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sábado, 21 de janeiro de 2012

The Bark Side: 2012 Volkswagen Game Day Commercial Teaser

Volkswagen: 12 cães ladram a música tema de Star Wars para o Super Bowl

Vídeo: Avaliação do Bentley Continental GT V8

Notícias e lançamentos

Órgão americano isenta Chevrolet Volt no caso do incêndio

Órgão dos EUA aponta que veículo não apresenta maior risco de incêndio do que carros à gasolina


O caso sobre incêndio no Chevrolet Volt foi concluído. O Órgão nacional de segurança no trânsito dos EUA, o NHTSA, que cuidou das investigações, informou que as baterias do plug-in não representam um risco significativo de incêndio em batidas. As investigações começaram no final de 2011, depois que o veículo pegou fogo em testes de colisão realizados pelo órgão.

Depois de oito semanas de investigação, o NHTSA informou em comunicado que "não acredita que o Volt ou outros veículos elétricos representam um maior risco de incêndio que veículos movidos a gasolina".

O órgão também comentou o fato da GM ter anunciado mudança nas baterias do veículo no começo de janeiro. O departamento considera que as mudanças vão "reduzir o potencial" de pegar fogo no Volt depois de uma colisão.



Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Porsche Cayenne de número 100 mil é de cliente brasileiro

Veículo foi comprado por cliente do Brasil

A Porsche anunciou a produção da unidade número 100 mil da segunda geração do Cayenne. Curiosamente, a marca foi atingida justamente na data em que a planta de Leipzig, responsável pela produção do modelo, celebra seu 10º aniversário.

Além do Cayenne, a fábrica também produz o sedã Panamera, outro fenômeno de vendas da marca de Stuttgart. Segundo a Porsche, a demanda cada vez maior pelos dois modelos motivou a abertura de um terceiro turno de trabalho e da expansão das dependências de Leipzig. As obras devem incluir uma nova linha de montagem para o utilitário esportivo compacto Cajun, que começará a ser produzido em 2013.

Curiosamente, o Brasil também tem influência, ainda que indireta, na celebração da unidade número 100 mil do Cayenne. Isso porque o veículo, que é da cor branca, será enviada para o mercado brasileiro.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Toyota anuncia a construção de nova fábrica na Tailândia

 Planta terá capacidade produtiva de 70 mil carros por ano


A Toyota anunciou a construção de uma nova fábrica na Tailândia, já que o país é um dos mercados emergentes e aposta da marca devido à crescente demanda.

Localizada em Gateway City, a planta terá capacidade produtiva de 70 mil carros anuais e deve ficar pronta em meados de 2013. Serão 16,9 bilhões de ienes em investimentos na nova unidade fabril, que se junta a outra fábrica que a montadora tem na mesma cidade, para resultar em uma produção de 290 mil unidades.

Além disso, a Toyota vai entrar com um aporte adicional de 2,9 bilhões de ienes para retomar a produção da Thai Auto Works Co., que está suspensa desde maio de 2010. O grupo é uma joint-venture entre a Toyota Motor Thailand Co., a Toyota Auto Body Co. e outras empresas.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br


Peugeot lança oficialmente o 308 na Argentina

Preço inicial do hatch equivale a R$ 42 mil


A Peugeot promoveu o lançamento oficial do 308 na Argentina. O hatchback será fabricado por lá em três versões de acabamento (Active, Allure e Feline) e três opções de motorização. As variações a gasolina são o novo 1.6 16V com 115 cv, oferecido apenas com câmbio manual de cinco marchas, e o 2.0 16V de 143 cv, que pode ter caixa manual de cinco marchas ou automática Tiptronic de quatro velocidades. A opção a diesel é o 1.6 HDi, que entrega 115 cv.

Embora o carro ainda use a mesma transmissão automática da geração anterior, o design é totalmente inédito. O estilo segue as tendências dos lançamentos mais recentes da Peugeot, com direito a faróis auxiliares com LEDs na configuração mais cara.

Todas as versões contam com ar-condicionado, airbag duplo frontal, computador de bordo, freios com sistema anti-travamento (ABS) e distribuição eletrônica de frenagem, rodas de liga leve de 16 polegadas, volante revestido em couro, travas elétricas com acionamento central e vidros elétricos nas quatro portas. A topo-de-linha Feline acrescenta bancos revestidos em couro, ar-condicionado digital com duas zonas de regulagem de temperatura, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro, controle eletrônico de estabilidade (ESP), luzes auxiliares com LEDs, alarme, GPS e airbags laterais e do tipo cortina.

A tabela de preços do 308 começa em 102.900 pesos (pouco mais de 42 mil reais) para a versão de entrada Active e vai até 142.300 pesos, ou aproximadamente 58.200 reais, nas versões Feline 2.0 16V Tiptronic e Feline 1.6 HDi. O 308 chega ao mercado brasileiro nos próximos meses.




Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Audi inicia pré-venda do Q3 no Brasil

SUV já pode ser reservado nas concessionárias; preço de entrada estimado é de R$ 162.000


A Audi iniciou a pré-venda do Q3. O utilitário chega apenas em maio, porém os clientes já podem ver alguns modelos em exposição, e podem reservar o seu brinquedinho para o final do primeiro semestre. O veículo é uma das 20 novidades da marca para 2012.

Preço? A venda dos modelos somente será realizada mais próxima à data de chegada das unidades no país, provavelmente no mês de março. No entanto, uma fonte ligada a Audi garantiu que a versão de entrada será mais barata que o Range Rover Evoque. Portanto, o preço deve ser de R$ 162.000.

O modelo tem duas opções de motor. Ambos têm a mesma cilindrada, porém a potência e o torque são diferentes. O primeiro é o 2.0 TFSI, de 170 cv e 28,5 de torque, que pela primeira vez está disponível em um veículo da Audi no Brasil. O segundo é o 2.0 TFSI turbo com 211 cv e 30,6 mkgf de torque. O motor de 170 cv vai de 0 a 100 km/h em 8s2 e chega a 212 km/h. O modelo com 211 cv vai de 0 a 100 km/h em 6s9 e chega a 230 km/h.

No SUV compacto premium da Audi, o câmbio é automatizado com sete marchas S tronic de dupla embreagem. Há a opção de shift paddles no volante. O modelo tem tração integral e sistema start-stop. Vem com rodas de liga leve de 16” de fábrica e tem opcionais de 17 e 18 polegadas.

