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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Chinesa Chery lança primeiro modelo flex da marca no Brasil

Hatch compacto S-18 tem preço sugerido de R$ 31.990.

Modelo vem com ar-condicionado e direção hidráulica de série, entre outros.

Chery S-18 vem com motor flex (Foto: Divulgação)

A Chery anunciou nesta sexta-feira (6) o lançamento do hatch compacto S-18 no Brasil, que é o primeiro carro bicombustível da marca chinesa. O preço sugerido para comercialização do S-18 no mercado brasileiro é R$ 31.990. Por este valor, o carro fica posicionado acima do QQ, que sai por R$ 24.990.


A plataforma do S-18 servirá de base para um dos carros que serão produzidos na futura fábrica da Chery no Brasil, que é construída em Jacareí, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada pela Chery.

O modelo é equipado com motor 1.3 ACTECO Flexfuel de 16V. Ele produz potência máxima de 91 cv (etanol) e 90 cv (gasolina) a 5.600 rpm e torque de 13,15 kgfm (etanol) e 13 kgfm (gasolina) a 4.600 rpm. A transmissão é manual de cinco marchas. De acordo com a fabricante, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 16 segundos e atinge velocidade máxima de 150 km/h.


De série, o Chery S-18 traz ar-condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos, painel digital, desembaçador traseiro, volante e farol com regulagem de altura e rádio AM/FM com CD player MP3 com porta de entrada USB, localizada no interior do porta-luvas do veículo.

Plataforma do Chery S-18 será base para carro produzido no Brasil (Foto: Divulgação)
Plataforma do Chery S-18 será base para carro produzido no Brasil

O compacto oferece ainda porta-objetos abaixo da coluna de direção, porta-copos entre o câmbio de marchas e a alavanca de estacionamento e apoio de descanso para o pé esquerdo ao lado do pedal de embreagem. Além disso, a abertura do porta-malas e da tampa do tanque de combustível pode ser acionada internamente pelas alavancas localizadas à esquerda do banco do motorista.


Chery S-18 tem motor 1.3 (Foto: Divulgação)

O carro é equipado com airbag duplo frontal, freios ABS com EBD, luz de neblina traseira, brake light, barra de proteção lateral e cintos de segurança dianteiros e laterais traseiros de 3 pontos com pré-tensionador e central de 2 pontos.

Design do novo Chery foi desenvolvido na Itália (Foto: Divulgação)

O S-18 tem 3,60 m de comprimento, 1,58 m de largura e 1,52 m de altura. A distância entre-eixos é de 2,3 m e o peso em ordem de marcha é de 1.028 kg.


A capacidade do tanque de combustível é de 43 litros e a do porta-malas de 160 litros, que pode ser ampliada para 492 litros com o rebatimento dos bancos traseiros.

O design foi criado no Estúdio Italiano Torino e tem como destaque o acabamento interno. As linhas internas acompanham os traços arredondados do carro. Assim, em forma de arco, o painel multifuncional ganha destaque pela tela de LCD, no mesmo formato.

Fonte disponível no(a):globo.com

Volkswagen anuncia recorde de vendas em 2011

Na Índia, houve aumento de 151% e na Rússia de 100%

volkswagen fábrica eua (Foto: Billy Weeks/Reuters)
                                            VW - EUA

A Volkswagen anunciou nesta sexta-feira (6) que bateu seu recorde anual de vendas com 5,1 milhões de veículos no mundo, uma alta de 13% sobre 2010. "Carros como o Passat, o Jetta e o Beetle, assim como o Up!, conseguiram um ótimo início de vendas, apesar das dificuldades do mercado, que continuará complicado até 2012", diz Christian Klingler, da diretoria de vendas da montadora.


Pela primeira vez, a Volkswagen chegou à marca de 1,72 milhão de veículos vendidos na China, incluindo Hong Kong, o que também representou um aumento de 13% sobre 2010. A montadora alemã também destacou seu desempenho na Índia, onde conseguiu crescer 151% com a venda de 76.100 veículos. Na Rússia, foram comercializadas 118 mil unidades, com um forte crescimento de 100,4% sobre o ano anterior.

Nos Estados Unidos, as vendas totalizaram 324.400 veículos, uma alta de 26,3%.

Na região de Ásia/Pacífico, a alta foi de 16,6%, com um total de 1,93 milhão de unidades emplacadas.
Na Europa, houve aumento de 11,2%, com 1,72 milhão de unidades comercializadas.
Na América do Norte, as vendas subiram 22,2%, com 496.700 unidades. Na América do Sul, o crescimento foi menor, de 2,2%, com 772.800 vendas.

Fonte disponível no(a):globo.com

Vídeo: Bugatti Veyron Super Sport na rua

Bugatti Veyron Super Sport, um carro tão impressionante e ainda mais incrível é encontrá-lo entre um Pagani!




Novo vídeo oficial do Toyota GT 86

Um vídeo para os fãs do Toyota GT 86.


Peugeot lança a minivan 5008 e o conversível 308 CC na Argentina

Novidades serão importadas diretamente da Europa.

Enquanto no Brasil a Peugeot finaliza os preparativos para o lançamento do 308, na Argentina a marca já investe em outras novidades. A marca aproveita a temporada de verão para promover a chegada da minivan 5008 e do conversível 308 CC.


