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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Salão de Detroit faz prévia para profissionais do setor

Evento abre as portas no dia 14


Depois de dois dias de imprensa, o Salão de Detroit recebeu na quarta-feira, 11, os profissionais do setor. A organização aguarda cerca de 21 mil executivos, engenheiros e consultores nos dois dias de prévia para a indústria. No sábado, 14, a mostra será aberta ao público.


O evento contabiliza cerca de 40 lançamentos, 93% deles são veículos globais. Bill Perkins, presidente desta edição da exposição, afirma que os dias de apresentações para jornalistas superaram as expectativas. Foram realizadas 35 coletivas de imprensa, com mais de 5,2 mil profissionais credenciados.

Lançamentos do Salão do Automóvel de Detroit



Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Falcon F7, novo carro apresentado em Detroit

Bólido produzido de forma artesanal no Michigan terá 10 unidades este ano


Nem só de grandes marcas vive um salão automobilístico como o de Detroit. Prova disso é a presença do Falcon F7, superesportivo com DNA essencialmente local. O carro foi construído de forma independente por Jeff Lemke, que já trabalhou com o fornecimento de peças para as Big Three, como são conhecidas as três grandes montadoras norte-americanas sediadas em Detroit: General Motors, Ford e Chrysler.


O Falcon F7 é construído sob um chassi monocoque de competição feito de alumínio, com possibilidade de abrigar diversas variantes dos motores LS da GM. Se a opção for por um LS3, o Falcon F7 ganha desempenho digno de Corvette, com seus 430 cv de potência. Mas você pode querer um pouco mais de adrenalina – e então o F7 se torna o Corvette ZR1, com propulsor LS9 V8 de 6.2 litros e nada menos que 650 cv.

Apesar do sangue americano, o bólido de Detroit não esconde sua inspiração nas Ferrari mais italianas. As linhas, por exemplo, lembram a F355, mas também remetem a modelos clássicos como F40 e 288 GTO. Além disso, há detalhes como o painel de vidro que mostra as tampas de válvula do conjunto mecânico, assim como na 360 Spider.

O Falcon F7 pesa 1.293 kg, valor razoável para um superesportivo fabricado de forma artesanal. O chassi tubular de alumínio é semelhante ao do Superlite SLC, outro supercarro construído por amantes da alta velocidade. De acordo com os técnicos da equipe de Lemke, o F7 consegue cumprir o zero a 100 km/h em apenas 3,4 segundos e tem fôlego para ultrapassar 300 km/h de velocidade máxima. O interior é bastante atraente, com ar-condicionado, bancos em couro e mimos como CD Player com conexão para Bluetooth e iPod. Com preços entre US$ 195 mil e US$ 250 mil, o bólido americano terá produção limitada em 10 unidades este ano.





Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Jeep aumenta a produção do Wrangler

Demanda pelo jipe compacto de aspecto rústico motiva reforço no ritmo de produção nos EUA


O crescimento de 30% na demanda pelo Wrangler no ano passado fez com que a Jeep optasse pelo incremento na produção do modelo nos EUA. A Chrysler chegou a um acordo com o Sindicato de Trabalhadores da Indústria Automobilística (UAW) e irá transferir 50 funcionários de setores de desenvolvimento de produto para a linha de produção, em dois turnos de 10 horas cada. Com isso, a fábrica de Toledo, em Ohio, conseguirá entregar mais 90 unidades do jipe por dia, além dos 700 produzidos atualmente, a partir de junho.


Em 2011, as vendas do Wrangler nos EUA totalizaram 122.460 unidades, crescimento de 30% em relação ao volume de 2010, enquanto as vendas fora dos Estados Unidos cresceram 10%, atingindo 26.278 unidades. A fábrica, inaugurada em 2006, produz o modelo 20 horas por dia, seis dias por semana, com cada terceiro sábado do mês sem funcionamento. No ano passado, foram construídos 62.798 Wrangler com duas portas e 102.368 Wrangler Unlimited com quatro portas.

