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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Audi Q3 Vail Concept apresentado em Detroit

Uma versão mais “jovial” e voltada para os adeptos dos esportes na neve


A Audi apresentou uma divertida variante do crossover Q3 no Salão de Detroit. Batizado de Vail Concept, o protótipo faz referência a uma famosa estação de esqui no Colorado. E foi pensado justamente para agradar ao mercado norte-americano, próximo alvo da marca das quatro argolas. Com roupagem jovem e muita personalidade, o Q3 Vail é decorado para conquistar praticantes de esqui ou snowboard, mas também tem apelo junto a amantes de esportes em geral.


De acordo com o CEO da Audi, Rupert Stadler, a casa de Ingolstadt sabe do potencial dos crossovers e utilitários esportivos nos EUA, e quer ampliar sua ofensiva neste segmento. Apesar disso, o Q3 Vail ainda não foi confirmado para a produção em série. Esteticamente, o crossover se diferencia do convencional pela pintura especial em tom vermelho, que contém partículas em coloração dourada. Os acessórios são pintados em cinza fosco e destacam o aspecto robusto do carro.

No Q3 Vail, a grade dianteira tem uma espécie de ressalto na área onde será colocada a placa, e os filetes são bicolores: as laterais são cinza fosco e a parte frontal tem acabamento brilhoso.

As entradas de ar laterais enfatizam a aparência “nervosa” do crossover. A área acima delas é revestida por um painel de alumínio, o mesmo material de que é feito o protetor de cárter.

Nas laterais, destacam-se os estribos – acessórios que a Audi vai estender aos outros Q3 – e os racks feitos especialmente para transportar skis e snowboards, de acordo com a vocação para a qual o conceito foi pensado. Os racks ainda têm uma função especial: iluminar a área ao redor do carro, graças a LEDs integrados na estrutura do rack dianteiro que são controlados por botões no módulo do teto.

O Vail é marcado também por uma placa na alavanca do câmbio e é 40 milímetros mais largo e 30 milímetros mais alto que o “original”. Outra característica do conceito é a integração do escapamento duplo à área do difusor.

O interior do veículo é todo em preto, cinza e vermelho. O painel de instrumentos é coberto de couro com costura contrastante em cinza titânio. O couro da parte superior do painel é cinza com costura vermelha. Esse esquema é replicado nos descansos de braço das portas dianteiras e traseiras.

Na parte central do painel, o destaque é para o alumínio, que se destaca como moldura do velocímetro e do conta-giros.

Para animar o crossover, a Audi disponibilizou um motor TFSI turbocharged de 2.5 litros e cinco cilindros com injeção direta de combustível que entrega 318 cv. O propulsor está acoplado a um câmbio S tronic de sete velocidades que transmite a potência do motor para o sistema Quattro de tração integral da casa de Ingolstadt.





Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Peugeot 208 Velvet Ice Limited Edition

Antes do lançamento oficial, em março, o compacto francês ganha uma edição limitada


O 208 ainda nem teve sua comercialização oficial iniciada – o lançamento é só em março, mas algumas revendedoras já estão aceitando pedidos –, e já recebeu uma edição limitada para dar um gás extra no início de sua vida comercial. A Velvet Ice Limited Edition será vendida em 18 países europeus.


A exclusividade dessa edição, que só será disponibilizada na versão três portas, começa na cor, chamada de 208 Ice Velvet. No exterior, destacam-se ainda os detalhes em cromado escuro nos retrovisores e na grade dianteira, e o cromado claro no escapamento e na moldura das janelas. O visual é complementado por rodas de liga leve de 17 polegadas.

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Rolls-Royce tem o melhor ano de sua história

Com uma vantagem de 191 carros, a marca inglesa consegue bater recorde que datava de 1978

Rolls-Royce Ghost


Assim como a Bentley – antiga parceira e conterrânea que também disputa o segmento dos sedãs superluxuosos –, a britânica Rolls-Royce fechou 2011 com crescimento expressivo e novo recorde no volume de vendas. A tradicional marca premium, hoje pertencente ao grupo BMW, emplacou 3.538 carros no ano passado, o que representa alta de 31% em relação ao volume comercializado em 2010, quando a fabricante inglesa conseguiu finalizar 2.711 vendas.