O 5008 lembra um velho conhecido dos latino-americanos: trata-se de um Citroën Grand C4 Picasso com a identidade da marca do leão. A minivan é importada da Europa e, por enquanto, será vendida apenas com a motorização 1.6 turbo de 156 cv, usada no crossover 3008 e no cupê RCZ, e câmbio manual de seis marchas. Futuramente, a tendência é que a Peugeot ofereça versões com transmissão automática e motores a diesel.


De série, a versão de entrada Allure tem freios ABS, controles de estabilidade e de tração e seis airbags. A opção Allure Plus acrescenta ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura, teto solar panorâmico, head-up display (que projeta as informações do painel no para-brisa), sensor de estacionamento e sistema de entretenimento com duas telas de sete polegadas para distrair quem viaja na segunda fileira de bancos. A 5008 Allure custa 164 mil pesos e a versão Allure Plus (ou 70.600 reais) sai por 185 mil pesos, cerca de 79.640 reais.


A segunda novidade da Peugeot tem a cara do verão. O 308 CC é uma profunda reestilização do 307 sem capota, que já era vendido na Argentina – e também no Brasil. A dianteira tem traços que remetem ao 308 hatch, com direito até as luzes diurnas com iluminação por LEDs no para-choque frontal. A dupla motor-câmbio é a mesma aplicada no 5008, mas sem a opção de transmissão automática Tiptronic – até então oferecida no 307 CC.


Entre os equipamentos de série, o conversível é recheado com freios ABS, controles de tração e estabilidade, santantonio que se ergue automaticamente na iminência de um capotamento, faróis bixenon direcionais, ar-condicionado digital com duas zonas de temperatura, rodas de liga leve de 17 polegadas e seis airbags. O 308 CC tem preço sugerido de 214.900 pesos, ou aproximadamente 92.500 reais.


Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br


Mercedes-Benz mostra foto comemorativa de 10 mil carros vendidos no Brasil

Mercedes-Benz Making of: 10 mil automóveis.


Para mostrar os bastidores de como a Mercedes-Benz fez a foto comemorativa de 10.000 carros vendidos no Brasil, a marca alemã preparou um makinf of em vídeo muito interessante. Confira a seguir.


O vídeo mostra todo o trabalho de alinhamento dos carros para compor o número 10.000 em seu estacionamento.



Camaro supera Mustang novamente em vendas nos EUA

 Cupê da GM aumenta vantagem em relação ao arquirival da Ford.


A rivalidade entre Camaro e Mustang já completa cinco décadas. Pelos números de vendas de 2011, o cupê da GM ficou na frente do concorrente por uma margem até maior que a registrada no ano anterior. Foram vendidos 88.249 unidades do Camaro nos Estados Unidos, ante 70.438 Mustangs (em 2010, o placar foi a favor do GM foi: 81.299 contra 73.716).


A briga entre os dois não tem data para terminar. Ambas as fabricantes já preparam as novas gerações dos seus cupês. Por enquanto, na guerra de potências, nas versões V6, o Camaro está na frente: 323 cavalos, ante 305 cv do Mustang. O contra-ataque da Ford vem na opção topo de linha, a Shelby GT500, de 650 cavalos, potência maior que os 580 cv do ZL1. Camaro e Mustang têm histórias que começaram nos anos 60, clique nos links correspondentes acima para conferir mais detalhes e imagens de versões clássicas.


Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Vendas de carros flex caem pela primeira vez

Segundo relatório da Anfavea, queda foi de 1% em 2011 em relação ao ano anterior.




Balanço da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) aponta uma diminuição de 1% nas vendas de carros equipados com motor flex em 2011 em relação ao ano anterior (2,87 milhões para 2,84 milhões). O principal motivo dessa retração, depois de sete anos consecutivos, segundo a entidade, fica por conta das medidas macroprudenciais adotadas pelo governo para desaquecer a economia, entre as quais se destacam as regras mais rígidas para liberação de crédito, o que estimulou a compra de modelos mais caros, com motores a gasolina ou a diesel.

Apesar do aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o que também contribuiu para queda dos modelos flex foi a maior procura por importados, já que 23,6% dos veículos licenciados em 2011 não foram produzidos no Brasil. A chegada de novos modelos chineses e coreanos, ainda sem a tecnologia flex, bem como o crescimento das vendas de importados Premium, também são fatores que contribuíram para a leve queda nas vendas de modelos com motor bicombustível, que funcionam com etanol ou gasolina, puros ou misturados em qualquer proporção.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Citroën oferece nova combinação de cores para o DS3

O magenta entra na lista de opções e pode ser combinado com a carroceria branca ou preta.


A mais recente vedete do mercado nacional é o Citroën DS3, que já teve passaporte confirmado para o Brasil para o 1º semestre de 2012. Já presente na Argentina, o simpático modelo ganhou uma versão mais feminina por lá. Agora, quem comprar o compacto premium pode optar por combinar o branco ou o preto da carroceria com detalhes em magenta.


A nova cor aparece no teto, spoiler traseiro, retrovisores laterais e no centro das rodas. Já na cabine, o magenta colore detalhes do painel e contribui para aumentar a personalidade do charmoso compacto francês.

Com a adição do magenta à lista de cores, os argentinos têm 9 combinações de cores possíveis: branco com teto preto, vermelho com teto branco, carroceria vermelha e teto preto, azul com teto preto, carro preto com teto branco, cinza com teto bordô, e as novas branca com magenta e preto com magenta, além da versão preta com retrovisores cromados.