Com carrocerias de duas e quatro portas, ambas com a variante conversível, o jipe de aparência rústica, apresentado em 1987, é um dos ícones mundiais da marca. Atualmente, o utilitário está na terceira geração, lançada em 2007. Além da produção na fábrica de Ohio, o Wrangler também é construído no Cairo, capital do Egito. Ao longo de sua existência, o modelo também foi produzido em lugares tão diferentes como China, Irã e Canadá. O jipe é vendido no Brasil nas versões Sahara, por iniciais R$ 99.900, e Sport, a partir de R$ 129.900.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Ford reduzirá para nove plataformas até o final de 2013

 Marca do oval azul quer acelerar processo de unificação de suas plataformas ao redor do mundo


A Ford está levando a sério a estratégia conhecida como One Ford. E o diretor de marketing mundial da marca, Jim Farley, revelou que a meta de unificar plataformas ao redor do planeta será ainda mais forte do que o planejado anteriormente. Ao invés de 11 plataformas a partir de 2014, a marca norte-americana quer enxugar suas estruturas para apenas nove até o final de 2013. O objetivo é otimizar custos e possibilitar que um mesmo modelo seja produzido em qualquer lugar do mundo. Apesar de não conseguir precisar quantas plataformas são utilizadas atualmente, e quais serão descontinuadas, a Ford detalhou que, até o fim do ano que vem, terá apenas cinco plataformas globais e quatro plataformas regionais.


As cinco plataformas globais serão: B (Fiesta), C (Focus), C/D (Fusion), Picape Leve (para picapes vendidas fora dos EUA) e Veículo Comercial (Transit). As plataformas regionais contemplam modelos específicos para determinado país ou continente. Um exemplo é a estrutura empregada na Série F, de picapes grandes, exclusivas para o mercado norte-americano. No Brasil, a marca terá apenas produtos globais a partir de 2015. O novo EcoSport, por exemplo, utiliza a plataforma B, assim como o novo compacto que já está em gestão no Centro de Desenvolvimento do Produto, em Camaçari, na Bahia.

O ícone desta estratégia da Ford deve ser o novo Fusion, apresentado recentemente no Salão de Detroit. A nova geração será vendida na Europa como Mondeo. Portanto, o sedã destinado ao mercado europeu deixa de utilizar a plataforma EUCD e passa a ser construído sobre a C/D. Cerca de 80% dos componentes serão comuns em todas as versões mundiais do modelo, acabando com o contraste que existe atualmente entre o Fusion vendido nos EUA e o Mondeo destinado ao Velho Continente. De acordo com a meta da One Ford, 85% das vendas globais da marca em 2013 já corresponderão aos modelos produzidos a partir das nove plataformas que serão mantidas.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Dodge Challenger deverá virar Barracuda

Sucessor do muscle car da Chrysler ganhará nome de peixe violento que ataca turistas no Pará


Na história dos ‘muscle cars’ americanos, o Dodge Challenger sempre foi tratado como uma resposta da Chrysler à dupla de titãs Ford Mustang e Chevrolet Camaro. Por isso mesmo, o esportivo – que estava no limbo desde 1983, quando chegou ao fim a geração em que compartilhou a plataforma japonesa do Mitsubishi Galant Lambda – foi resgatado em 2008, para acompanhar as novas versões com toque retrô de seus dois rivais.


Agora, a existência do “desafiador”, como sugere o significado de seu nome em inglês, foi novamente colocada em xeque. Rumores que correm na imprensa norte-americana dão conta de que o Challenger será substituído por um modelo menor, que possa oferecer níveis mais satisfatórios de consumo. E o sucessor pode ser batizado de... Barracuda.

Se você está imaginando a pronúncia deste nome de peixe – que às vezes vira manchete no Pará por atacar banhistas desavisados – proferida por um norte-americano, não precisa se espantar. Eles já estão familiarizados com a palavra, que inclusive já batizou um cupê esportivo da saudosa Plymouth, fabricado entre 1964 e 1974 pela extinta marca do grupo Chrysler. O modelo ficou carinhosamente conhecido pelos norte-americanos de “Cuda”, o que pode voltar a acontecer se o exótico nome for ressuscitado.