Além da taxa de crescimento bastante expressiva – a Bentley teve incremento semelhante, na ordem de 37% –, a Rolls-Royce comemora o melhor resultado de toda a sua história, batendo um recorde que já datava de 1978. Naquele ano, a marca britânica havia emplacado 3.347 unidades. Dessa forma, 2011 se torna a nova referência para uma fabricante que já acumula 107 anos de história.

A China já figura como mercado mais importante para a RR, seguida pelos Estados Unidos. As vendas no continente asiático tiveram incremento de 47%, enquanto o volume comercializado na América do Norte cresceu 17%. O Oriente Médio também despontou no ano passado, com alta de 23%. A demanda maior foi capitaneada principalmente pelo sedã de entrada Ghost, incluindo a variante com plataforma estendida (foto acima).

No ano passado, a Rolls-Royce ganhou representação oficial no Brasil. A concessionária da marca deve ser inaugurada em São Paulo em março deste ano. De acordo com as estimativas da Via Itália, importadora oficial da marca inglesa por aqui, a meta é vender cerca de 15 unidades por ano. O Ghost deve custar a partir de R$ 2 milhões, e a quantia cobrada pelo Phantom pode chegar por iniciais R$ 2,8 milhões.

Rolls-Royce Phantom


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Ford Fusion Hybrid promete ser mais econômico que os rivais

Em rodagem elétrica na variante plug-in, sedã híbrido deve atingir consumo equivalente a 42,5 km/l


Lançado no mercado norte-americano em março de 2009, o Fusion Hybrid é uma das apostas da Ford para conquistar consumidores interessados em reduzir gastos com combustível. A nova geração do modelo, apresentada junto com o sedã convencional no Salão de Detroit, traz inovações importantes, com o objetivo de superar a média de consumo dos rivais diretos Toyota Camry Hybrid e Hyundai Sonata Hybrid. Com novo pack de baterias de íons de lítio, em substituição às de níquel-metal, o Fusion Hybrid deve percorrer cerca de 20 km/l na cidade e 18,7 km/l na estrada.


Os ganhos em relação às médias da atual geração – que registra 16 km/l na cidade e 18 km/l na estrada – também foram possíveis graças à adoção de um novo motor 2.0 litros a gasolina, em substituição ao antigo 2.5 litros. O downsizing, de acordo com a Ford, permitirá ao Fusion híbrido consumo mais eficiente que Camry Hybrid – mais 1,7 km/l na cidade e 2,1 km/l na estrada – e Sonata Hybrid – mais 5,1 km/l na cidade e 1,7 km/l na estrada.

A versão híbrida plug-in deve levar o sedã para um patamar ainda superior. O Fusion Energi promete ser o mais eficiente da categoria em todo o mundo, com consumo equivalente a 42,5 km/l em modo elétrico – marca 3,4 km/l maior que o do elétrico Chevrolet Volt e 5,5 km/l maior que o do híbrido plug-in Toyota Prius. É a mesma marca alcançada pelo Focus Electric, lançado recentemente no mercado norte-americano.

O novo Ford Fusion Hybrid deve chegar ao mercado norte-americano no segundo semestre deste ano. O sedã é produzido na fábrica da Ford em Hermosillo, no México, mas ganhará reforço de uma unidade no estado norte-americano do Michigan. A atual versão do três volumes emplacou 226.445 unidades nos EUA em 2011 – cerca de 5% desse total corresponde à variante híbrida. No Brasil, o Fusion Hybrid é vendido por R$ 133.900.



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Chevrolet apresenta os Cupês conceituais Tru 140S e Code 130R

Um tem visual sóbrio e comportado. E o outro é agressivo e futurista

Tru 140S


A General Motors aproveitou o Salão de Detroit para mostrar que é capaz de extravasar a criatividade dentro de uma mesma categoria. Enquanto o Chevrolet Code 130R surpreende pela sobriedade e pelo jeitão de Camaro ‘antiquado’, o Tru 140S cativa pelo aspecto futurista e pela proposta que explora a aerodinâmica e a esportividade. Ambos são tratados, pelo menos por enquanto, apenas com status conceitual.

O comportado Code 130R se diferencia pela carroceria de cupê compacto com três volumes, além da tração traseira. O Tru 140S tem tração dianteira e carroceria que se assemelha a cupês como o Hyundai Veloster. Ambos utilizam um propulsor 1.4 litro Turbo Ecotec com 150 cv de potência e sistema de partida eAssist.