O DS3 chegará ao Brasil em breve, e fica no ar a dúvida: será que o magenta virá também?


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Relembre os carros que foram lançados em 2011

Apesar de vendas crescerem pouco, a participação de carros mais sofisticados se amplia muito em 2011.


A alta foi a esperada: um volume apenas 3,3% maior de vendas em relação ao ano passado. Depois de tudo contabilizado, a previsão da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores – é que serão 3,63 milhões de carros. Mas esses números frios contam apenas parte da história. Mais importante que o volume, foi a mudança na forma de comprar carro no Brasil. Os lançamentos, e consequentemente as vendas, mostraram que a Era dos Populares, em que hordas de modelos 1.0 invadem as ruas, começa a dar os primeiros sinais de arrefecimento. A tendência é que saiam das lojas carros mais equipados e de motorização mais potente. “Como a situação financeira melhorou, existe a chance e a preocupação de o consumidor buscar algo mais requintado” realça Daniel Gaspar, sócio da consultoria At Kearney, que analisa o mercado automobilístico.


Alguns números de vendas ilustram este amadurecimento do mercado nacional. Na separação entre automóveis de passeio e comerciais leves, 2011 representou um grande crescimento para o segundo grupo – formado em grande parte por utilitários esportivos e picapes. Os automóveis ganharam quase 2% nas vendas, enquanto os comerciais tiveram expressivos 15% de alta. Na divisão por motorização, a preferência por carros maiores e mais completos é ainda mais clara. Entre os modelos até 1.0, aconteceu uma queda de cerca de 13%. Na faixa que fica entre 1.0 e 2.0, a alta foi de quase 9%, enquanto que nos carros acima de 2.0, o crescimento foi na faixa dos 12%. Entre os associados da Anfavea – marcas que produzem carros no Brasil –, 2011 foi a primeira vez, desde 1995 – primórdios dos modelos populares –, que a participação dos carros “mil” ficou abaixo da metade. “A faixa de consumidores que compra carros entre R$ 45 mil e R$ 90 mil foi a que mais se mudou de comportamento. Eles partiram para uma análise mais ampla, que leva em conta equipamentos, itens de conforto, segurança, entre outros. Antes era uma escolha muito mais emocional”, analisa Marcos Munhoz, da vice-presidente da GM do Brasil.

                               JAC J3

Para sustentar esse aumento de demanda, o Brasil precisou continuar a ser palco de diversos lançamentos. No total, o número de novos veículos ou de carros reestilizados que passaram a ser vendidos aqui rondou os 50 modelos, isso sem contar novas versões de acabamento apresentadas. A Fiat, por exemplo, entrou no jogo dos utilitários esportivos com o Freemont, modelo que já é vendido com sucesso na Europa. Do outro lado, a requintada Audi abaixou o seu preço e aumentou o seu alcançe ao comercializar o hatch compacto A1, por menos de R$ 90 mil.


Nessa faixa de preços mais badalada, a bola da vez de 2011 foi o segmento de sedãs médios. A Renault entrou na briga com o Fluence, modelo feito na Argentina que aposta no bom espaço interno e no custo/benefício. A compatriota Peugeot teve uma proposta semelhante com o 408, que trouxe a marca de volta aos médios. A Volkswagen aumentou o Jetta, mas reduziu o seu preço para fazê-lo ganhar ainda mais competitividade. A Chevrolet tirou o atraso ao lançar o Cruze, modelo que é vendido em 70 países e desde 2008 já vendeu mais de um milhão de unidades no mundo. Além disso, o líder do segmento, Toyota Corolla, foi reestilizado e Hyundai iniciou a comercialização do Elantra. A Honda não quis ficar de fora da movimentação e apresentou a nova geração do Civic, que só chega às lojas em janeiro. E isso foi o suficiente para derrubar as vendas do modelo antigo. Com tantas novidades, obviamente a participação do segmento aumentou bastante. Este ano é esperada a venda de 200 mil unidades de sedãs médios. No ano passado foram 176 mil. Há cinco anos, em 2006, foram 108 mil unidades.

                               Audi A1

Destaque também para os utilitários esportivos. Foram diversos lançamentos que deixaram o segmento bem agitado. Conhecida exatamente por sua qualidade entre os SUVs, a Land Rover foi uma das que mais se movimentou. Trouxe o Range Rover Evoque e seu desenho arrojado e ampliou a linha do Freelander 2 com uma versão a diesel. Além da Fiat, com o Freemont, a Renault também marcou a sua entrada no setor com o Duster. O modelo parrudo logo ganhou apelo com o público e já conseguiu desalojar o Ford EcoSport da liderança. Para a Volkswagen, foi tempo de renovar os seus jipes. Touareg ganhou geração nova, maior e mais equipada e Tiguan foi reestilizado para tentar manter o bom desempenho de mercado. A evolução dos SUVs no mercado em 2011 foi na ordem de 22,6% em relação a 2010 e de espantosos 209% em relação a 2006 – respectivamente 238 mil, 194 mil e 77 mil unidades.


