamento na Europa:
2007.
Lançamento no Brasil:
2010.
Itens de série: Airbag duplo, ar-condicionado dual zone, direção elétrica rádio/MP3/USB/Bluetooth, volante multifuncional, rodas de liga leve de 17 polegadas, ABS, apoios de braço, banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, controle de estabilidade e de tração, Hill Holder – que auxilia nas partidas em ladeiras –, ponteira do escapamento cromada, sensor de estacionamento traseiro e trio elétrico.
Preço: R$ 68.950.
Opcionais: Faróis de xenon, teto solar panorâmico, rebatimento elétrico dos retrovisores, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, sensor de estacionamento dianteiro, rádio com tela de 6,5 polegadas com GPS integrado, airbags laterais, de cortina e de joelho para o motorista e bancos revestidos parcialmente em couro.
Preço completo: R$ 85.937.


Fonte: motordream.uol.com.br


Fiat pede trégua na guerra comercial entre Argentina e Brasil

Nova medida do governo argentino aumenta burocracia para importações e cria novas tensões entre os dois países
Fiat pede trégua na guerra comercial entre Argentina e Brasil

As tensões comerciais entre Argentina e Brasil já mobilizam a indústria automobilística, responsável por boa parte dos negócios envolvendo as duas maiores economias do Mercosul. As medidas protecionistas anunciadas pelo governo argentino, que quer aumentar as restrições para as importações, o que afetará diretamente o Brasil. Para evitar que o impasse repita o cenário do ano passado – quando veículos fabricados no país vizinho ficaram barrados na fronteira, por represália à medida do governo argentino em dificultar a entrada de produtos fabricados no Brasil –, o presidente da Fiat argentina, Cristiano Rattazzi, já se antecipou ao conflito e pediu um resgate do “espírito inicial do Mercosul”, como forma de recuperar a cooperação mútua entre os países.

A preocupação da Fiat argentina é justificável, já que a produção no país vizinho fica a cargo do hatch Palio Fire e do sedã Siena destinados ao mercado brasileiro. Além disso, a Argentina é a origem de 44% dos automóveis estrangeiros trazidos para o Brasil. Com a nova medida, o governo argentino pretende aumentar a burocracia em torno importação de produtos, insumos, matéria-prima e equipamentos. A partir de fevereiro, as empresas argentinas precisarão de autorização prévia do governo para trazer esses produtos para o país. Com isso, o governo do país vizinho quer diminuir o desequilibro na balança comercial.

O Brasil seria diretamente afetado, já que tem superávit comercial de quase US$ 6 bilhões com a Argentina. Ou seja, o Brasil exporta para o país vizinho mais do que importa. Em 2011, foram US$ 22,7 bilhões exportados para lá e US$ 16,9 bilhões importados da Argentina para cá. O principal temor da indústria argentina é que a nova medida desencadeie uma série de represálias do governo brasileiro, o que poderia acarretar mais impasses entre o comércio praticado pelos dois países. A indústria automobilística, em consequência, poderia enfrentar mais imbróglios como os vistos em 2011.

Fonte: motordream.uol.com.br


Veja para não crer - Audi R8 transformado em limusine!

Empresa do Reino Unido esticou o esportivo para criar a limusine mais rápida do mundo

Veja para não crer - Audi R8 transformado em limusine!

Se uma versão mais longa do Fiat 500 já parecia estranha, que dizer de um R8 alongado? A Limo Broker, empresa de aluguel de limusines no Reino Unido, esticou um dos esportivos mais desejados do mundo. Segundo a empresa, isso permite que a experiência do Audi R8 seja levada a grupos maiores.

O R8, com capacidade para apenas 2 passageiros, passou a poder levar até 8 pessoas. Essa seria, de acordo com a Limo Broker, a limusine mais rápida do mundo (quem alugá-la vai poder chegar com estilo, e em alta velocidade). Na lista de super limusines, a Limo Broker oferece também uma Ferrari 360 Modena para 7 passageiros.