Pelo visto, a influência da Fiat sobre os modelos do grupo Chrysler será maior do que se imaginava. O recém-apresentado Dodge Dart, por exemplo, é um típico caso de carro com dimensões que agradam mais aos europeus que aos norte-americanos. O sucessor do Challenger deve aparecer apenas em 2014. Até lá, o muscle car deve continuar como opção de terceira via. Em 2011, foram 39.534 unidades emplacadas, enquanto Camaro e Mustang venderam nada menos que 88.249 e 70.438 carros, respectivamente.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Chrysler lançará sucessora da picape Dakota

Novo modelo pode até mesmo ter o motor diesel que nunca apareceu nos EUA


Vendida desde 1987, a Dodge Dakota teve três gerações nos Estados Unidos e sua produção na fábrica de Warren, no Michigan, foi descontinuada por lá em agosto do ano passado, sob a promessa de ganhar uma sucessora, proferida pelo poderoso chefão do grupo Fiat, Sergio Marchionne. Agora, o CEO retoma o assunto, ao afirmar que a substituta deve ter carroceria em monocoque, para baratear custos de produção. Esse tipo de carroceria tem estrutura única de materiais compostos, ou seja, não há necessidade de incluir um subchassi ou caçamba separada da cabine.


Além disso, a nova picape, que será vendida pela agora marca Ram, deve ganhar dimensões mais compactas, para jogar no mesmo time de Chevrolet Colorado, Nissan Frontier e Toyota Tacoma. No ano passado, o modelo da Dodge emplacou apenas 12.156 unidades, volume muito inferior ao de anos como 2000, quando foram vendidas 177.395 unidades. Apesar das novas pistas deixadas por Marchionne, a sucessora da Dakota só deve aparecer depois de 2013. A Fiat cogita o desenvolvimento de um inédito motor diesel para o modelo, que também seria aproveitado no Jeep Grand Cherokee.

Vale lembrar que, apesar de os norte-americanos preferirem as picapes grandalhonas, como Ford F-150 e Chevrolet Silverado, o segmento das picapes compactas – para os padrões locais – volta a despertar o interesse das fabricantes após o fim da Ford Ranger por lá. A japonesa Nissan já se mostrou disposta a aumentar o marketing em torno da Frontier para tentar angariar os consumidores órfãos do oval azul. A Chrysler pode seguir o mesmo caminho.

No Brasil, a Dodge Dakota foi produzida de 1998 a 2002, em uma fábrica de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba (PR). Diferente do que ocorria nos EUA, a Dakota brasileira tinha opção de motor diesel, além de três propulsores a gasolina. Em seu auge, a Dakota chegou a liderar com folga o segmento das picapes médias, com 16% de participação na categoria em 2000. A picape fabricada por aqui correspondia à segunda geração da Dakota norte-americana.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Vídeo: Hyundai Genesis Coupe 2013

Hyundai Genesis Coupe 2013


Com um design esportivo agressivo, o veículo conta com dois modelos de motor (4 cilindros e V6). O 3.8 V6 agora traz uma sofisticada tecnologia de injeção direta, enquanto o 2.0 turbo ganhou um compressor mais preciso, com parafuso duplo, e maior intercooler. As transmissões automáticas destes dois modelos agora têm oito marchas, com possibilidade de comando manual por palhetas SHIFTRONIC.


A dianteira agressivamente redesenhada conta com novas grades e faróis, luzes diurnas com LEDs, novos faróis de neblina e novo capô, com extratores de calor simulados.

Juntamente com o novo design mais agressivo do Genesis Coupe, novas cores externas foram disponibilizadas, com sete novos tons incorporados à paleta. As novas cores são: Azul Parabolica, Cobre Catalunya, Branco Monaco, Preto Becketts, Prata Circuit, Cinza Gran Premio e Azul Shoreline Drive.

Vídeo: Acura NSX Concept

Os bólidos do passado e do futuro se encontram no universo de GranTurismo 5


O conceito que adianta a terceira geração do superesportivo NSX está, desde já, cotado para ser um dos grandes destaques desta edição do Salão de Detroit. Mas os fãs da marca japonesa precisarão aguardar mais três anos para verificar o desempenho e as linhas da versão final. Até lá, terão que se contentar com o protótipo exibido pela Acura, divisão da Honda que cuida de carros de luxo e desempenho mais aguçado. Melhor do que as imagens divulgadas pela marca é o vídeo de apresentação do bólido, que você pode conferir logo abaixo.