Uma olhada na lista de lançamentos mais marcantes do ano explicita outro aspecto: a importância dos carros importados. De acordo com a Anfavea, a previsão é que 23% dos carros vendidos no Brasil em 2011 sejam fabricados fora do país. A título de comparação, em 2010, essa participação era de 18,8% e em 2009, 15,6%. O ano mostrou também que carro importado não é só aquele de luxo e muito caro. Fabricantes como JAC Motors, Chery e Kia comercializaram veículos em preços bem competitivos em relação aos nacionais. Destaque para o J3, da JAC, que deixou a disputa dos hatches compactos muito mais feroz e trouxe o preço de alguns concorrentes nacionais para baixo. Eles elevaram a disputa no “miolo” do mercado brasileiro. “Isso acaba beneficiando o consumidor diretamente, principalmente na área da tecnologia. A chegada desses carros obriga as marcas que já estão instaladas no Brasil a acompanhar essas evoluções, pois para o comprador, agora existe um termo de comparação”, aponta Paulo Roberto Garbossa, consultor da ADK Automotive. As marcas premium também resolveram criar versões mais baratas de seus modelos e, assim, atingir uma parcela maior da população. O ano de 2011 também marcou a consolidação desse segmento em que os preços rondam os R$ 100 mil.

Entretanto, no segundo semestre, o governo federal aumentou o Imposto para Produtos Industrializados para os carros importados de fora do Mercosul e do México – países que mantêm acordos alfandegários com o Brasil. A justificativa foi que é preciso proteger a indústria nacional. Obviamente, a briga começou logo em seguida, com as marcas importadoras se defendendo ao dizer que não há invasão e que os veículos que vêm de fora do país pouco significam em termos de volume no mercado nacional. “No final, quem perde é o cliente. Afinal, ele fica sem a régua comparativa que alguns carros importados estabeleceram. Com a nova tributação, é impossível manter os atuais preços”, critica Leandro Radomile, diretor de vendas e marketing da Audi do Brasil.

                               Citroën C3 Picasso

Se no comportamento do consumidor a resposta foi diferente, o mercado nacional seguiu o que já era esperado. Isso quer dizer que o tal “milagre do crescimento” acabou. Bem diferente do que vinha acontecendo. Em cinco dos últimos sete anos, o crescimento do mercado ficou na casa dos dois dígitos. Isso não significa, no entanto, que o ano foi ruim para a indústria. Ao contrário: as fabricantes aumentaram as vendas de modelos mais caros e mais lucrativos. Além disso, diante de outros mercados, Brasil teve um desempenho interessante. A crise financeira internacional deixou o mercado europeu estagnado – exceto pela Alemanha, que está crescendo cerca de 10% – e os desastres naturais fizeram a indústria do Japão perder produção e vendas. No Brasil, o setor automobilístico segue crescendo mais que o PIB, que deve fechar o 2011 com uma alta em trono de 3%. “Não dava para continuarmos com um crescimento anual de dois dígitos. Tava na cara que uma hora isso ia cair. Para 2011, 5% seria uma alta perfeita. Crescer 3,5% não está ótimo, mas é bom”, pondera Marcos Munhoz. “O Brasil é um dos três principais mercados para o Grupo Volkswagen e isso demonstra a importância crescente de nossas operações. Vamos investir R$ 8,7 bilhões até 2016”, prevê Thomas Schmall, presidente da Volkswagen do Brasil.

O principal motivo da desaceleração foi a restrição ao crédito imposto pelo governo no final de 2010, ao restringir o número de mensalidades nas vendas a prazo. Isso reduziu o ímpeto do consumidor, que não conseguiu encaixar mais tão facilmente a mensalidade no seu orçamento. “Foi o crédito facilitado que ajudou a impulsionar a indústria nos últimos anos. Sem ele, fica mais difícil comprar. Além disso, chegamos a um ponto onde o mercado começa a ficar mais saturado”, ressalva Célio Hiratuka, professor do Instituto de Economia da Unicamp. “Estamos passando um momento de ajustes com relação ao fato de o governo querer voltar a estimular a economia. São movimentos de aproximação”, lembra Dario Gaspar, da At Kearney.

                               Land Rover Freelander 2 SD4

Vendas no Brasil

2011 - 3,63 milhões*

2010 - 3,51 milhões
2009 - 3,14 milhões
2008 - 2,67 milhões
2007 - 2,46 milhões
2006 - 1,93 milhão
2005 - 1,71 milhão
2004 - 1,58 milhão
*Estimativa


                               Mini John Cooper Works

Participação por motorização entre os fabricantes nacionais

2011
Até 1.0: 45,4%
De 1.0 a 2.0: 53,1%
Acima de 2.0: 1,6%

2010
Até 1.0: 50,8%
De 1.0 a 2.0: 48,0%
Acima de 2.0: 1,2%

2009
Até 1.0: 52,7%
De 1.0 a 2.0: 46,1%
Acima de 2.0: 1,3%

2008
Até 1.0: 50,6%
De 1.0 a 2.0: 47,9%
Acima de 2.0: 1,4%
                               Fiat Freemont

2007
Até 1.0: 54,0%
De 1.0 a 2.0: 44,6%
Acima de 2.0: 1,4%

2006
Até 1.0: 56,2%
De 1.0 a 2.0: 42,4%
Acima de 2.0: 1,4%

2005
Até 1.0: 55,3%
De 1.0 a 2.0: 44,1%
Acima de 2.0: 0,6%

2004
Até 1.0: 57,3%
De 1.0 a 2.0: 42,3%
Acima de 2.0: 0,4%


                               Ford New Fiesta hatch



Lançamentos automotivos de 2011

Janeiro:
Jeep Grand Cherokee

Fevereiro:
Chevrolet Celta
Chevrolet Prisma

Março:
Volkswagen Jetta
Fiat Uno Sporting
Toyota Corolla
Volvo S60
JAC J3
JAC J3 Turin