Para otimizar os gastos energéticos, os dois cupês têm tecnologia stop/start, sistema de regeneração de energia e motor elétrico auxiliar, que configura uma propulsão semelhante aos híbridos convencionais. O câmbio pode ser manual ou automático, com seis marchas nos dois casos. Se chegassem às vias de produção, os cupês custariam cerca de US$ 20 mil, de acordo com estimativas da GM.


Code 130R



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Teste: BMW 550i - Fotos e ficha técnica

Sedã alemão reúne o melhor do luxo e da esportividade que simbolizam a excelência dos carros BMW


Cada marca tem seu modelo mais emblemático. São os que simbolizam o melhor que a montadora pode oferecer. Por isso, costumam exibir tudo que a fabricante faz de melhor. E, no caso da BMW, este papel é do Série 5. E, mais precisamente, o 550i, versão topo de linha do sedã médio-grande. Como a tradição da marca aponta, é o Série 5 que faz a ponte mais apropriada entre potência e requinte com absoluta competência. Com um V8 de 407 cv, estabilidade elogiável e uma cabine digna de jatinho particular, o carro é uma referência no segmento. E, obviamente, isso tem um preço. No caso do 550i, são nada módicos R$ 396 mil. Mas, pelo menos, cumpre o que promete: entregar uma combinação única de tecnologia, esportividade, luxo e suavidade.


Ao menos, a fama e a tradição do modelo ajudam a amenizar o susto que a etiqueta de preço proporciona. Desde a sua primeira geração, de 1972, o três volumes era reconhecido como um dos melhores de sua classe. Não é à toa que durante os seus mais de 40 anos de vida e seis gerações, já foram comercializadas mais de 5 milhões de unidades do médio-grande alemão. No Brasil, obviamente, o desempenho de mercado não é nada impressionante. A quarta geração do modelo, comercializada no final da década de 90 até chegou a ser bem conhecida aqui. Mesmo assim o Série 5 é um carro exclusivíssimo. Para se ter noção, em 2011 foram comercializadas pouco mais de 120 unidades do 550i, em uma média de 10 carros vendidos por mês. Até porque, com a estratégia de vender o Série 3 na faixa dos R$ 100 mil, o médio-grande virou o sedã de status da marca. Aquele que faz cabeças virarem nas esquinas.


Essa tal fama da Série 5 vem muito por causa do seu desempenho. E é exatamente na versão topo de linha que isso fica mais claro. Afinal, na 550i, o valor cobrado pela marca é quase tão impressionate quanto a ferocidade do motor que fica sob o capô. Lá está um V8 de 4.4 litros biturbo que permite ao carro ter um desempenho dos mais instigantes. São 407 cv disponíveis a 6.400 giros e um volumoso torque de 61,2 kgfm que fica disponível entre 1.750 e 4.500 rotações. A transmissão automática de oito marchas feita pela ZF joga a força para as rodas traseiras e, assim, o zero a 100 km/h é feito em 5 segundos. Nada mal para um sedã de 1.830 kg, repleto de equipamentos de conforto. E a máxima é de “apenas” 250 km/h por causa do limitador eletrônico.


A grande quantidade de eletrônica também está distribuída no resto do carro. Na suspensão, por exemplo, o 550i usa amortecedores com controles eletrônicos, que mudam o nível de rigidez conforme a solicitação do motorista. Para isso, basta escolher uma das quatro definições do Dynamic Drive: Comfort, Normal, Sport e Sport+. O equipamento também modifica as respostas do acelerador, transmissão e peso da direção, que ficam mais ou menos reativas e diretas.


Obviamente, o conforto também não poderia ser esquecido. A lista de equipamentos é farta nesse aspecto. Existem itens triviais para um carro deste porte, como ar-condicionado de quatro zonas, câmara de ré, bancos com ajustes elétricos e outros bastante interessantes, como a tela de 8,8 polegadas com GPS com mapas em 3D, as duas telas extras para os bancos traseiros e o controle de cruzeiro adaptativo. No quesito segurança, o BMW vem com seis airbags, ABS com EBD e controles de estabilidade e de tração.