Após sete anos do fim da segunda geração do NSX, o novo superesportivo nipônico será desenvolvido no Centro de Pesquisa da Honda em Raymond, Ohio. A peça promocional destaca a tecnologia híbrida emprega na construção do futuro NSX. O conjunto, composto por um V6 a gasolina de 300 cv e por dois motores elétricos que somam mais 100 cv, acaba fazendo com que a máquina assuma tração integral, já que o propulsor a combustão gira as rodas traseiras e as unidades elétricas ficam a cargo de movimentar as rodas dianteiras. No vídeo, desenhos gráficos explicam essa tecnologia.

A peça foi criada nos cenários do videogame GranTurismo 5. Mas, sem dúvida, a melhor surpresa do vídeo é a presença do NSX original. Lançado em 1990, o bólido logo ganhou a fama de ser a “Ferrari japonesa”. As inovações tecnológicas, como a carroceria leve totalmente fabricada em alumínio, além da participação do saudoso piloto brasileiro Ayrton Senna na afinação das máquinas, transformaram o NSX em um dos ícones da indústria recente. Por isso mesmo, sua presença no vídeo que antecipa o futuro do modelo é tão bem recebida.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

MINI Roadster é apresentado em Detroit

Conversível chega ao mercado brasileiro em março; capota é aberta de maneira manual


A MINI apresentou o seu novo conversível, o Roadster, no Salão de Detroit, Estados Unidos. A maior novidade do modelo é ser o primeiro MINI conversível de dois lugares que abre a capota manualmente. A previsão é que o carro chegue às lojas da marca, por aqui, no mês de março.


O Roadster 2 cm a menos de altura que o MINI Convertible e tem também centro de gravidade mais baixo. Com o design e projeto focado no conforto para duas pessoas, o veículo possui 3,73 m de comprimento, 1,68 m de largura, 1,39 m de altura e 2,46 m de distância entre-eixos. As rodas de liga leve podem ser de 15, 16 e 17", dependendo do modelo.

Em relação à segurança, o MINI possui melhores propriedades aerodinâmicas, segundo a marca. Tem como itens de série: direção elétrica e controle de estabilidade dinâmica (DSC). Além de controle de tração com EDLC (controle de travamento eletronicamente diferenciado) que é opcional no MINI Roadster e de série no MINI JCW Roadster. O spoiler traseiro é ativado automaticamente quando o carro atinge 80 km/h. O porta-malas tem volume de 240 l.

Itens de conforto não poderiam faltar neste modelo de luxo. Há controle de distância em manobras de estacionamento, Park Distance Control, ar-condicionado e sistema de áudio com MP3 e cabo auxiliar, luzes xenon adaptativas, controle climático automático, sistema de navegação, web rádio com serviços do Google, RSS feeds e uso de redes sociais no modelo.

MINI Cooper Roadster

Possui motor 1.6 quatro cilindros com 122 cv e 16,3 mkgf de torque. Vai de 0 a 100 km/h em 9s2 e chega ao limite de 199 km/h. Segundo a MINI, o carro emite 133 g de CO2 a cada km percorrido. Tem consumo de 17,5 km/l.

MINI Cooper S Roadster

Tem motor 1.6 quatro cilindros que desenvolve 184 cv e torque de 24,5 mkgf. Vai de 0 a 100 km/h em 7s e atinge a velocidade máxima de 227 km/h. O consumo divulgado pela marca é de 16,6 km/l.

MINI John Cooper Works Roadster

A motorização deste modelo é 1.6 TwinPower Turbo, com 211 cv e 25,1 mkgf de torque. Vai de 0 a 100 km/h em 6s5 e chega aos 237 km/h. A emissão de CO2, segundo a marca, é de 169 g/km. De acordo com a fábrica, 13,7 km/l é o consumo médio do modelo.