Abril:
Kia Soul Flex
Kia Sportage
Audi A7

Maio:
Volkswagen Passat
Volkswagen Touareg
Mercedes-Benz Classe C CGI
Citroën C3 Picasso
Land Rover Range Rover Vogue TDV8
Renault Sandero
Audi A1
Chery QQ

                               Chevrolet Cruze

Junho:
Land Rover Freelander 2 SD4
Kia Cadenza

Julho:
Ford Ka
MG6
MG550
Mini One
Volkswagen Polo

Agosto:
Volkswagen SpaceCross
Fiat 500
Land Rover Range Rover Evoque
Fiat Freemont
JAC J6
Audi R8 GT

Setembro:
Nissan March
Kia Picanto
Chevrolet Cruze
Ford New Fiesta hatch

                               Volkswagen Tiguan

Outubro:
Nissan Versa Peugeot RCZ
Audi A6
Volkswagen Tiguan
Ford New Fiesta Hatch
Renault Duster
Fiat Palio
Chevrolet Cobalt

Novembro:
Dodge Journey
Honda Civic
Toyota Hilux
Toyota SW4
Mitsubishi Lancer
Mitsubishi Lancer Ralliart


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Kia Motors prevê crescimento nas vendas de veículos compactos

Demanda por carros do segmento nos países emergentes crescerá 10% a cada ano.


A coreana Kia acredita que a demanda global por carros do segmento B, conhecidos no Brasil como compactos, crescerá ininterruptamente nos próximos anos, até atingir o patamar de 14 milhões de unidades em 2014. Em 2012, o volume de vendas da categoria deve ficar em torno de 9,2 milhões de carros. É uma boa notícia para modelos como Citroën C3, Ford Fiesta, Renault Clio, Opel Corsa, Volkswagen Polo e Fiat Punto, entre outros.


A principal explicação para este fenômeno é a mudança de comportamento do consumidor. Diante do aumento constante no preço dos combustíveis, a palavra de ordem do mercado automotivo é a opção por carros menores, mais econômicos e mais eficientes. Os mercados emergentes, como o Brasil, a Índia e a Rússia, irão contribuir decisivamente para esta conta: a demanda deve crescer, em média, 10% em cada mercado, passando de 3,8 milhões em 2012 para 8 milhões de compactos em 2014.

A principal aposta da fabricante asiática para acompanhar este boom do segmento B é o novo Rio. Afinal, a segunda geração totalizou mais de 860 mil unidades entre 2005 e 2011, sendo o terceiro modelo mais vendido da marca ao redor do planeta em 2010, com 219 mil unidades.

A nova geração, lançada este ano, terá a missão de consolidar a marca no mercado norte-americano, que também tem demanda crescente por compactos, e ainda reforçar a presença da Kia em países emergentes, como o Brasil. Apesar de ter o destino incerto após o aumento do IPI para veículos importados, o hatch compacto pode chegar ao mercado nacional no segundo semestre de 2012.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Setor de caminhões passa por revolução no Brasil

Em 2011, fabricantes de caminhões investiram pesado para se adequar às novas leis ambientais.


O mercado de caminhões passou por uma revolução em 2011. Como todos os fabricantes tiveram de se adequar às normas de emissões do Proconve P7 – o equivalente ao padrão Euro 5 europeu – poucas vezes inovações tecnológicas tão importantes foram introduzidas de uma só vez. E a maioria das marcas aproveitou a transformação obrigatória da gama de motores, que entra em vigor no primeiro dia de 2012, para reformular as suas linhas. Não é para menos. O crescimento econômico brasileiro continua na boleia do modal rodoviário e, de janeiro e novembro deste ano, foram vendidas 188.222 unidades entre caminhões e ônibus. Em todo o ano de 2010 foram 185.950 unidades vendidas. Os bons números atraíram investimentos industriais. Tanto de empresas que já atuam no país, quanto de estreantes como a holandesa DAF e as chinesas Sinotruk e Foton.


A apoteose desta transformação no mercado nacional foi a 18ª edição da Fenatran – principal evento de transportes da América Latina –, que aconteceu em outubro. O evento bienal confirmou o bom momento do mercado nacional e mobilizou 365 marcas e mais de 55 mil visitantes. É claro que as grandes novidades ficaram por conta dos sistemas de adequação às novas normas de emissões. A maior parte das fabricantes optou pelo SCR, que injeta pequenas quantidades de Arla 32 junto aos gases poluentes no catalisador, para transformar parte dos gases tóxicos em nitrogênio e vapor de água, inofensivos para o meio ambiente. Outra alternativa foi a adoção do sistema EGR, que recircula os gases criados na combustão dentro do catalisador, o que reduz a emissão de poluentes.