O veículo está em produção na Carbonyte UK, empresa especializada na fabricação de carros sob encomenda. A principal mudança foi a da localização do motor, que passou para a dianteira do carro. A previsão é que o Audi R8 esticado chegue às ruas dentro de três ou quatro meses.







Fonte: motordream.uol.com.br

Ford investirá US$ 149 milhões para produzir EcoSport na Índia

Utilitário compacto desenvolvido no Brasil com vocação global chega ao mercado indiano ainda este ano

Ford investirá US$ 149 milhões para produzir EcoSport na Índia

A segunda geração do EcoSport foi desenvolvida no Centro de Engenharia da Ford em Camaçari, na Bahia, mas não irá ficar restrita às fronteiras brasileiras. A vocação global do novo utilitário compacto pôde ser conferida na apresentação do modelo, que ocorreu simultaneamente em Brasília e no Salão de Nova Déli, na Índia. Não por acaso, o mercado indiano é uma das prioridades da Ford com o seu novo jipinho. A marca do oval azul irá investir US$ 149 milhões na produção do EcoSport na fábrica de Chennai, no sul do país asiático.

A produção do EcoSport indiano ficará a cargo da fábrica de Nagar Maraimalai, que ganhará o aporte de mais 400 funcionários em seu quadro de trabalhadores. A mesma unidade já havia recebido investimento de US$ 72 milhões no ano passado, para dar início à produção do New Fiesta. A capacidade anterior, de 250 mil veículos pro ano, deve atingir o patamar de 330 mil unidades anuais no segundo semestre deste ano. A unidade é responsável também pela produção do utilitário Endeavour e dos compactos Fiesta Classic e Figo.


A Ford também criou um centro de negócios em Chennai, com extensão em Coimbatore, que inclui serviços como contabilidade, apoio financeiro à rede de distribuidores, desenvolvimento e engenharia e análise de mercado. As operações da Ford na Índia movimentam, no total, cerca de 10 mil funcionários. No país, o novo EcoSport será equipado com um motor de três cilindros EcoBoost, com 1.0 litro de capacidade mas desempenho correspondente ao propulsor 1.6, com gastos mais eficientes. Haverá ainda um motor diesel de 1.5 litro.

Fonte: motordream.uol.com.br

McLaren estaria preparando esportivo com KERS

Tecnologia das pistas daria mais potência ao carro


A McLaren causou furor no mundo dos superesportivos com o MP4-12C, mas parece que a marca quer sacudir ainda mais o universo dos bólidos de alto desempenho.

Segundo informações da imprensa britânica, a empresa prepara um legítimo sucessor para o icônico F1, que povoou o imaginário dos motoristas na década de 90. O veículo seria um rival à altura dos milionários Bugatti Veyron e Pagani Huayra e teria o mesmo motor 3.8 V8 com dois turbocompressores do 12C. O motor, no entanto, seria preparado para render 799 cv.

Uma novidade interessante poderia equipar o novo esportivo: uma versão “de rua” do KERS, o Sistema de Recuperação de Energia Cinética usada nos carros de F-1. Com a mesma tecnologia das “flechas prateadas” pilotadas por Lewis Hamilton e Jenson Button, o esportivo aproveitaria a energia desperdiçada nas frenagens para acumular uma reserva de potência, que estaria à disposição do motorista ao toque de um botão.

O novo McLaren seria o primeiro superesportivo a usar esta tecnologia, já que Ferrari, Porsche e Jaguar ainda estão desenvolvendo o KERS para carros de passeio.

Fonte: quatrorodas.abril.com.br


Renault registra Lodgy no Brasil

Minivan da Dacia deve ser produzida no PR


O próximo lançamento da Renault já tem nome definido. A marca registrou o nome da minivan Lodgy junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). O futuro lançamento será apresentado oficialmente pela Dacia durante o Salão de Genebra, que abre suas portas para o público em março.