Na briga entre os médios-grandes, não poderiam faltar os rivais à altura. Portanto, estão lá Mercedes-Benz e seu E500 e Audi com o A6. Ambos também procuram fazer a ligação entre desempenho e requinte. A favor da BMW, no entanto, está a tradição em fazer carros rápidos e confortáveis com maestria. E o 550i é uma das principais provas disso.


Ponto a ponto


Desempenho – É absolutamente arrebatadora a maneira como o BMW 550i ganha velocidade. O V8 biturbo move o sedã médio-grande com grande vitalidade e parece tranformar o carro de 1.830 kg em um esportivo ligeiro quando se pressiona o acelerador. Muito disso é “culpa” do brutal torque de 61,2 kgfm que fica disponível na longa faixa entre 1.750 e 4.500 rpm. Portanto, em praticamente qualquer situação, o propulsor entrega a sua força máxima. O câmbio automático de oito marchas é muito bem escalonado e faz trocas em ótimas velocidades. O zero a 100 km/h é feito em 5 segundos. Nota 10.

Estabilidade – Dependendo da escolha no Dynamic Drive, o comportamento do 550i muda radicalmente. No acerto mais esportivo, ele se torna um devorador de curvas, com suspensão bem dura e muita aderência. No modo mais confortável, os amortecedores ficam mais moles e a carroceria rola um pouco mais. Mesmo assim, em nenhum momento ele sequer sugere qualquer perda de aderência ou da trajetória correta. Em acelerações fortes e frenagens bruscas, o carro também se comporta da melhor maneira possível, sem qualquer “efeito gangorra”. Nota 10.

Interatividade – As funções vitais do carro são simples de serem controladas, com comandos intuitivos e bem localizados. O volante reúne botões do sistema de som, Bluetooth, computador de bordo, borboletas para trocas de marcha e controle de cruzeiro adaptativo. O iDrive, que comanda o sistema de entretenimento evoluiu com o tempo, mas ainda tem um funcionamento um tanto confuso. São muitas funções diferentes comandadas apenas pelo botão giratório no console central e é necessário algum tempo para se adaptar. O comando para o sistema de telas de LCD traseiras também é confuso. Nota 8.

Consumo – O BMW 550i conseguiu a média de 6,5 km/l. Um número bom para um modelo com motor V8 de 4.4 litros e quase duas toneladas. Ainda não há medições do InMetro para o sedã. Nota 7.

Conforto – Os bancos são revestidos de um couro de ótima qualidade, têm bons apoios de lombar, coxas e laterais e a espuma é de ótima densidade. No modo mais confortável do Dynamic Drive, a suspensão fica bem molenga, o que deixa o carro bastante confortável. Nas definições mais esportivas, como não poderia deixar de ser, as imperfeições do piso são passadas para o interior sem grandes cerimônias. Apesar de ter cinco cintos de segurança, o terceiro ocupante do banco traseiro viaja com pouco conforto. Tanto pelo alto túnel da transmissão, que rouba o espaço das pernas, quanto pelo próprio desenho do assento, que é elevado no meio. O 550i, como qualquer sedã médio-grande, foi pensado para quatro passageiros viajarem. Com muito conforto. Nota 9.
 

Tecnologia – A plataforma é nova, de 2010, com larga utilização de materiais nobres. O trem de força também é dos melhores, com um motor biturbo e uma nova transmissão automática de oito velocidades. A suspensão adaptativa torna o modelo muito versátil e a lista de equipamentos é outro destaque, com sistema de entretenimento e GPS com tela de 8,8 polegadas e som de alta fidelidade, ar-condicionado de quatro zonas, seis airbags, controle de estabilidade, câmara de ré, assistente de estacionamento, telas individuais traseiras, entre outros. Nota 10.


Habitalidade – A imensa quantidade de equipamentos eletrônicos e difusão de madeira e couro no interior sacrifica um pouco a quantidade de porta-trecos no médio-grande bávaro. Mesmo assim, um nicho com bom tamanho se esconde no console central, que pode abrigar uma boa quantidade de objetos. Os acessos são muito bons, com vãos de abertura decentes. O porta-malas leva 520 litros de bagagem. As alças não tem amortecedores, mas ficam escamoteadas no interior do compartimento. Nota 9.