Fonte disponível no(a): CarroOnline.terra.com.br

Nissan é a montadora que mais cresceu no Brasil em 2011

A Nissan foi a montadora que mais cresceu no Brasil ano passado, se formos comparar o número de emplacamentos da marca em 2011 em relação a 2010


Em 2011 foram emplacados 67.329 automóveis e comerciais leves contra 35.907 unidades no ano de 2010, da marca Nissan. Essa diferença representa um crescimento de 88%, alcançado desde que a fabricante japonesa anunciou o seu plano de alcançar 5% do mercado brasileiro até 2014.


No último mês de 2011, a Nissan passou de 8ª para a 7ª posição de marcas que mais venderam veículos no país.

Entre os modelos Nissan que mais se destacaram em 2011 estão:

Nissan Versa: lançado em novembro de 2011, o modelo já emplacou 2.394 unidades, crescendo 190% comparando os números de novembro (824) e dezembro (2.394);

Nissan Frontier: a picape vendeu 30% a mais, comparando novembro a dezembro de 2011, e fechou o ano com participação de 9,28% no segmento. Um crescimento de 2,73% m relação a 2010;

Nissan March: lançado no final de setembro de 2011, o primeiro popular japonês do Brasil vendeu mais de 3 mil unidades mensais, registrando 6.939 emplacamentos em 2011.
 



Fonte disponível no(a): MotorClube.com.br

Novo utilitário esportivo da Maserati será fabricado nos EUA

Novo modelo da marca italiana começará a ser montado no início de 2013


Não é mais mistério o local onde será montado o primeiro utilitário esportivo da marca italiana Maserati, o Kubang. Segundo o jornal norte-americano, Detroit Free Press, o carro será feito na mesma linha de montagem do Jeep Grand Cherokee e Dodge Durango, em Michigan (EUA). A informação foi confirmada pelo presidente do Grupo Fiat/Chrysler, Sergio Marchionne.


Segundo o executivo, houve o cuidado de manter a informação sobre a montagem do novo Maserato sob sigilo, mas agora chega a vez de provar que os produtos montados nos Estados Unidos podem ter a alta qualidade esperada por clientes de marcas tradicionais europeias. Espera-se que o novo modelo deverá ser produzido num ritmo de 20 mil unidades por ano, com início nos primeiros meses de 2013. Ainda não há mais detalhes sobre o carro, apenas que o motor virá da Ferrari.


Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Audi revela novo A6 Allroad

Terceira geração da perua está mais leve e mais potente


A Audi revelou por completo a terceira geração do A6 Allroad, que conserva diversas características provenientes de sua versão anterior, como altura de rodagem elevada, pneus de grande diâmetro e tração integral. Uma mudança, no entanto, diz respeito ao peso: agora, o A6 Allroad está 70 kg mais leve.


Tal alteração se deve ao emprego de alumínio na carroceria. O modelo conta, ainda, com molas a ar e controle eletrônico de amortecimento.

Equipada com motores V6 de 3.0, a perua oferece quatro opções de propulsor, que são a gasolina com compressor, que gera 310 cavalos, a diesel com turbo (204/245 ou 313 cv) e biturbo, com 309 cv. Este último permite ao A6 acelerar de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos.

Todos – exceto o motor de 313 cv, equipado com câmbio automático de oito velocidades – possuem câmbio S-Tronic de dupla embgreagem e sete marchas. Dentre os destaques do modelo está a possibilidade de alterar a altura de rodagem, que pode ser aumentada em 35 mm ou reduzida em 15 mm.




Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Shelby fará três edições limitadas do Mustang

Criações fazem parte da comemoração pelos 50 anos da marca


Para comemorar seu aniversário de 50 anos em grande estilo, a norte-americana Shelby preparou três edições limitadas do Mustang. O anúncio foi feito no Salão de Detroit, pelo próprio Carroll Shelby, fundador da empresa.


No total, 300 modelos especiais serão fabricados, sendo 100 unidades do Shelby GT500 Super Snake, 100 do GT350 e o restante da GTS. Para aumentar ainda mais a exclusividade dos modelos, a marca anunciou que serão produzidas 50 unidades na cor branca e 50 na cor preta de cada modelo.

O diferencial da edição limitada serão as listras douradas em alusão ao aniversário da marca, interior e rodas criados especificamente para estes carros, freios dianteiros com seis pistões, capa de proteção e o logo comemorativo dos 50 anos.