A Lodgy será o terceiro produto da parceria Renault-Dacia e chegará ao Brasil para preencher a lacuna deixada pelas minivans Scènic e Grand Scènic – a primeira era produzida no país, enquanto a segunda foi importada da Europa. O exemplo a ser seguido será da Nissan Livina, que oferece espaço para cinco ou sete passageiros. O modelo pode usar motorizações 1.6 16V e 1.8 16V, ambas flex, que já são aproveitadas em outros carros da aliança Renault-Nissan.



Sua produção deve acontecer na fábrica de São José dos Pinhais (PR). A Lodgy será um dos lançamentos que vão sacudir o segmento de minivans, já que a Chevrolet prepara um novo modelo para substituir, de uma vez só, a dupla Meriva e Zafira.

Fonte: quatrorodas.abril.com.br

Investigações sobre incêndio no Chevrolet Volt concluem o caso

Órgão dos EUA aponta que veículo não apresenta maior risco de incêndio do que carros à gasolina


O caso sobre incêndio no Chevrolet Volt foi concluído. O Órgão nacional de segurança no trânsito dos EUA, o NHTSA, que cuidou das investigações, informou que as baterias do plug-in não representam um risco significativo de incêndio em batidas. As investigações começaram no final de 2011, depois que o veículo pegou fogo em testes de colisão realizados pelo órgão.

Depois de oito semanas de investigação, o NHTSA informou em comunicado que "não acredita que o Volt ou outros veículos elétricos representam um maior risco de incêndio que veículos movidos a gasolina".

O órgão também comentou o fato da GM ter anunciado mudança nas baterias do veículo no começo de janeiro. O departamento considera que as mudanças vão "reduzir o potencial" de pegar fogo no Volt depois de uma colisão.

Fonte: quatrorodas.abril.com.br


Volkswagen produz 1 milhão de Voyage

Com três décadas de história, sedã bate recorde de produção no Brasil e continua como um dos líderes do segmento


Nesta segunda-feira (23), a Volkswagen divulgou a marca de 1 milhão de unidades produzidas do Voyage no Brasil. O três volumes – que é a versão sedã do Gol - começou a ser produzido em 1981, com motor a álcool ou gasolina, nas opções S (Super) e LS (Luxo Super). Segundo a marca, o Voyage está entre os oito modelos mais vendidos do Brasil.
Em 2011, por exemplo, foram emplacadas 87.225 unidades do sedã compacto. Representando uma alta de 5,46% com relação a 2010. Segundo a Volkswagen, desde 1981 (ano de lançamento do Voyage), 305 mil modelos foram exportados.

Volkswagen Voyage

Recorde na VW: 1 milhão de Voyage produzidos

Atualmente, o carro é encontrado equipado com motor 1.0 e 1.6. O modelo mais barato sai por R$ 32.570 e o mais caro, com motor 1.6 e câmbio automatizado I-Motion, sai por R$ 44.340. Mesmo com o – já conhecido – preço salgado da Volkswagen, o Voyage é, indiscutivelmente, uma ótima opção para aqueles que procuram um sedã médio.
Fora do Brasil
O Voyage marcou diversas gerações, desde a época de seu lançamento. Porém, ele não é conhecido por esse nome em todos os 15 países que recebem sua importação. Na América do Sul, América Central e México, o Voyage é batizado de Gol Sedã (por que será?). Na América do Norte, as pessoas compram o Fox ao invés do Voyage. O sedã também passou pelo Egito, Haiti, Bahamas e Angola.

Fonte: carros.ig.com.br


Vídeo: Chevrolet Omega CD 3.0

Garagem do Bellote TV (HD): Omega CD 3.0.

Volwagen lança compacto up! de 4 portas na Europa

Versão mais versátil do carro já está disponível na Europa por R$ 23.500


O pequeno Volkswagen up! agora também tem opção de carroceria quatro portas. Anunciado pela montadora nesta segunda-feira (23), o compacto com mais acessos para os passageiros já pode ser encomendado na Europa por €10.325 (cerca de R$ 23.500), o que representa um aumento de € 475 (R$ 1.080) em relação ao modelo duas portas.