Acabamento – Em todos os lugares por onde se olha, existe material de alta qualidade e com ótima montagem. A parte central do painel recebe acabamento em madeira, enquanto que um bom pedaço do console central tem o mesmo couro de ótima qualidade que reveste o volante e os bancos. Nota 10.

Design – É um carro com design sóbrio, tipicamente alemão, mas agradável. Todos os volumes são harmônicos e combinam entre si. Um olhar cuidadoso mostra que a carroceria é lotada de vincos, que passam a impressão de um carro “musculoso”. As rodas de 19 polegadas têm 10 raios e desenho clássico. Nota 8.

Custo/benefício – É uma máquina lotada de tecnologia, conforto e capaz de um desempenho avassalador. Mesmo assim, R$ 396.050 é um preço difícil de justificar racionalmente. Mesmo quando comparado com os seus concorrentes alemães, o 550i é caro. O Mercedes-Benz E500 custa R$ 421 mil, mas é blindado, enquanto o recém-lançado Audi A6 custa R$ 272 mil, mas é menos potente – 300 cv – e tem de ser recheado por fora. Nota 4.

Total – O BMW 550i somou 85 pontos em 100 possíveis.
 

Primeiras impressões


Ao toque de um botão

Na essência, um Série 5 deve oferecer prazer de dirigir e conforto a todos os ocupantes, principalmente no banco de trás – no caso de um chofer ficar com o “trabalho duro”. E, na versão topo de linha, a 550i, essa vida dupla está absolutamente explícita. O contraste de dados, como a aceleração de zero a 100 km/h em meros 5 segundos e uma distância entre-eixos de quase três metros, mostram o quão diferente o 550 pode ser dependendo do que o motorista exigir.

Para deixar essa escolha ainda mais fácil, a BMW equipou o modelo com um sistema que permite escolher a resposta do veículo. O Dynamic Drive fica posicionado ao lado da alavanca do câmbio e tem quatro especificações que mudam tudo. No modo Comfort, por exemplo, a suspensão fica bem macia – dá para perceber a frente do carro subindo e descendo nas imperfeições –, as respostas do motor ficam mais suaves e as trocas de marcha são feitas em rotações mais baixas. A Série 5 fica com a suspensão molenga ao extremo. É quase como se a fera de 407 cv e 61,2 kgfm tivesse sido amansada.

Mas aí é só acionar o modo Sport que parece que outro carro surge. Os amortecedores endurecem bastante – a ponto de deixar uma viagem um tanto desconfortável – e o trem de força “se anima”. Nessa situação, basta pisar fundo no acelerador para ver o corpo do motorista espremido contra o banco e a paisagem do lado de fora passando em alta velocidade. A linearidade que o motor biturbo entrega a força é espantosa e dá a impressão que se trata de um propulsor aspirado. A sonoridade também é instigante. Mesmo com o isolamento acústico praticamente perfeito, o “borbulhar” do V8 invade agradavelmente a cabine. A transmissão de oito marchas também merece elogios por fazer trocas rápidas e virtualmente imperceptíveis. Entretanto, apesar da ótima dinâmica que os modos mais permissivos do Dynamic Drive podem proporcionar, falta um pouco de interação entre o motorista e o carro. A direção com assistência elétrica é muito artificial e, em situações extremas, não passa a sensação de precisão que o desempenho sugere.

Ao menos, por não ter esse comprometimento com uma esportividade absurda, há espaço para valorizar mais atributos que melhoram o conforto a bordo. É o caso por exemplo do controle de cruzeiro adaptativo. O seu funcionamento é bem simples. Basta apertar um botão e escolher a velocidade desejada. A partir daí, o radar na dianteira monitora o trânsito na frente e acelera e freia automaticamente. O motorista só precisa mover o volante. Isso se alia ao acabamento interno sublime, GPS com mapas em 3D, sistema de som de alta-fidelidade, tela de 8,8 polegadas no console central e mais outras duas atrás dos encostos dos bancos dianteiros. Ou seja, se por um lado o 550i se assemelha a um esportivo feroz, por outro, é um confortável sedã executivo. Basta escolher qual se quer usar a cada dia.