Um equipamento interessante é o display de limite de velocidade, que mostra na tela do sistema de informação MMI as placas de trânsito, baseado no limite de velocidade. O sistema de assistência ao estacionamento esterça a direção quando o veículo está manobrando através de doze sensores. Estes equipamentos detectam obstáculos, por exemplo pilares de concreto, alertando o motorista em relação a riscos de colisão. A manobra é feita pelo veículo, o motorista precisa apenas acelerar levemente para o Q3 estacionar.

Há opção de teto solar panorâmico, computador de bordo com programa de eficiência, bancos aquecidos e com regulagem elétrica. Possui duas zonas de ar-condicionado automático, vidros traseiros escurecidos, luzes adaptativas (que acompanham o traçado da rota), sistema de assistência ao farol alto e retrovisores aquecidos.
 
 
 
Fonte disponível no(a): CarroOnline.terra.com.br

Honda já comercializou 800 mil carros híbridos

Primeiro híbrido da marca, o Insight estreou em 1999. Atualmente, a nipônica conta com cinco carros ecológicos


A Honda comemora a marca de 800.000 unidades de modelos híbridos vendidos ao redor do mundo. A história da marca nipônica e dos carros equipados com esse tipo de tecnologia teve início há 12 anos, quando, em novembro de 1999, o primeiro Honda Insight foi vendido no Japão.

Atualmente, o crossover Insight está na sua segunda geração, sendo que a linha de carros ecológicos da marca é composta por outros cinco integrantes: os híbridos Civic e CR-Z, a versão do Civic movida a gás natural, o FCX Clarity movido a hidrogênio e uma variante 100% elétrica do Fit, prevista para estrear em breve. Somente em 2011, a fabricante japonesa conseguiu acumular 200.000 exemplares de veículos híbridos vendidos, o que representa um aumento de 30% em relação ao montante de 2010.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br


Novo Azera 2012 já está nas lojas do Brasil

Sedã da Hyundai está mais caro, preço inicial é de R$ 109.020 e pode chegar a R$ 130.000


O novo Hyundai Azera já está à venda nas lojas brasileiras. Segundo a Carro Online apurou junto a algumas concessionárias, o modelo tem preço inicial de R$ 109.920. Muitas são as novidades do modelo, como o design, o motor e o câmbio, agora com seis velocidades. O valor do carro com teto solar sai por R$ 125.00, nas cores preta e prata, e na cor branca o preço fica por R$ 130.000.

O sedã tem motor V6 3.0 com 270 cv de potência. O câmbio é automático, com seis marchas, e ainda há opção de controle manual através de sistema shiftronic.Entre os itens de conforto e segurança, há destaque para os freios ABS com EBD, os 12 airbags, acendimento automático dos faróis, teto solar panorâmico, bancos de couro, volante com aquecimento, faróis de neblina e retrovisores com indicador de direção. O carro tem 4,91 m de comprimento, 1,86 m de largura, 1,47 m de altura e 2,85 m de distância entre-eixos.
 



Fonte disponível no(a): CarroOnline.terra.com.br

Indústria: Automotiva Usiminas ganha fôlego

Empresa foi valorizada pelo regime automotivo


A Automotiva Usiminas, provedora de estamparia e serviços de pintura e montagem de cabines e carrocerias, deve ganhar força na reorganização da controladora Usiminas, que passa a ser comandada por Julián Eguren, atual presidente da Ternium no México e sucessor de Wilson Brumer na siderúrgica brasileira.

O destino da Automotiva Usiminas esteve em dúvida, recentemente, enquanto o controle acionário da Usiminas mudava de mãos. Informações de bastidores davam conta que só faltou bater o martelo para vender a divisão - e por pouco isso não aconteceu. Pela segunda vez na história da siderúrgica, no entanto, pode haver reversão na decisão de vender a subsidiária de Pouso Alegre (MG), que continuaria na órbita da Usiminas.

Embora o diretor geral Flávio Del Soldato (foto) não possa antecipar o futuro próximo da Automotiva Usiminas, a valorizada companhia voltará a ser avaliada dentro de um plano estratégico maior. Com uma invejável carteira de clientes, que inclui diversas montadoras como Ford Caminhões, International e Mitsubishi, a empresa conquistou força no mercado ante as novas regras do regime automotivo brasileiro, que trouxe a exigência de 65% de conteúdo local e um mínimo de operações industriais nacionais para que os veículos produzidos no País não recolham os 30 pontos extras do IPI.

"Atividades locais de estamparia, soldagem, pintura e acabamento, que são nossa especialidade, acabam sendo de grande valia para os novos fabricantes e mesmo para as montadoras já consolidadas no País", analisa Del Soldato.

Trajetória

A Automotiva Usiminas já esteve à venda logo depois de ter sido adquirida da Brasinca pela Usiminas, em 1999. Na época, Del Soldato foi contratato para gerir o negócio e prepará-lo para ser passado adiante. Com o avanço no mercado de veículos comerciais e da carteira de encomendas, a estamparia ganhou expressão e passou a acrescentar valor ao aço produzido pela siderúrgica controladora.

O faturamento, de R$ 276 milhões em 2009, saltou para R$ 407 milhões em 2010 e pode ter chegado aos R$ 500 milhões no ano passado. “Estamos a caminho de R$ 1 bilhão em 2015”, registra Del Soldato, explicando que a unidade de Pouso Alegre anda no compasso do segmento de caminhões e comerciais leves, oferecendo no portfólio serviços como corte e estampagem, soldagem(armação de carroceria), pintura e até acabamento completo.

“Fazemos trabalho de sistemista, com soluções automotivas integradas”, costuma repetir Del Soldato, que admite ser procurado por novos clientes com frequência crescente. Em geral, trata-se de representantes de operações com volume reduzido, de até 300 veículos/mês.

A International é um dos parceiros mais antigos e utiliza cabinas de alumínio no caminhão 9800. O produto mineiro, estampado, rebitado, pintado e acabado é levado até a fábrica da Agrale em Caxias do Sul (RS), onde o modelo é montado.

A Ford estabeleceu joint venture com Automotiva Usiminas para produção das novas cabinas do Cargo, em Pouso Alegre, à razão de 100 cabines por dia, que chegam prontas à planta da montadora em São Bernardo do Campo (SP).

Já a Mitsubishi recebe da Automotiva Usiminas todos os conjuntos estampados e soldados, utilizados na montagem final dos veículos na fábrica de Catalão (GO), como o jipinho TR4, L200 e Triton.

A Automotiva Usiminas também produz partes estampadas para os veículos comerciais da Mercedes-Benz, Scania e Iveco (conjuntos de portas da Fiat Ducato e Iveco Daily).