Segundo a fabricante, a parte mecânica do up! 4P é idêntica a da versão 2P, com opções de motor 1.0 três cilindros (gasolina) de 60 cv ou 75 cv, ambos associados somente ao câmbio manual de 5 marchas – ainda não há opção automática.

Ao ganhar mais duas portas a porção traseira do up! foi levemente redesenhada. A linha de cintura dos vidros acabou estendida até a extremidade da lataria e os vidros laterais aumentaram. A reforma, entretanto, não alterou a capacidade de carga do veículo, que manteve o compartimento para 251 litros de volume de bagagem ou 951 l com os bancos traseiros rebatidos.




O up! 4 portas também mantém as mesmas opções de acabamento da série de entreia. As versões levam os nomes “take up!”, “move up!”, “high up!”, “black up!” e “white up!”, todas escritas em letras minúsculas e com ponto de exclamação. Os principais itens opcionais para o veículo são a navegação por GPS, aparelho de som com tela touch screen e o sistema de frenagem de emergência (City Emergency Braking), que realiza frenagens automáticas a até 30 km/h, evitando colisões ou reduzindo a força do impacto, quando este for inevitável.

Ao ganhar mais duas portas, a lateral do up! foi levemente redesenhada e os vidros ficaram maiores.



up! no Brasil!

A previsão de chegada do novo carrinho da Volkswagen no Brasil não é das melhores. Segundo apurou o iG Carros, o up! deve estrear no mercado brasileiro somente em meados de 2014, mas já com produção nacional – o modelo é cogitado para estrear a nova fábrica da marca no país, possivelmente no estado do Pernambuco. Embora a marca ainda não confirme, é provável que o valor do carro comece em cerca de R$ 28.000.




Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br

BMW deverá construir nova fábrica em Santa Catarina

De acordo com publicação especializada alemã, unidade montará veículos a partir de 2014


A busca da montadora alemã BMW por uma nova unidade de montagem no Brasil favorece o Estado de Santa Catarina, afirmou a revista Automobilwoche, em uma divulgação antecipada de sua mais recente edição, citando fontes.

Todos os sinais apontam em direção à escolha de Santa Catarina, afirmou a fonte, segundo a publicação, acrescentando que a unidade montará veículos a partir de 2014. Um porta-voz da montadora se recusou a comentar a reportagem. Uma decisão oficial da companhia será feita em breve, disse a revista, após examinar 26 locais para a unidade, incluindo São Paulo. Os custos dos salários representaram um papel decisivo na escolha de Santa Catarina, segundo o jornal. As informações são da Dow Jones.


Toyota Hilux flex: lançamento está próximo

Segundo concessionárias, preço deverá partir de R$ 79 mil para a versão com câmbio manual


A linha 2012 da Hilux foi lançada no final do ano passado com um leve tapa no visual para segurar o "tranco" que a Chevrolet e a Ford irão dar no segmento com as novas gerações de S10 e Ranger. No entanto, a marca japonesa ainda reserva uma novidade, que chegará nos próximos meses. Trata-se do novo motor 2.7 VVT-i bi combustível.

A montadora já aperta o passo para que o lançamento desse bloco aconteça logo, tanto que, segundo algumas lojas, a produção da versão a diesel foi suspensa para que a estréia do bloco flex aconteça até o final de fevereiro.

Mas o fato mais importante diz respeito ao preço da Hilux flex. A Toyota não havia revelado os valores das versões com motor bicombustível, mas segundo revendas da marca em São Paulo, os preços deverão partir de R$ 79.000 para a picape com transmissão manual e R$ 89 mil com câmbio automático.

Ainda de acordo com os concessionários, o motor a diesel deve ter sua produção normalizada até o final do mês de abril. Agora é aguardar o lançamento e ver se a Hilux resiste aos novos modelos GM e Ford que entrarão no ringue das picapes médias no Brasil.

Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br