Ficha técnica


BMW 550i

Motor: Gasolina, dianteiro, longitudinal, 4.395 cm³, dois turbos, oito cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro e comando duplo no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial. Acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio automático com oito marchas à frente e uma a ré, com opção de mudanças sequenciais na manopla do câmbio ou através de borboletas no volante. Tração traseira. Controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 407 cv a 6.400 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 5 segundos.
Velocidade máxima: 250 km/h limitada eletronicamente.
Torque máximo: 61,18 kgfm entre 1.750 e 4.500 rpm.
Diâmetro e curso: 88,3 mm X 89 mm. Taxa de compressão: 10,0:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços em alumínio, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente com braços múltiplos em alumínio e molas helicoidais. Controle eletrônico de rigidez dos amortecedores e de estabilidade.
Pneus: 245/40 R19 na frente e 275/35 R19 atrás.
Freios: A discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD e assistente de frenagem de emergência.
Carroceria: Sedã com quatro portas e cinco lugares. Com 4,89 metros de comprimento, 1,86 m de largura, 1,46 m de altura e 2,96 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e do tipo cortina.
Peso: 1.830 kg.
Capacidade do porta-malas: 520 litros.
Tanque de combustível: 70 litros.
Produção: Dingolfing, Alemanha.
Lançamento mundial: Fevereiro de 2010.
Lançamento no Brasil: Junho de 2010
Itens de série: Dynamic Drive, sensor de chuva e de luminosidade, retrovisores eletrocrômicos, computador de bordo com display digital, iDrive, controle de cruzeiro adaptativo, câmara de ré, direção ativa, ar-condicinado quadri-zone, revestimento interno em couro, tapetes em veludo, rádio/CD/MP3/Bluetooth e GPS com tela de 8,8 polegadas, duas telas na traseira, seis airbags, ABS com EBD, controle de estabilidade e de tração, faróis bixenôn, teto solar de cristal elétrico e rodas de liga leve de 19 polegadas.
Preço: R$ 396 mil.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Jaguar Land Rover está em dúvida sobre local de fábrica no Brasil

Empresa pertencente ao grupo Tata deve reproduzir por aqui estilo de produção da Índia


Declarações do CEO da Jaguar Land Rover, Ralf Speth, durante o Salão de Nova Déli reascenderam as discussões sobre a instalação de uma fábrica da marca inglesa no Brasil. De acordo com o executivo, a estratégia faz parte da expansão dos negócios da companhia britânica nos mercados emergentes. A unidade industrial brasileira, portanto, repetiria o modo de produção das instalações indianas do grupo. Segundo apuração do periódico norte-americano Wall Street Journal, a JLR considera três polos automobilísticos já consolidados no Brasil, sem mencionar, porém, quais são as opções em questão.


De olho no mercado latino-americano, a fábrica brasileira da JLR deve começar montando modelos da Land Rover. A unidade indiana que servirá de referência para as instalações nacionais monta, em formato CKD, o utilitário Freelander, desde o ano passado. No final de 2011, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, participou de uma reunião com o diretor-presidente da Jaguar Land Rover do Brasil, Flavio Padovan.

Apesar de não confirmar a pauta do encontro, a Jaguar Land Rover já teria atingido demanda suficiente no mercado nacional para justificar a instalação de uma linha de montagem brasileira. Nos anos 1990, a empresa inglesa chegou a produzir o jipe Defender por aqui, no sistema de CKD, em São Bernardo do Campo, São Paulo. Neste regime, as peças e componentes chegam de várias partes do planeta, e são apenas montadas localmente.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Lançamentos da Citroën em 2012

Marca francesa comemora resultados e acredita em maior crescimento


A Citroën divulga seu balanço de vendas em 2011, apontando crescimento de 7,1% em relação ao ano anterior (90.036 unidades ante 84.056). Com isso, a marca passa a ter 2,64% de participação no mercado de automóveis e comerciais leves no Brasil, porcentagem ligeiramente maior que os 2,53% que tinha em 2010.


Para 2012, a fabricante francesa acredita em um resultado mais expressivo, principalmente por conta do “lançamento de grandes novidades em termos de produto e a expansão da rede de distrubuição para 185 concessionárias até dezembro”. A marca não confirma, mas já se sabe que as duas novidades serão: a segunda geração do hatch C3 (acima) e o esportivo DS3 , concorrente do Mini Cooper.


Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Site oficial da Hyundai no Brasil

Primeiro compacto nacional será um hatch com motores 1.0 e 1.6 Flex


A Hyundai do Brasil colocou na internet o site oficial da fábrica que a marca está construindo em Piracicaba, no interior de São Paulo. Entre outras informações veiculadas, a montadora anuncia a fabricação de seu novo carro nacional (conhecido até o momento pelo nome-código HB), que será lançado no final deste ano no mercado brasileiro.


O primeiro modelo da linha será um hatch e terá motores 1.0 e 1.6, com sistema Flex.

Segundo a fabricante, será uma novidade mundial produzida apenas em nosso país, adaptada ao gosto do consumidor brasileiro, dentro dos padrões de qualidade e design encontrados nos carros importados.

A fábrica vai ocupar uma área de 1,3 milhão de metros quadrados e terá 70 mil metros de área construída, o equivalente a um investimento de US$ 1 bilhão.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Carro do Ano na Europa - Confira os sete finalistas

Grande vencedor será anunciado na abertura do Salão de Genebra, em março.



O júri composto por 58 jornalistas especializados de 22 países da Europa decide quais são os sete finalistas ao prêmio de Carro do Ano no mercado europeu. O resultado final será divulgado num evento de premiação que acontecerá na abertura do Salão de Genebra (Suíça), que será realizado para o público entre os dias 8 e 18 de março. Confira abaixo os sete finalistas.


                               Citroën DS5

                               Range Rover Evoque

                               Ford Focus

                               Fiat Panda

                               Volkswagen Up!

                               Toyota Yaris

                               Opel Ampera

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Volkswagen Jetta híbrido

Sedã é capaz de fazer até 19,2 km/l com motor a combustão ajudado pelo elétrico


 
A Volkswagen levou a sério o projeto do Jetta híbrido. O carro é uma das novidades que serão mostradas no Salão de Detroit (EUA), entre os dias 14 e 22 deste mês de janeiro, com qualidades raramente vistas em sedãs híbridos do mesmo segmento. Até a parte aerodinâmica recebeu cuidados especiais: há pneus de baixa resistência à rodagem, nova grade dianteira e outros elementos da carroceria que reduziram o arrasto aerodinâmico em 10% em relação à versão convencional, entre outros itens.


Usando o motor 1.4 turbo, de 150 cavalos, em conjunto com o elétrico de 27 cv, o sedã pode consumir apenas um litro de gasolina a cada 19,2 km/l, se a ideia for economizar combustível. Nesse caso, também são aliados os sistemas stop-start e o que aproveita a energia dos freios para recarregar as baterias instaladas atrás dos bancos traseiros. Detalhes: o motor elétrico entra em ação automaticamente toda vez que o carro estiver a menos de 135 km/h. E se a intenção é extrair o máximo de desempenho, os dois motores (elétrico e a combustão) passa a funcionar juntos. Segundo a fabricante, o Jetta híbrido pode ir de 0 a 100 km/h em 9 segundos.


Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Vídeo: Avaliação do Mercedes-Benz SLS AMG Roadster

Mercedes SLS Roadster

Vídeo: Novo Dodge Dart 2013 - Pimeiras impressões

Dodge Dart 2013

BMW foca na Série 3 para aumentar números em 2012

Em 2011, vendas globais de BMW, Mini e Rolls-Royce cresceram 14,2%


Inspirada pelos resultados positivos no último ano (em 2011, a marca atingiu o recorde de vendas de 1,67 milhão de veículos), a BMW AG pretende superar seus números na segunda metade de 2012. A alavanca para a conquista de tal resultado é o lançamento da nova Série 3, previsto para o próximo mês.


A montadora alemã informou que as vendas globais de BMW, Mini e Rolls-Royce apresentaram crescimento de 14,2% no último ano. Para se ter uma ideia, a rival Daimler, que compreende Mercedes, Smart e Maybach, fechou o último ano com venda combinada de 1,36 milhão de veículos, um aumento de 8%.

“Pensando à frente, pretendemos continuar crescendo, balanceando o aumento nas vendas em todos os continentes. Além disso, planejamos seguir como a montadora premium que mais vende no mundo em 2012”, disse Ian Robertson, chefe de vendas da BMW.