No segmento de leves, Del Soldato atende serviços de estampagem para GM e Ford. A indiana Mahindra, por meio da Bramont, compra a montagem completa das cabinas do utilitário Scorpio em regime SKD. A Suzuki deve ser um dos próximos clientes importantes.

Novo comando

O novo acordo de acionistas da Usiminas foi oficializado na segunda-feira, 16. Com ele, o bloco de controle passa a ser formado pelo Grupo Nippon, com 29,44% das ações ordinárias, pela Tenaris e Ternium do Grupo Techint, com 27,66%, e pela Caixa dos Empregados da Usiminas, com 6,75%. O acordo é válido até 2031.

Em nota divulgada na terça-feira, 17, a Usiminas acentuou que "passa a ter entre seus acionistas grupos focados no negócio do aço" e reforça que "esse diferencial, somado ao conhecimento já acumulado por sua própria equipe, abre caminhos para a consolidação de sua liderança do mercado brasileiro de laminados planos".

Os acionistas do bloco de controle indicaram o argentino Julián Eguren como o novo diretor-presidente da Usiminas, no lugar de Wilson Brumer. Eguren assegurou que ter acionistas com visão do negócio é um diferencial competitivo para a Usiminas. Já Brumer considera que na gestão à frente da Usiminas cumpriu o papel de preparar a empresa para um novo ciclo de crescimento, após um dos períodos mais complexos de sua história.
 
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


Europa: marcas de carros alemãs ganham terreno

Apesar da crise na região, Volks, BMW e Audi registraram alta nas vendas

Enquanto a maior parte das fabricantes viu as vendas minguarem na Europa em 2011, as montadoras alemãs avançaram naquele mercado. A Acea, associação dos fabricantes da região, divulgou que foram emplacadas 13,1 milhões de carros de passeio no período, com expansão de 1,7% sobre 2010. Análise da Jato Dynamics mostra que, entre as dez maiores marcas, apenas as de origem germânica não registraram queda nas vendas.

A Volkswagen liderou os emplacamentos, com avanço de 9,1% e 1,67 milhão de veículos. Os negócios da BMW, sétima colocada no ranking, evoluíram 5,2%, para 640,3 mil unidades. A Audi cresceu 9%, com 679,6 mil carros. Já a Mercedes-Benz teve desempenho estável, com 591,3 mil licenciamentos.

A linha de produtos da Volkswagen foi destaque também no ranking de modelos mais vendidos na região. O Golf liderou pelo terceiro ano consecutivo, com 484,5 mil emplacamentos. Em seguida está o Polo, com 356,4 mil unidades. O Ford Fiesta aparece em terceiro lugar, com 348,4 mil licenciamentos.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Porsche fracassa ao tentar acordo com investidores

Fundos dos EUA rejeitaram proposta da montadora


Investidores norte-americanos recusaram a proposta dos advogados da Porsche para retirarem um processo de bilhões de euros em troca de uma parte desse valor, noticiou na quinta-feira uma revista alemã.

Fontes da montadora disseram à Manager Magazin que fundos dos EUA rejeitaram uma proposta de centenas de milhões de euros que o escritório de advogacia Sullivan & Cromwell fez no mês passado, preferindo entrar com uma ação na Alemanha.

Fundos de hedge liderados pela Elliott Associates vêm processando a Porsche há mais de um ano, acusando a fabricante de enganar investidores sobre a quantidade de ações que tinha na Volkswagen em 2008.

Uma grande procura por papéis da Volkswagen fez o preço saltar de € 200 para quase € 1.000 em poucos dias, transformando a montadora alemã na companhia mais valiosa do mundo durante um breve período.

Os riscos legais por trás dos vários processos de fundos de hedge foram um dos motivos para a Porsche ter desistido de fazer uma fusão com a subsidiária Volkswagen no ano passado. A decisão mais provável da Volkswagen é exercer o direito de adquirir os 50,1% remanescentes do negócio de carros esportivos, possivelmente neste ano.

A publicação mensal também noticiou que a família de Adolf Merckle, magnata alemão que cometeu suicídio após perder milhões no rápido aperto da Volks em 2008, está se preparando para pedir € 250 milhões em indenização à Porsche. A montadora de carros esportivos se negou a comentar o assunto enquanto o processo estiver em andamento. A família Merckle não estava imediatamente disponível para se pronunciar.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


Kia inicia as vendas do Sportage 2.0 Flex no fim do mês

Utilitário esportivo tem 12 cv a mais e preço inicial na casa dos R$ 90 mil


As revendas Kia já começam a receber o Sportage flex. O carro estará à venda até o fim de janeiro com preço inicial de aproximados R$ 90 mil. O novo motor 2.0 flexível do utilitário esportivo produz até 178 cv quando abastecido com etanol (são 166 cv no modelo a gasolina).

A transmissão do Sportage tem seis marchas tanto na opção manual como na automática. A versão topo de linha tem tração integral e câmbio automático. A geração atual do Kia Sportage (com plataforma equivalente à do Hyundai iX35) foi apresentada em março de 2011 e terminou o ano como o 11º utilitário esportivo em vendas. Foram 8.379 unidades emplacadas.
 


Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Motos começam bem a primeira quinzena de 2012

 1ª quinzena do ano foi melhor que a de 2011


A primeira quinzena foi positiva para o segmento de motocicletas. Segundo dados da Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionárias, foram emplacadas 73.548 unidades, alta de 5% na comparação com a primeira metade de janeiro de 2011.

A Fenabrave estima que até o fim do mês 134.870 motocicletas novas cheguem às ruas, o que significaria uma pequena alta de 1,4% sobre o mesmo mês de 2011. O recorde para janeiro, de 145.590 unidades, ocorreu em 2008.

A moto mais vendida, a Honda CG 150, teve 16.854 unidades emplacadas. Até o quinto posto, aliás, só dá Honda. O sexto lugar é ocupado pela Yamaha YBR 125 Factor, com 4.219 emplacamentos.




Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

BMW Motorrad bate recorde de vendas mundiais

104.286 motos da marca foram comercializadas em todo o mundo


A BMW Motorrad, divisão de motocicletas da montadora alemã, estabeleceu recorde de vendas em 2011. Em todo o mundo foram 104.286 unidades entregues, alta de 6,4% na comparação com o ano anterior. Na Alemanha, maior mercado da BMW Motorrad, 20.002 motos foram vendidas, alta de 16,6% ante 2010. A marca domina o segmento de motos acima de 500 cc em seu país de origem.