No segmento de extrapesados, novidades de peso. Entre elas, a chegada de uma nova marca: a MAN. A empresa alemã, que antes já atuava no Brasil com a marca Volkswagen, apresentou a primeira linha de caminhões em seu nome, a TGX. A fabricante também apresentou o pacote Advantech para todos os caminhões da Volks, que tiveram mudanças nas cabines e novos dispositivos eletrônicos. A MAN adotou as duas tecnologias, a EGR e a SCR, dependendo do modelo. No total, a Volkswagen apresentou 25 novos modelos em 2011. De olho na concorrência, a Mercedes mostrou o Actros, que passará a ser produzido no Brasil a partir de janeiro de 2012. O gigante de 456 cv passará a contar com câmbio automatizado PowerShift 2 de 12 marchas, sem pedal de embreagem e com sensor de inclinação da via. Outra novidade entre os extrapesados foi o lançamento do Stralis Active Space, da Iveco. O modelo, como o nome sugere, conta com amplo espaço da cabine e um painel exclusivo.


Focada nos pesados, a sueca Volvo apresentou os modelos 2012 das linhas FH, VM, FM e FMX. Todos os motores ganharam 20 cv de potência e melhora no consumo de combustível. A também sueca Scania – que atua no mesmo segmento – finalmente anunciou que irá trazer ao Brasil a sua plataforma mundial de motores, com novos 9 e 13 litros, que vai equipar o novo V8.


A Ford, por sua vez, atua em um leque mais amplo. A marca apresentou, em março, a nova linha Cargo, que se estende dos pesados aos médios e leves. Os norte-americanos ainda prometem invadir o segmento dos extrapesados no ano que vem. Os 12 modelos da linha 2012 terão três opções motores – todos Cummins com sistema SCR – de 4.5, 6.7 e 8.9 litros. Além da mecânica atualizada, a nova linha recebeu melhorias no acabamento interno e novo design. A International, que volta a vender no Brasil, apresentou o 9800i. E a DAF mostrou os modelos LF, CF e XF, sendo o maior deles o pesado XF105, com motor 12.9 litros, seis cilindros e 340 cv.


O mercado de caminhões leves ficou cheio de novidades em 2011. A Mercedes chegou com a linha Accelo, com as versões 815 e 1016, com capacidade de carga bem maior que o antecessor, o 710. A marca chinesa Changan mostrou o MiniStar CE e a Hyundai apresentou a linha HD, que chegou ao mercado em abril. São veículos montados sobre o mesmo powertrain, mas com tamanhos diferentes. O HD78 tem 6,7 metros de comprimento e capacidade de carga de 4.650 kg, enquanto o HD65 tem 6,17 metros e disposição para levar de 3.500 kg. A Agrale trouxe uma nova linha de caminhões – 6.500, 8.700, 10.000 e o médio 14.000 – com motores Euro 5. O destaque, porém, ficou com a italiana Iveco. Ela apresentou a nova geração de caminhões leves, médios e pesados, a Ecoline. E o sucesso foi tanto que a fabricante atingiu a melhor marca da história, ao vender 562 veículos durante os cinco dias do salão de transportes. O campeão de vendas da marca, o leve Iveco Daily, teve o interior redesenhado e agora possui alavanca de câmbio integrada e novo design.


A necessidade de novos caminhos para o trânsito das grandes cidades levou a indústria a apresentar uma grande variedades de soluções para o transporte coletivo. Só a Mercedes exibiu um portfólio de chassis com mais de 20 modelos. A brasileira Marcopolo apresentou o Viale BRT, montado no chassi articulado da Mercedes. O gigante pode chegar a 21 metros de comprimento e, como o nome já diz, está pronto para ser usado no sistema BRT – Bus Rapid Transit, ou Trânsito Rápido de Ônibus, que oferece qualidade de transporte ferroviário eficiente em linhas de ônibus exclusivas. O Rio de Janeiro se prepara para instalar o BRT antes das Olimpíadas e da Copa do Mundo que irá sediar.


A Scania modificou diâmetro e curso dos novos motores que equipam os ônibus da marca, além de aumentar a cilindrada. A Série F, linha de chassis com motor dianteiro, foi atualizada e passará a receber apenas o novo motor de 9 litros. A MAN inovou e lançou, em maio, o primeiro ônibus flex GNV/Diesel.


Outra novidade em 2011 foi o desenvolvimento de motores movidos a etanol. O primeiro modelo foi o extrapesado P270, da Scania. A Iveco também entrou na onda e apresentou o Trakker Bi-Fuel, com motor que permite redução no consumo do óleo diesel pela adoção do etanol, mas o protótipo ainda passará por testes. Na mesma ideia, a MAN mostrou o TGS 33.440, que também utiliza o conceito bi-combustível, igualmente em fase de testes.


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Novo Golf chegará ao Brasil só em 2013

Hatch médio vendido no Brasil finalmente trocará de geração após 13 anos.


De acordo com declarações do presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, ao jornalista mineiro Boris Feldman, do programa "Auto Papo", a sétima geração do hatch médio Golf pode chegar ao Brasil até 2013. O 7º Golf deve ser mostrado em Genebra, em março de 2012, mas será apresentado oficialmente apenas em Paris, em outubro.


O carro está estagnado há 13 anos na quarta geração no mercado brasileiro. Desta vez, o Golf que irá desembarcar por aqui deve ser o mesmo do Velho Continente. A produção deixará de ser na fábrica do Paraná e passa à planta de Puebla, no México. Os motivos são os altos custos de produção no Brasil e o fato de a plataforma MQB já ser produzida em solo mexicano.

O novo Golf terá design mais “clean”. O farol mais fino contará com leds e, no centro da grade dianteira, o logotipo da marca invadirá o para-choque e o capô. A larga coluna traseira, marca registrada do Golf, permanece. Na traseira, as linhas ficarão mais retas e marcadas. A lanterna invadirá a tampa do porta-malas. O painel do novo Golf – escuro, com pequenos detalhes prateados – será parecido com o do Jetta. Na versão topo, ele será dividido em duas partes por uma barra de aço escovado.