“Começamos o ano de 2012 com uma lista grande de pedidos e uma gama de modelos nova. Isso deve gerar mais vendas”, completou Norbert Reithofer, CEO da BMW.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Nissan revela Pathfinder Concept por inteiro

Protótipo que adianta linhas da quarta geração do utilitário japonês é mostrado em Detroit


Após alguns teasers, a Nissan finalmente mostrou por completo o conceito que adianta a próxima geração do Pathfinder. A quarta geração do utilitário esportivo japonês será colocada à venda a partir de setembro deste ano, já como modelo 2013. O futuro modelo faz parte da estratégia da Nissan de chegar ao fim de 2012 com pelo menos 70% de sua gama renovada ou reestilizada.


Além das linhas completamente atualizadas de acordo com a nova proposta de design da Nissan, o novo Pathfinder pretende conquistar mais participação de mercado por meio de mais espaço interno e melhor acabamento. O SUV será construído sobre a plataforma que já serve ao Infiniti JX e ao Nissan Murano, com carroceria mais aerodinâmica que a atual. Nos EUA, os principais rivais serão Ford Explorer, Jeep Grand Cherokee e Dodge Durango.

Munido de tração integral e com sete lugares, o Pathfinder Concept é equipado com o propulsor V6 3.5 litros de 268 cv do JX, acoplado a um câmbio de transmissão continuamente variável. De acordo com a Nissan, esta caixa irá proporcionar uma economia de combustível de até 25%, transformando o Pathfinder no SUV de sete lugares mais eficiente do mercado.

No Brasil, o Pathfinder deixou de ser vendido pela Nissan em 2010. O modelo funcionava apenas como carro de imagem da marca japonesa, e amargava vendas pífias. Em 2010, foram apenas 145 unidades emplacadas do utilitário no mercado nacional. À mesma época, a Nissan também interrompeu a venda do crossover Murano e do SUV X-Trail.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Novo Dodge Dart 2013 - Fotos

Modelo chega com três opções de motores e câmbio e cinco versões de acabamento


A Dodge revelou oficialmente nessa segunda-feira (09) seu novo sedã compacto (médio para o padrão brasileiro), Dart. O modelo, que é o primeiro veículo totalmente novo do grupo Chrysler, concebido sob a gestão da Fiat, chega ao mercado norte-americano para substituir o Caliber, carro de entrada da marca que brigava na categoria dos hatch, mas que parecia um pequeno crossover.


Desenvolvido sobre a plataforma C-Evo, do Alfa Romeo Giulietta – que é uma evolução da base do Fiat Bravo – o Dart carrega um visual bastante agressivo, característica típica da marca norte-americana.

O modelo tem linha de cintura ascendente, fazendo com que o sedã pareça maior do que é. A dianteira é marcada pela grade dividida em dois andares e que, dependendo da versão, pode ter um aplique em “black piano”, dando a impressão de uma grande boca.

Na traseira, as lanternas, inspiradas nas do irmão maior, Charger, é uma peça única que vai de uma ponta a outra. O interior, que havia sido mostrado no dia 13 de dezembro do ano passado , exala tecnologia. O carro carrega duas telas de LCD, uma no painel central de 8,4”, enquanto a outra fica alojada no painel de instrumentos, que pode ser configurada para mostrar um velocímetro digital ou analógico, dependendo do gosto do motorista.

O modelo tem a sua disposição os motores 2.0, 2.4 e 1.4 16V Turbo, este último de origem Fiat e com sistema MultiAir capaz de fazer 17 km/l de gasolina. Todos eles vêm com transmissão manual, mas os dois primeiros blocos podem ser acoplados também a uma transmissão automática de seis marchas, enquanto o propulsor da marca italiana pode trabalhar junto com uma automatizada de dupla embreagem e seis velocidades.

O novo Dodge Dart terá cinco versões – SE, SXT, Rallye, Limited e R/T – e suas vendas começam ainda no primeiro semestre deste ano nos Estados Unidos. Ele formará o trio norte-americano, junto ao Ford Focus e Chevrolet Cruze, e terá como rivais, além desses dois, os asiáticos Toyota Corolla,Hyundai Elantra e Honda Civic.

Rumores apontam que este sedã deverá dar origem a um equivalente da Fiat, ou seja, uma espécie de novo "Linea", porém, mais sofisticado e maior.

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