A Itália foi o segundo mercado mais forte para a alemã, com 13.600 motos BMW comercializadas, com queda, porém, de 4,5% na comparação com o ano anterior. Outros grandes mercados foram os Estados Unidos (10.203 unidades, alta de 7,4%), a França (9.850 unidades, crescimento de 15%) e o Brasil (5.442 motos BMW, alta de 71%).

Em 2011, a R 1200 GS foi a moto BMW mais vendida em todo o mundo, com 18.413 unidades. No Brasil, o maior volume coube à G 650 GS, com 2.083 emplacamentos. A moto é montada desde 2009 em Manaus (dentro da fábrica Dafra) e ficou em segundo lugar em seu segmento, na cola da Yamaha XT 660 (com 2.198 unidades).




Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Scania entrega 60 ônibus movidos a etanol para cidade de São Paulo

Cidade passa a contar com 110 unidades


A Scania realizou na sexta-feira, 20, a entrega de dez ônibusmovidos a etanol para a cidade de São Paulo, cujo contrato de venda foi assinado em junho passado com a Viação Tupi, operadora de transporte público da cidade. Os novos veículos, modelo K 270 6x2 de 15 metros de comprimento, somam-se a outros 50 que rodam nas ruas da Zona Sul desde maio de 2011 pela Viação Metropolitana.

Segundo o gerente de vendas de ônibus da Scania, Wilson Pereira, a negociação com outras empresas do setor de transporte está adiantada. “A perspectiva para este novo produto é muito positiva, entretanto, uma maior demanda dependerá da autorização e liberação por parte das prefeituras.”

O executivo ressalta que o veículo é 100% nacional, com chassi e motorização produzidos na fábrica da Scania em São Bernardo do Campo, na região do ABC Paulista. Os ônibus, que serão abastecidos com etanol E95, 95% etanol e 5% de aditivo promovedor de ignição, reduzem em até 90% a emissão de material particulado com relação aos modelos tradicionais movidos a diesel, e corta em 80% gases poluentes como CO e NOx. Pereira revela que o preço do ônibus a etanol varia de 10% a 15% acima do valor de um ônibus de mesmo modelo movido a diesel.

A intenção da Scania é promover o ônibus a etanol em outras cidades do País. Para o gerente de vendas, a Petrobras poderá ser um importante mediador com o governo federal para que a tecnologia possa chegar a outros estados e municípios. Enquanto o modelo não ganha proporção nacional, terá espaço reservado, pelo menos por enquanto, no Estado vizinho, o Rio de Janeiro. O ônibus a etanol será apresentado durante o Rio +20, evento que abrigará a Conferência das Nações Unidas sobre desenvolvimento sustentável, marcada para junho deste ano na capital fluminense.

Além de São Paulo, apenas o país sede da Scania, Suécia, possui operação comercial com ônibus movidos a etanol, na cidade de Estocolmo, para a qual a montadora já forneceu 800 unidades abastecidas com etanol brasileiro.

Ecofrota

A entrega dos ônibus a etanol faz parte do Programa Ecofrota, da Prefeitura de São Paulo, lançado em fevereiro de 2011, com o objetivo de reduzir progressivamente a utilização de combustíveis fósseis em veículos do transporte público. Presente no evento de entrega, o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, informou que em 2011 os ônibus a etanol consumiram investimento de R$ 40 milhões e acrescentou que 100% da frota atual, composta por 15 mil ônibus, tem alguma intervenção do programa.

Pelos dados da prefeitura, 1,2 mil ônibus são abastecidos com B20, mistura de 20% de biodiesel de grãos com diesel mineral, o que segundo a administração da cidade, reduz em até 22% a emissão de material particulado, 13% de monóxido de carbono e 10% de hidrocarbonetos. Outros 160 ônibus estão rodando com B10, diesel comum misturado com 10% de diesel de cana-de-açúcar, enquanto o restante da frota utiliza o B5, mistura de diesel de petróleo adicionado a 5% de biodiesel.

Pelos dados da SPTrans, a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo e a prefeitura renovaram 80% da frota de ônibus da capital entre janeiro de 2005 e dezembro de 2011, o que corresponde pouco mais de 12 mil ônibus.
 
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


Honda investirá mais de R$ 1 bilhão no Brasil até 2014

Montadora vai aumentar conteúdo local e renovar a linha de veículos de Sumaré


A divisão de automóveis da Honda no Brasil terá um investimento de mais de R$ 1 bilhão no país até 2014. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo na sexta-feira, 20. Segundo a montadora, o foco dos recursos seria o aumento do índice de nacionalização dos componentes dos veículos montados em Sumaré, atualmente em 73%.

O aporte financeiro também serve, segundo a Honda, “à renovação do line-up”, o que pode ser interpretado como renovação dos modelos já existentes e a chegada de um novo carro. O Civic já utilizou uma fração desses recursos. Tudo indica que o Brio, hatchbach menor que o Fit, mas com a mesma plataforma, consumirá boa parte desse aporte.

Até o fim de 2011, os investimentos da Honda em Sumaré atingiam cerca de US$ 1 bilhão. A fábrica, inaugurada em 1997 e localizada no interior de São Paulo, produz dois modelos atualmente: Civic e Fit (a produção do City foi transferida para nova fábrica na Argentina).

A unidade brasileira chegou a operar em três turnos, mas o terremoto seguido de tsunami ocorrido em março do ano passado no Japão provocou interrupção no fornecimento de peças importadas e obrigou à redução do ritmo da montagem local, com o fim do terceiro turno em maio e a demissão de 385 funcionários.

Como consequência dos fenômenos naturais e escassez de peças, a Honda teve no Brasil volume de vendas 26,5% menor do que no ano anterior e caiu do sexto para o oitavo lugar no ranking das marcas mais vendidas no mercado brasileiro.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


Citroën mostra DS3 na São Paulo Fashion Week

Carro está exposto na São Paulo Fashion Week


A Citroën mostra pela primeira vez no Brasil o DS3. O carro está na 32ª edição da São Paulo Fashion Week, semana dedicada à moda que ocorre até o dia 24 deste mês no prédio da Bienal, no Parque Ibirapuera. O evento é patrocinado pela montadora, que informa que o carro será lançado no Brasil ainda neste semestre.

O modelo foi lançado na Europa em 2009 e utiliza como base o novo C3, que será produzido em Porto Real (RJ). O pequeno esportivo, porém, virá da França e deve utilizar o motor 1.6 turbo de 165 cv que equipa o utilitário esportivo Peugeot 3008.
 


Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Caminhão movido a etanol da Scania está em testes

Scania aposta em frotistas sustentáveis


Pioneira no desenvolvimento de ônibus a etanol que funciona com motor ciclo diesel, a Scania começa a por em prática os planos traçados para seu caminhão a etanol, o semipesado P 270 lançado na Fenatran 2011.

Segundo o diretor de vendas Eronildo de Barros, dois P 270 a etanol estão em testes em duas redes atacadistas em São Paulo. O executivo também aponta que o preço do caminhão mantém a mesma proporção de aumento do valor dos ônibus com relação aos modelos tradicionais movidos a diesel, de 10% a 15%, o que os mantêm na mesma linha de preços de caminhões ou ônibus Euro 5. A montadora sueca oferece o caminhão a etanol nas versões 4x2, 6x2 e 8x2.

“O mercado aponta para aumento de preço de 8% a 15% para a linha diesel Euro 5, entretanto os veículos comerciais movidos a etanol têm maior vantagem ecológica, sua emissão de material particulado chega a ser 90% menor, enquanto os demais com motores EGR ou SCR reduzem em 80%”, informa Barros.

Apesar de não revelar o nome dos clientes, Barros conta que as empresas já possuem políticas orientadas para a sustentabilidade e que vê nessa característica uma oportunidade para alavancar a venda do caminhão a etanol: “As companhias, principalmente aquelas que atuam em grandes centros urbanos como São Paulo, têm acrescentado a sustentabilidade à sua estratégia. Estamos no começo do processo, mas acredito que neste ano teremos boas novidades com relação a este novo produto”, concluiu.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


Fiat pode superar Volkswagen na América do Sul

PwC projeta maiores fabricantes até 2016


As fábricas de veículos leves da Fiat na América do Sul podem ultrapassar as da Volkswagen nos próximos cinco anos, tornando o grupo italiano o maior fabricante da região, segundo projeta a mais recente pesquisa global Autofacts, da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC). O levantamento trimestral, divulgado esta semana, mostra que a Fiat subiria do terceiro posto este ano para o primeiro em 2016, contribuindo com a maior parte (13,5%) do crescimento calculado pela PwC para a produção sul-americana de carros no período.

O Grupo Fiat conta hoje com três fábricas de modelos leves (excluindo caminhões e ônibus) na América do Sul: Betim no Brasil, Córdoba na Argentina e uma pequena operação de montagem da Chrysler na Venezuela. A PwC estima que essa operação será a terceira maior da região em 2012 com a produção de 892,8 mil veículos, ficando atrás da segunda colocada General Motors – com sete plantas sul-americanas, sendo três no Brasil (São Caetano do Sul, São José dos Campos e Gravataí) e outras na Argentina, Colômbia, Equador e Venezuela que deverão produzir 940,6 mil carros – e da atual líder Volkswagen, cuja projeção da Autofacts é de 946,4 mil unidades produzidas em quatro locais: São Bernardo do Campo, Taubaté e São José dos Pinhais no Brasil e Pacheco na Argentina.

A PwC prevê mudanças nesse quadro com a subida da Fiat ao primeiro posto em 2016, com produção estimada de quase 1,19 milhão de veículos leves – já colocando na conta a nova fábrica de Goiana, em Pernambuco, que está construção e deve começar a operar em 2014. A Volkswagen, que também pode anunciar uma nova unidade no Brasil, cairia para a segunda posição, com 1,18 milhão de carros. Já a GM desceria à terceira colocação, com 1,10 milhão. As três seriam as únicas com produção superior a 1 milhão no subcontinente.

Mudanças no andar de baixo

Também estão previstas pela Autofacts muitas mudanças do quarto ao décimo lugar na lista dos maiores fabricantes de carros da América do Sul. O maior salto de posições seria do grupo Renault-Nissan, que pularia do sexto lugar em 2012 (330,6 mil unidades produzidas) para o quarto em 2016 (645 mil), no que será a segunda maior contribuição para o crescimento da produção sul-americana, de 13,3%, ficando só atrás da Fiat. A Renault tem fábricas atualmente no Brasil (São José dos Pinhais), Argentina (Córdoba) e Colômbia (Envigado). A Nissan mantém só uma linha de produção na região, dentro do complexo industrial brasileiro da Renault, mas em 2014 abrirá fábrica exclusiva em Resende (RJ).

Outro salto significativo de posições está projetado para a PSA Peugeot Citroën, que já aumentou bastante a capacidade de suas fábricas sul-americanas (Porto Real no Brasil e Buenos Aires na Argentina) e deverá seguir com expansões, principalmente na unidade brasileira. Com isso, a PwC prevê que o grupo francês já salte da quinta para a quarta posição em 2012, com 477 mil carros produzidos (contra 293,4 mil em 2011). A projeção para 2016 é de 568,6 mil unidades, o que faria a PSA descer um degrau, para a quinta colocação, atrás da Renault-Nissan. Mesmo assim a empresa seria responsável pela terceira maior contribuição (de 13%) para o crescimento da produção na América do Sul.

A PwC projeta desempenho de produção declinante para a Ford, que hoje tem na América do Sul quatro fábricas na região, duas no Brasil (São Bernardo e Camaçari), uma na Argentina e outra na Venezuela. Segundo a Autofacts, a empresa já perderia este ano o posto de quarto maior produtor de 2011 (460,8 mil), descendo para o quinto lugar em 2012 (462,6 mil) e para o sexto em 2016 (540,2 mil).

A Toyota, que mantém atualmente três fábricas na América do Sul (Brasil, Argentina e Venezuela) e constrói mais uma planta brasileira em Sorocaba (SP), pela projeções da Autofacts chegaria a 2016 como sétima maior fabricante da região, com produção que saltaria de 175 mil em 2012 para 266,3 mil em 2016.

Logo atrás, em oitavo, viria a produção das duas fábricas da Honda (Brasil e Argentina), que passaria de 185,3 mil em 2012 para 255,6 mil em 2016.

Com produção somente no Brasil, Mitsubishi e Hyundai trocariam de posição no pé da lista dos dez maiores fabricantes na América do Sul. A Mitsubishi, com sua fábrica de Catalão (GO), desceria do nono posto em 2012 (53 mil unidades produzidas) para o décimo em 2016 (124,8 mil). Já a Hyundai subiria à nona colocação, saindo de 44,1 mil veículos produzidos este ano na planta do Grupo Caoa em Anápolis (GO) para 139,9 mil em 2016, somando a produção da nova unidade de Piracicaba (SP), que entra em operação em 2013, no que será o maior crescimento porcentual da tabela (217%).