Em termos de motores, as especificações serão as seguintes: GT500 SS, cupê ou conversível, com potências de 659, 760 e 811 cv. O GT350, cupê ou conversível, terá um motor equipado com supercompressor de 532 ou 663 cv e câmbio manual, ou motor aspirado de 436 cv. O GTS terá motores V6 ou V8, com a opção de inserir um supercompressor.


Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

Volkswagen faz mudanças nos retrovisores para atender nova norma do Contran

Alterações melhoram campo de visão e atendem novas normas brasileiras


A Volkswagen anunciou que os retrovisores de toda a gama de veículos fabricados no Brasil foi atualizada. A mudança inclui as famílias Gol G4, Novo Gol, Golf e Kombi. Tal alteração tem como objetivo cumprir uma nova norma estabelecida pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), que prevê a ampliação do campo de visão em largura e altura, aumentando a segurança nas ultrapassagens, mudanças de faixa ou ao sair e entrar em vagas paralelas.


"Os novos espelhos já estavam sendo adotados em alguns modelos da Volkswagen do Brasil ou naqueles que passaram por mudanças externas, ao longo de 2011. O Novo Fox, por exemplo, foi lançado no segundo semestre de 2009 já com retrovisores adequados à nova legislação. O Polo Hatch e o Polo Sedan também ganharam novos espelhos em julho de 2011, quando passaram por atualizações no design e no conteúdo", afirma Antônio Carnielli, gerente-executivo de Engenharia de Carroceria, Acabamento e Segurança Veicular da Volkswagen do Brasil.

De acordo com a legislação, o motorista deve ser capaz de enxergar uma faixa de estrada com quatro metros de largura em ambos os lados, a partir de vinte metros atrás dos pontos oculares do condutor. Além disso, na região mais próxima, deve-se ter visibilidade lateral mínima de um metro, quatro metros para trás, também nos dois lados do veículo.

Para aumentar o campo de retrovisão e evitar que o retrovisor torne-se muito grande, o que perturba a harmonia de design do veículo, a solução técnica encontrada foi a adoção de lentes convexas, que ampliam a visão sem a necessidade de aumentar muito o corpo do espelho retrovisor.

Fonte disponível no(a): QuatroRodas.abril.com.br

IPVA: é melhor pagar à vista ou parcelar?

 Mesmo tendo o dinheiro, contribuinte pode parcelar se conseguir uma rentabilidade para seu capital superior ao desconto à vista, mas precisa ficar atento aos pagamentos


Neste mês os proprietários de veículos devem tomar uma decisão entre pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) à vista ou em parcelas. Para saber qual a melhor opção, é preciso calcular se o desconto vale a pena.


Quem tem o capital necessário para pagar à vista, deve verificar se o desconto é maior ou menor do que o rendimento de seu dinheiro aplicado. Se o desconto for maior do que o rendimento, é melhor pagar à vista. Se for menor, compensa fazer o pagamento parcelado.

“Quando o desconto do IPVA para o pagamento à vista é de 3%, por exemplo, pode ser melhor pagar em parcelado, já que é possível conseguir uma aplicação bem feita com um ganho de pouco mais de 1% ao mês,” diz Antonio de Azambuja Neto, professor de finanças da Universidade Guarulhos (UnG).

Quando o desconto é superior a 5%, entretanto, é mais interessante não parcelar, já que é mais difícil conseguir uma rentabilidade que atinja este percentual em três meses.

Quem não tem todo o dinheiro do imposto deve parcelar os pagamentos, para evitar começar o ano fazendo novas dívidas. Mas, caso o desconto seja ainda maior do que o valor dos juros do empréstimo para fazer o pagamento, o que é muito difícil, pode tomar o dinheiro emprestado e quitar o IPVA.

Vai parcelar?

Para quem optou pelo parcelamento, Azambuja Neto alerta para a necessidade de atenção na escolha da aplicação e na hora de pagar as parcelas restantes, para não correr o risco de esquecê-las e ter que pagar juros. “Será necessário verificar bem a rentabilidade e não atrasar o pagamento, senão a estratégia de parcelar não valeu a pena,” diz.