A motorização no Brasil será a mesma do Jetta – o motor 2.0 litros de 120 cv bicombustível e o 2.0 TSI de 200 cv, a gasolina. Além deles, o 1.6 já conhecido da linha Volkswagen também equipará o modelo. O preço deve partir de R$ 55 mil e chegar a R$ 80 mil para a versão topo de linha. Até lá, os brasileiros continuam comprando a “quarta geração e ½”, lançada em 2007 e que tem preços entre R$ 54.320 e R$ 71.370.



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Ford oferece guia online para novos motoristas

"Meu Primeiro Carro" ajuda a lembrar os proprietários de primeira viagem de cuidados importantes com o veículo, como a data das revisões.


Pensando nos motoristas de primeira viagem, a Ford lançou o guia “Meu Primeiro Carro”. O guia será disponibilizado na internet – em versão on line – e como aplicativo para iPhone, iPad e iPod Touch. A ideia surgiu depois de uma pesquisa ter revelado que o Ford Ka é o primeiro veículo de 40% dos compradores do modelo.


O guia tem dicas e informações úteis, principalmente no que diz respeito a prazos e valores dos impostos, taxas, revisões e atualizações de documentos. Esses itens também derivam da pesquisa feita pela montadora com consumidores do Brasil inteiro. A Ford queria saber quais as principais dúvidas dos novatos na direção.

A versão online do “Meu Primeiro Carro” está disponível para download no site da Ford Brasil, enquanto o aplicativo pode ser baixado de graça na APP Store. Quem optar pelo aplicativo contará também com um serviço de lembretes para datas importantes, como a da revisão, do licenciamento e da inspeção veicular, além de um localizador da concessionária da Ford mais próxima. Segundo a Ford, o aplicativo será logo disponibilizado para a plataforma Android.

O guia para os jovens motoristas é o segundo lançamento do tipo feito pela Ford neste mês. No começo de dezembro, a fabricante lançou o guia “Manutenção Fácil”. Voltada mais para o público feminino, a publicação faz parte da campanha “Eu tenho, eu cuido” e dá dicas de manutenção e funcionamento de partes do carro como as velas e a bateria, além de explicar alguns procedimentos realizados no carro, como balanceamento e alinhamento.


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Mini supera 5 mil unidades vendidas no Brasil

Gama inspirada pelo clássico inglês dos anos 1960 roda desde 2009 por aqui.


Desde abril de 2009, as ruas brasileiras ficaram um pouco mais carismáticas. Foi nesta época que a Mini começou suas operações no Brasil. Agora, a marca inglesa comemora o emplacamento de mais de 5.200 unidades dos seis modelos que compõem o portfólio atual por aqui.


O volume foi alcançado antes do prazo previsto originalmente, que era de três a quatro anos após o lançamento da marca no mercado nacional. A fabricante do grupo BMW já possui 20 concessionárias em quatro regiões do país.

Atualmente, a gama da Mini começa com a versão de entrada One, que parte de R$ 69. 950, até chegar à topo de linha Cooper S John Cooper Works, por R$ 149.950. Uma das diretrizes da marca no Brasil é deixar a gama sempre em dia com os lançamentos na Europa.

Um exemplo é a chegada do Mini Coupé, o mais recente, apenas um mês depois de sua estreia mundial. A variante cupê do carrinho retrô é oferecida em duas versões, por R$ 134.950 (122 cv) e R$ 149.950 (184 cv).

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Motos: confira as vendas por segmento em 2011

Mercado de motos apresenta sinais de recuperação em 2011 e fabricantes comemoram.


Definitivamente, a palavra de ordem para o mercado de motocicletas em 2011 foi otimismo. Os bons números de vendas apresentados durante o ano indicaram o reaquecimento das vendas, após três anos de consecutivas baixas, desde a crise de 2008. A quantidade de motos vendidas não só superou por ampla margem a de 2010, como já em novembro batia recordes. Com 1.930.432 unidades emplacadas no acumulado de janeiro a novembro, 2011 já era o melhor ano da história para o setor de duas rodas.

Consequentemente, o cenário positivo também incentivou os lançamentos no Brasil. O maior evento do segmento, o Salão Duas Rodas, que aconteceu em São Paulo no começo de outubro, foi o maior da história. E palco de várias estreias. Com motos que iam das "pererecas" mais simples aos topo de linha, todos os fabricantes procuraram acompanhar a retomada do crescimento. Entre as mais caras, a Harley-Davidson Dyna Switchback e a touring Kawasaki Concours 14 mostraram que até mesmo essa fatia do mercado apresenta boas perspectivas.


O maior rigor na liberação do crédito aplicado pelo governo em 2011, pode até ter dificultado as compras das classes C e D, mas não ofuscou o esplendor do ano de recorde. "Hoje o mercado cresce de forma mais consistente", como explica Roberto Akiyama, presidente da Abraciclo – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas e similares. Ainda assim, a expectativa de vendas para 2011 ultrapassa as 2 milhões de unidades – cerca de 15% a mais que em 2010. Nem mesmo o crescimento de apenas 0,6% de novembro em relação a outubro desse ano parece esfriar os ânimos com relação aos resultados positivos.