Veja aqui a pesquisa PwC Autofacts completa.
Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br


Ford reduz preços do New Fiesta Hatch e Sedan no Brasil

Modelo tem redução de até R$ 3.500, dependendo da versão, no valor de tabela da fábrica


A Ford reduziu os preços do New Fiesta em até R$ 3.500 na rede em todo o país. Com isso, o modelo passa a custar a partir de R$ 45.950 na versão Hatch e R$ 47.950 na versão Sedan. A montadora também ampliou a oferta do veículo no mercado brasileiro, com o aumento do volume de entrega da fábrica mexicana para a América do Sul.

“Com essa reprogramação, a fábrica poderá atender com maior disponibilidade os consumidores que desejam o New Fiesta no nosso mercado", afirma Oswaldo Ramos, gerente nacional de Vendas da Ford.

Importado do México, o modelo introduziu no segmento de compactos premium o novo estilo Kinetic e tecnologias de conectividade e segurança, como sistema multimídia SYNC com comando de voz em português, controle de estabilidade e de tração, assistência de partida em rampa e sete airbags - incluindo airbag de joelho e sensor de classificação do passageiro.

Desde a versão de entrada, o New Fiesta é oferecido de série com direção elétrica, ar-condicionado, trio elétrico e rodas de liga leve de 15 polegadas. O motor é o Sigma 1.6 16V Flex, todo em alumínio, de 110 cv a 115 cv de potência.


Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Shell lança novos óleos lubrificantes

O Helix HX6 Flex e o Helix Ultra E têm agentes de limpeza ativa e estão à venda no país


Em 2011 a Shell lançou dois novos óleos lubrificantes da linha leve, o Shell Helix Ultra E e o Shell Helix HX6 Flex, este último exclusivo para o mercado brasileiro. Os dois, como os outros integrantes da linha Ultra, são dotados de agentes de limpeza ativa, que previne a formação de borra.

O novo Shell Helix Ultra E tem baixa viscosidade, o que reduz o atrito sem comprometer a proteção do motor. Segundo a Shell, o óleo gera uma economia de até 1,5 litro de combustível por tanque, se comparado a lubrificantes minerais 20W-50.

Já o lubrificante sintético Shell Helix HX6 Flex foi pensado especialmente para os motores bicombustível. Por isso, ele foi desenvolvido para diminuir o risco de separação da água que pode ser produzida pelo motor e, consequentemente, reduz o risco de corrosão.

Esses produtos podem ser encontrados nos postos da rede Shell, a maior empresa de lubrificante do mundo, e nas revendas autorizadas no país.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br


Chevrolet vendeu mais de 4,7 milhões de veículos em 2011

As vendas da marca representam mais de 52% das comercializações do grupo norte-americano


Em 2011, a Chevrolet vendeu mais de 4,7 milhões de veículos, número recorde para a marca, que tem o Brasil como segundo maior mercado consumidor. Os mais de 670 mil Cruze vendidos no ano passado no mundo ajudaram a alcançar o nível inédito de comercializações.

Os 4,7 milhões de unidades vendidas representam 52,77% das vendas globais da General Motors em 2011 e consolidam a Chevrolet como a principal marca do grupo, que é dono de fabricantes como Buick, Opel e Cadillac.

Com um total de 632.201 unidades emplacadas, o Brasil foi o segundo maior mercado da Chevrolet, atrás apenas dos Estados Unidos e na frente da China, que é o maior mercado automotivo do mundo. Por lá, o carro-chefe da GM é a Buick.

Para Dan Akerson, CEO da Chevrolet, o crescimento da marca é explicado pela variedade dos produtos oferecidos, que conseguem atender as necessidades dos consumidores ao redor do mundo. Um desses produtos é o sedã médio Cruze, o líder de vendas da marca em 2011, que teve mais de 1,13 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento em 2009.

Em 15 dos mercados onde a Chevrolet atua, a marca fechou o ano registrando crescimento. O mercado onde a fabricante mais cresceu foi no Peru, onde as vendas tiveram aumento de 81%.

Entre 10 principais mercados da Chevrolet, aparecem quatro países latino-americanos: Brasil (2º), México (5º), Argentina (7º) e Colômbia (10º).

O Grupo General Motors também cresceu no ano passado, registrando aumento nas vendas em todas as quatro regiões de atuação (América do Norte, América do Sul, Europa e na área que abrange a Ásia, o Pacífico, o Norte da África, a África Subsaariana e o Oriente Médio.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Giulietta coloca Alfa Romeo de volta ao top 10 na Itália

Hatch italiano quebra jejum de 21 anos do ‘cuore sportivo’ longe da lista dos mais vendidos


O mercado italiano é um dos mais afetados pela crise que toma conta da Europa. A soma de 1.757.649 emplacadas no ano passado representa queda de 11% na comparação com 2010 e o pior resultado desde 1996. Mesmo com declínio de 21%, o Punto foi o carro mais vendido por lá pelo 18º ano consecutivo, mas a Fiat perdeu participação – 28,9% contra 30% em 2010. Diante de tantos resultados negativos, a Alfa Romeo parece ser a única com motivos de comemorar no charmoso país europeu.

O hatch médio Giulietta cresceu impressionantes 143% e terminou o ano como o 9º automóvel mais vendido do mercado italiano. É a primeira vez que um representante do “cuore sportivo” aparece no top 10 desde 1990, quando o compacto Alfa Romeo 33 embalou 68.213 unidades e apareceu na 8ª posição. O Giulietta, lançado comercialmente em maio de 2010, havia ficado na 34ª colocação naquele ano. Em 2011, o crescimento extraordinário totalizou 34.955 unidades. O líder Punto fechou o ano com 122.287 vendas.

O feito do Giulietta deve ser muito festejado pela Alfa Romeo. Afinal, a marca conhecida por fabricar alguns dos modelos esportivos mais desejados do mundo vinha sendo frequentemente apontada como fonte de prejuízo para o grupo Fiat. O desempenho do Giulietta dá respaldo às novas ambições da fabricante, que agora foca em seu retorno ao mercado norte-americano, previsto para o final de 2012, com um lote do cupê 4C. O futuro sedã Giulia, variante construída com a mesma plataforma do Giulietta, também irá reforçar o time de modelos italianos na nova empreitada.
 