Reinaldo Domingos, educador financeiro da DSOP Educação Financeira, sugere para quem for parcelar que "insira imediatamente o valor das prestações no orçamento financeiro."

Ele diz ainda que é preciso lembrar que outras despesas futuras também demandarão capital. "Muitas pessoas acabam sendo influenciadas pelo desconto e esquecem que terá outros compromissos também de grande importância, o que pode levar a problemas financeiros, assim, antes de pagar esteja certo de todas as contas e com reservas para imprevistos," afirma.

Vai pagar à vista?

Para quem optou pelo pagamento à vista, Domingos recomenda que, antes de pagar, o contribuinte tenha certeza que o dinheiro não fará falta para compromissos futuros. Caso contrário, afirma, "ficará vulnerável à entrar no cheque especial ou em financiamentos com juros altos."

Como as famílias brasileiras têm diversas outras despesas no início do ano, além do IPVA, Domingos sugere ainda que a conta de maior prioridade para a família - ou aquela em que o valor do desconto é maior - seja paga de uma vez. "No caso daquelas que têm o carro como fonte de renda, o ideal é dar preferência ao IPVA." O restante deve ser parcelado, diz.

Fonte disponível no(a): Aconomia.iG.com.br

Novo Honda Accord Coupe é mostrado em Detroit

Com visual arrojado, conceito ganhou novo motor 2.4 16V, além de duas opções ecologicamente corretas


A Honda fez sua parte durante o Salão de Detroite apresentou pela primeira vez o conceito do novo Accord. Assim como a Volkswagen e Mercedes-Benz, a fabricante japonesa também começa a focar na sustentabilidade e, para a nona geraçãodo carro, decidiu inovar nas três novas opções de motores que passam a acompanhar o Accord.


Pela primeira vez a marca utilizará o novo propulsor 2.4 16V com injeção direta na versão mais comportada do cupê. Outras novidades são as vertentes “verdes”: uma totalmente elétrica com sistema plug-in e outra híbrida acompanhada do motor 2.0 i-VTEC.

O novo bloco 2.4 16V pode ser acompanhado de um câmbio manual de 6 marchas ou da novatransmissão CVT (continuamente variável). Segundo a Honda, quando equipado com este motor, o Accord chega a desenvolver 181 cv de potência e 24,4 kgfm de torque.

Já a versão mais potente do Honda não passou por modificações na motorização. O Accord V6 continua com um propulsor 3.5 com 6 cilindros em V. Porém, ele ganhou um novo câmbio de 6 marchas automático – também haverá a opção manual. Segundo a marca, houve uma mudança no desempenho do carro, porém, nada foi especificado.

As mudanças visuais são claras no cupê. O conjunto óptico lembra bastante o novo Honda Civic lançado no Brasil . Já os para-choques ganharam um visual mais esportivo, dando uma impressão de "carro bombado" ao Accord. As rodas de 20 polegadas também realçam a esportividade. A Honda afirmou que tanto o modelo cupê quanto o sedã manterão o espaço no habitáculo.

A Honda também quer ser verde

Para aqueles que não querem mais poluir o planeta, o novo Accord elétrico contará com uma bateria de íon-lítio que pode ser recarregada em tomadas de 120 V (sistema plug-in). Segundo a Honda, nesse caso são necessárias 4 horas para a recarga total da bateria. Já nas tomadas de 240 V, esse tempo cai para uma hora e meia. Com este motor elétrico o cupê desenvolve 120 cv.

A Honda também optou por lançar uma versão híbrida para esta geração do cupê. Ainda sem maiores detalhes técnicos, a marca informou que ele contará com um motor 2.0 i-VTEC de quatro cilindros e um câmbio CVT. Além disso, todas as versões contam com o sistema Eco Assist, que torna o funcionamento do veículo mais eficiente.





Fonte disponível no: Carros.iG.com.br

Novo Ford Mondeo chega em 2013 - Veja fotos

Sedã europeu tem pequenas diferenças em relação ao americano, além de ganhar motores a diesel


Pode-se dizer que o Mondeo vestiu melhor a nova roupagem “One Ford” que seu agora irmão gêmeo Fusion. A Ford divulgou duas imagens da versão europeia logo após a apresentação do modelo no Salão de Detroit.