O único setor que ainda apresenta queda é o de exportações. A valorização do real frente ao dólar fez despencarem as vendas para o mercado externo em 2011, que deve fechar 3% abaixo de 2010, quando foram vendidas 69.209 unidades para fora do país. Ainda assim, houve um consideravel salto de 71,15% entre outubro e novembro. Em relação a novembro de 2010, o aumento chega a 36%, ainda que o acumulado de exportações do ano passado – 69.209 unidades – supere a expectativa de 67 mil motos para esse ano.


O Salão Duas Rodas ainda marcou o anúncio de fábricas instaladas aqui. Caso da chinesa Shineray, que inaugura sua unidade de produção em Suape, Pernambuco, já em 2012. De lá sairão, a partir de 2013, as pequenas Max e Explorer, com motores de 50 cm³ e 150 cm³ respectivamente, e foco claro no segmento das motos mais baratas. Além dela, a austríaca KTM também irá produzir suas motocicletas em Manaus, enquanto a italiana Ducati – que começa a trazer ao Brasil em 2012 a Streetfighter 848 importada – ainda estuda a possibilidade.

A BMW trouxe ao Brasil a G 650 GS Sertão, desenvolvida por engenheiros brasileiros, e que será fabricada nas instalações da marca também em Manaus. A motocicleta teve pequenas alterações na suspensão, que ficou mais robusta. A Dafra anunciou a produção das motos MV Agusta ainda em 2011. A F4, a Brutale 1090R e 1090RR começaram a ser fabricadas em Manaus, e a comercialização será iniciada em 2012. A marca brasileira ainda apostou em novos segmentos, com a Roadwin 250, com visual inspirado nas superesportivas, e com a Riva 150, uma naked com motor de 150 cm³.


Como era esperado, a região Nordeste ultrapassou a Sudeste e se tornou o maior mercado consumidor de motocicletas do país. É certo que a maior parte das unidades possuem motores de até 125 cilindradas, mas o crescimento local motivou a ida de novas fábricas para a região. Apesar de no Nordeste a prioridade ser as motos pequenas, todas as fabricantes também apostam nos segmentos maiores para lá. Além da Shineray em Pernambuco, a importadora brasileira Jonny Motorcycles irá montar sua primeira fábrica em Camaçari, na Bahia.

De todas as maneiras, 2011 tem sido um ano positivo para o mercado de motocicletas. A retomada no crescimento das vendas animou as fabricantes, que voltaram a investir em novidades para o Brasil, além da vinda de novas marcas e o início da operação local de outras. A gradual mudança no panorama indica um amadurecimento do mercado, onde as motos mais baratas aos poucos deixam de ser o foco das fabricantes, e as mais caras passam a ter mais visibilidade. Os bons resultados do ano só alimentam as expectativas para 2012, quando o mercado deve seguir a tendência ascendente para novos recordes de produção e venda.


Vendas por segmento

2007:
Até 150 cm³: 1.395.575 unidades
Entre 150 cm³ e 400 cm³: 192.585
Acima de 400 cm³: 11.997 unidades.

2008:
Até 150 cm³: 1.656.496 unidades
Entre 150 cm³ e 400 cm³: 201.914 unidades
Acima de 400 cm³: 21.285 unidades

2009:
Até 150 cm³: 1.401.555 unidades
Entre 150 cm³ e 400 cm³: 149.993 unidades
Acima de 400 cm³: 27.649 unidades

2010:
Até 150 cm³: 1.621.078 unidades
Entre 150 cm³ e 400 cm³: 167.940 unidades
Acima de 400 cm³: 29.031 unidades

Projeção para 2011:
Até 150 cm³: 1,85 milhão de unidades
Entre 150 cm³ e 400 cm³: 230 mil unidades
Acima de 400 cm³: 36 mil unidades.



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Jeep lança utilitário compass no Brasil

Utilitário norte-americano será o modelo de entrada da marca no mercado nacional.


Primeiro de muitos lançamentos do Grupo Chrysler em 2012, o Jeep Compass já começa a ser exposto hoje nas concessionárias de todo o Brasil. O utilitário esportivo chega com motor a gasolina de quatro cilindros com 2.0 litros e 156 cv. A eficiência é completada pela transmissão automática CVT, de relações continuamente variáveis. Além da chance de conhecer a novidade de perto, os clientes também já podem oficializar o interesse no modelo. Nova porta de entrada da marca no mercado nacional, o Jeep Compass terá as primeiras unidades entregues a partir de fevereiro. O preço ainda não foi definido, mas ficará abaixo de R$ 100 mil.


O Grupo Chrysler tem como meta para o próximo ano aumentar em 50% o volume de vendas no mercado brasileiro. Para tanto, já programou uma maratona de lançamentos para o país. Além do Compass, chegarão por aqui o sedã Chrysler 300C – versão topo do modelo, que ostenta o poderoso V8 de 5.7 litros –, o crossover Dodge Durango e a nova geração da picape 1500, que passa a ser comercializada pela marca Ram. Com o crescimento do portfólio do grupo, a rede de concessionárias também deve crescer, das atuais 28 lojas para 42 até o final do próximo ano. O processo ainda abrangerá a separação das revendas que ainda funcionam em conjunto com concessionárias da Mercedes-Benz, antiga controladora do grupo. Desde o início de 2011, o Grupo Chrysler passou a ser controlado pela Fiat.




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