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Teste: Kia Picanto 1.0 12V Automático

Nova geração do Kia Picanto ganha em charme mas perde competitividade pela elevação do IPI

A segunda geração do Kia Picanto deu um enorme salto em relação à primeira. O subcompacto cresceu e ganhou design assinado pelo badalado Peter Schreyer, responsável pelo Soul e pelo Sportage, com linhas bem mais agressivas. Além disso, incorporou versões mais equipadas, com teto solar, e aumentou a oferta da versão com câmbio automático, que já responde por 53% das vendas desde a estréia dessa geração no Brasil, em agosto de 2011. O que não estava nos planos da Kia era o aumento em 30% do IPI – o Imposto sobre Produtos Industrializados – para modelos importados. A “canetada” do Governo Federal elevou os preços do carrinho em R$ 5 mil. A versão mais simples, com câmbio manual, saltou dos R$ 34.900 para R$ 39.900, enquanto a automática, mais equipada, chega a R$ 49.900. Ou seja: colocou o subcompacto coreano na linha de tiro do também simpático e charmoso Fiat 500, que tem estrutura de concessionárias e de distribuição de peças bem superiores.

Esse confronto direto e a irredutibilidade da Kia em “absorver” uma parte que fosse da alta nos custos mais altos esfriaram as relações no modelo com o mercado. O hatch de apenas 3,6 metros ganhou conteúdo digno de segmentos superiores e mais tecnologia. O motor inteiramente novo, 1.0 12V com três cilindros e comando de válvulas variável, se tornou flex para rodar no país, e rende até 80 cv a 6.200 rpm com etanol no tanque e suficientes 10,2 kgfm a 4.500 rpm. O carro não tem pretensões esportivas – e sua performance deixa claro que seu ambiente preferido é a cidade. Respeitada essa vocação, o câmbio automático lhe cai bem.
 
O Picanto é o mais recente modelo da marca a ser inteiramente redesenhado para ganhar os traços que alavancaram as vendas da Kia ao redor do mundo. O hatch ganhou contornos ousados, como a lanterna traseira em formato de bumerangue e a linha de cintura ascendente. A mudança radical espantou de vez o ar “fofinho” que os faróis redondos do antecessor davam ao carro. A frente ficou agressiva, com faróis grandes e a grade estreitada no centro, característica da fabricante coreana. O visual agrada bastante, e é um dos maiores trunfos da nova geração. A linha de cintura ascendente e o perfil mais agressivo mudaram a imagem do carrinho.

O interior também foi renovado e ficou mais espaçoso. O espaço é suficiente para quatro passageiros de estatura mediana. O porta-malas, na linha de subcompactos, comporta 200 litros. A lista de equipamentos de série é extensa, com ar-condicionado, direção elétrica, trio elétrico, repetidores laterais de seta nos retrovisores, que podem ser rebatidos eletricamente, som com entradas USB e auxiliar – mas que ainda deve o Bluetooth – e com comandos no volante, além de airbags frontais e freios com ABS – este incorporado logo após o lançamento. Esse pacote aliado ao câmbio automático hoje custa R$ 44.900 e certamente é o que representa a maior parte dos 53% dos Picanto vendidos com câmbio automático. Ainda que a versão mais equipada, com leds nos faróis e lanternas traseiras, seis airbags e teto solar seja muito interessante.
O Picanto ainda se ressente do repentino aumento de preços. O reposicionamento do carro no mercado foi diretamente refletido nas vendas, que caíram de 1.404 unidades em setembro de 2011 – o primeiro mês completo de comercialização do modelo – para míseras 317 unidades em outubro. Desde então, o número sobe gradativamente, mas ainda muito longe do patamar inicial e das expectativas da Kia. No último quadrimestre do ano passado, a projeção era vender 6 mil unidades – 1.500 por mês –, mas só metade disso ganhou as ruas. Para 2012, a Kia imagina uma queda de 15% – algo perto de 1.200 veículos por mês, mas nem 300 deles saíram das concessionárias da marca na primeira quinzena de janeiro. São exatamente esses números que servem de inspiração para a Kia cogitar a construção de sua primeira fábrica no Brasil.

Instantâneas

# O Picanto foi lançado em 2004 na Coreia do Sul com motores 1.0 e 1.1 litro. Ambos chegaram ao Brasil em 2006, com o câmbio automático sempre atrelado ao de maior capacidade
# Na Coreia do Sul, o Picanto é conhecido como Kia Morning.
# O modelo compartilha plataforma com o Hyundai i10.
# Os europeus aguardam a chegada de uma versão com motor quatro cilindros de 1.25 litro turbinado e cerca de 120 cv.
# Desde setembro de 2011, a Europa também possui uma versão três portas do Picanto, com apelo mais esportivo. Por lá, o modelo é vendido a versão manual com motor 1.0 de 69 cv e na automática com propulsor 1.2 de 85 cv.
Ponto a ponto

Desempenho – O pequeno motor três cilindros empurra bem o Picanto, sem fazer muito barulho em regimes normais. O novo propulsor rende mais que o antigo – 80 cv com etanol – e se mostrou adequado à proposta do carrinho. Há boa dose de força em baixas rotações, mas a transmissão automática se encarrega de “amansar” bastante o rendimento. As quatro marchas do câmbio automatico provocam um escalonamento muito aberto, com grande queda de rotação em cada troca. De qualquer forma, o Picanto consegue manter a toada às custas de reduções. Nota 7.
Estabilidade – A suspensão rígida sofre com os buracos, mas dá ao carro uma ótima estabilidade. A concentração de peso na frente é muito perceptível, mas o comportamento é neutro, apenas com previsíveis saídas de frente facilmente contornáveis. Apenas acima dos 140 km/h o Picanto começa a flutuar e indicar que está próximo de seu limite. Nas frenagens, a frente mergulha pouco. Nota 8.
Interatividade – O carrinho manteve a boa dotação de equipamentos de série e o sistema de som – que vem com entradas USB/Aux e conexão para iPods – ganhou comandos no volante, que facilitam a vida do motorista. Os comandos são leves e bem posicionados e o novo quadro de instrumentos tem boa visualização. Os números são grandes e não há informação em excesso. Falta apenas um computador de bordo que informe dados como autonomia e consumo médio. Nota 8.
Consumo – O pequeno três cilindros é econômico. A versão com câmbio automático, em percurso composto por trechos urbanos e rodoviários, cumpriu 9,6 km/l com etanol. Nas medições do InMetro, as médias foram 12,1 km/l na cidade e 14,7 km/l na estrada, com gasolina no tanque. Nota 9.
Tecnologia – A Kia injetou tecnologia na nova geração do Picanto com o novo propulsor de três cilindros. Descrito pela marca como uma releitura do quatro cilindros antigo, o motor flex consegue ser mais potente e mais econômico que o anterior e é visível a preocupação da marca em criar um carro moderno e eficiente. O modelo também é o único 1.0 vendido no Brasil com opção de câmbio automático, seis airbags, lanternas de leds e teto solar elétrico. Nota 9.
Conforto – A suspensão é mais rígida que o esperado e compromete o conforto do carro ao rodar em superfícies irregulares. As dimensões enxutas não fazem milagre e o interior é apertado, ainda que muito bem aproveitado. Na frente, o painel recuado abre bastante espaço e passa a sensação de se estar em um carro maior. Atrás, uma sensível evolução sobre a geração antiga – da qual herdou a opção de reclinar o encosto traseiro –, com mais espaço para as pernas graças ao entre-eixos maior. Há espaço suficiente para a cabeça, mas colocar três adultos no banco traseiro é uma tarefa inglória. O isolamento acústico dá conta do recado. Nota 7.
Interatividade – O acesso é facilitado pelo bom ângulo de abertura das quatro portas. Há boa profusão de porta-objetos, apenas os das portas dianteiras mereciam ser maiores, ainda que continuem capazes de abrigar garrafas de até 1,5 litro. Atrás há porta-revistas nos encostos dos bancos da frente. O porta-malas cresceu, de minúsculos 168 litros para cerca de 200 litros. Ainda é pouco, mas mais utilizável em viagens pequenas. Nota 7.
Acabamento – O acabamento é muito bom para o segmento e mantém o Picanto como a opção “premium” entre os hatches pequenos. É claro que há muito plástico no interior, mas todos são de boa qualidade, assim como a montagem. Não chega a ser luxuoso, mas não passa sensação de pobreza. Não há ruídos em excesso, os encaixes são precisos e a atmosfera interior exala um surpreendente refinamento construtivo. Nota 8.
Design – Certamente é a melhor parte do Picanto. O carrinho perdeu o jeito “fofo” e ganhou linhas mais agressivas que o fazem se destacar. O modelo veste a nova linguagem de design da marca, que mudou a cara da Kia ao redor do mundo e tem alguma sofisticação. Nota 8.
Custo/benefício – Um carrinho chamoso e cheio de equipamentos não tem como atrativo um bom custo/benefício. No caso do Picanto, tudo se agrava porque foi um dos mais prejudicados pelo aumento do IPI. A versão mais barata, 1.0 com câmbio automático parte de R$ 44.900 e acaba encarando diretamente o Fiat 500, com motor 1.4 e dotação de equipamentos semelhante por R$ 43.630 na versão com câmbio dualogic. As desvantagens do Picanto em relação ao rival são a baixa oferta de assistência técnica e a pequena disponibilidade de peças de reposição. Nota 6.
Total – O Kia Picanto automático somou 77 pontos em 100 possíveis
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 Impressões ao dirigir

Grande evolução

O Picanto sempre foi um carro simpático. A primeira geração tinha linhas “bonitinhas” e as dimensões enxutas, assim como o bom custo/benefício, fizeram o carrinho ter algum sucesso. A segunda geração solucionou alguns problemas e, de quebra, ficou mais moderna. O hatch tem no visual um de seus maiores chamarizes, e aliado às cores berrantes do catálogo da Kia, aguça a curiosidade por onde passa. A frente imponente, com contornos definidos, ficou mais masculinizada.

Por dentro, o painel totalmente redesenhado ganhou linhas fluidas, que tornam o ambiente contemporâneo e extremamente agradável. O interior é bem acabado, apesar de um excesso de plásticos. Os encaixes são bons, o que demonstra cuidado na construção do modelo. O isolamento acústico é dos melhores e o rodar mais sólido passa a impressão de se estar num carro de categoria superior. A nova geração ganhou comandos do som no volante e as versões mais caras tem até leds diurnos e teto solar.

A direção muito leve em baixas velocidades denuncia a vocação do Picanto. O carrinho fica mais à vontade no trânsito urbano. Mesmo tendo crescido externamente, o modelo transita em espaços pequenos sem dificuldade. O câmbio automático, no entanto, o torna bem mais pacato. As marchas são longas e o carro sofre um pouco para embalar. Em aclives, é prudente segurar a terceira marcha e a rotação mais alta – onde ele fica áspero e ruidoso – para garantir o fôlego. Apesar de não comprometer tanto o conforto, o propulsor vibra mais que o antecessor. A direção elétrica também poderia ser mais progressiva. A redução da assistência é abrupta demais. O volante já é pesado a meros 60 km/h e fica significativamente mais leve logo abaixo desse patamar.

A suspensão é bem rígida, como é típico de modelos coreanos. Isso a faz sofrer um bocado nas ruas brasileiras. O Picanto chacoalha e pula – devido ao entre-eixos curto – ao passar por irregularidades e desencoraja o uso mais desapegado. Foi ela, no entanto, que deu ao Picanto o rodar sólido que faltava ao antecessor – que “sambava” perigosamente em velocidades mais altas. Em asfalto liso, porém, o comportamento é exemplar. O carrinho é bom de curva, ajudado pelos pneus de perfil baixo.

Ficha técnica

Kia Picanto 1.0 12V Automático

Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 998 cm³, com três cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e duplo comando no cabeçote. Acelerador eletrônico e injeção eletrônica multiponto sequencial.
Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 80 cv a 6.200 rpm com etanol e 77 cv com gasolina.
Torque máximo: 10,2 kgfm a 4.500 rpm com etanol e 9,6 kgfm com gasolina.
Diâmetro e curso: 71,0 mm X 84,0 mm. Taxa de compressão: 12,5:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson e traseira do tipo eixo de torção. Molas helicoidais e amortecedores a gás na frente e atrás.
Pneus: 165/60 R14.
Freios: Discos ventilados na frente e tambores atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Hatch subcompacto em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 3,59 metros de comprimento, 1,59 m de largura, 1,49 m de altura e 2,38 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais de série, laterais e do tipo cortina como opcionais.
Peso: 970 kg.
Capacidade do porta-malas: 200 litros.
Tanque de combustível: 35 litros.
Produção: Seosan, Coreia do Sul.
Lançamento mundial: 2011.
Lançamento no Brasil: 2011.
Equipamentos: Airbags frontais, ABS, ar-condicionado, rádio CD Player com entradas USB e para iPod, volante com revestimento em couro e comandos do som, computador de bordo, trio elétrico, retrovisores externos rebatíveis eletricamente, faróis de neblina.
Preço: R$ 44.900.
por Igor Macário - Auto Press
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br