Como se sabe, o Mondeo foi o precursor do estilo Kinetic em 2006, revelado pelo conceito Iosis, mas era uma aplicação bem modesta se comparada aos modelos mais recentes. Por isso, a impressão é que o sedã europeu aceitou com mais facilidade a mudança, com a grade frontal que lembra um Aston Martin (marca que já pertenceu à Ford).

Em relação ao Fusion, o novo Mondeo apresenta pequenas diferenças como as luzes de direção na base dos faróis e com luzes de LEDs e a pintura na cor da carroceria de todo o para-choque.

Já em matéria de motorização, o Mondeo deve adotar os novos 1.6 e 2.0 EcoBoost, mas também oferecer as versões a diesel, populares no Velho Continente. A estreia do novo Mondeo está marcada para o início de 2013.




Fonte disponível no(a): Carros.iG.com.br

Avaliação: Novo Honda Civic 2012

Visual do carro continua semelhante ao anterior


A Honda ficou assistindo as vendas do New Civic caírem mês atrás do outro enquanto seu principal rival, o Corolla, já havia passado inclusive por um facelift no começo do ano para se recuperar também.


E aos 45 do segundo tempo de 2011 o Civic 2012 - sim, agora sem o New – chega para se colocar novamente na briga dos sedãs médios que junto do segmento de compactos foi o mais aquecido neste ano e com grandes novidades. Os preços iniciam em R$ 69.700 na versão LXS manual, mas podem chegar até R$ 85.900 na versão EXS, oferecida apenas com câmbio automático.

Se o visual do Civic não foi nada de revolucionário como quando o New Civic foi lançado, em compensação a Honda caprichou no recheio e mexeu em um ponto crucial para o sedã após a chegada do City: o tamanho do porta-malas, uma vez que o City, mesmo sendo menor tinha maior espaço de carga.

O visual do carro continua semelhante ao anterior, uma vez que foram mantidas as linhas principais, mas realizadas mudanças pontuais, além de outras exclusivas para o mercado brasileiro. No quesito dimensões, o Civic manteve a largura e a altura inalteradas, enquanto diminuiu 3 cm no entre-eixos e aumentou 1,6 cm no comprimento, graças ao desenho dos para-choques.
 

Seus faróis estão mais estreitos e as setas agora são transparentes. Na tampa do porta-malas, as lanternas foram modificadas e passaram do formato horizontal, para uma forma mais compacta e vertical. Na versão destinada ao mercado brasileiro, refletores foram aplicados na tampa do porta-malas como uma extensão das lanternas. Novos para-choques também fazem parte do conjunto.


Outras alterações exclusivas para o mercado nacional foram o aumento do tanque de combustível de 50 l para 57 l para permitir a utilização de etanol e a melhoria no isolamento acústico com a instalação de manta têxtil sobre as caixas de roda, além de um defletor junto a roda traseira, também com o intuito de deixar o veículo mais silencioso.

Para todos os mercados onde ele é vendido, há um novo quadro de instrumentos, dividido em dois níveis como era na geração anterior, ficando no local tradicional o conta-giros e as luzes espias, enquanto o velocímetro e o computador de bordo, o i-MID - que é de série para todas as versões - fica na parte superior.
 

Ainda falando do interior podemos contar que os bancos ganharam novo formato, o ar-condicionado digital é de série em todas as versões, assim como airbag duplo dianteiro. Já o airbag lateral e o teto solar estarão disponíveis apenas na versão EXS.


Quem compra um sedã médio, geralmente tem família e usa o carro para viajar. Se não o maior, um dos grandes Calcanhares de Aquiles do Civic na geração anterior eram os parcos 340 litros de capacidade, que agora passaram para os 449 litros de espaço para bagagens. Para que isso acontecesse, a Honda baixou o assoalho do carro e diminuiu o tamanho do estepe. Outros itens de série disponíveis em todas as versões são a câmera de ré, o rádio e o volante multifuncional, com controles de áudio e do piloto automático.

Sob o capô a Honda fez pequenas alterações no motor 1.8 que continua a entregar os 140 cv e 139 cv com etanol e gasolina e 17,7 kgfm e 17,5 kgfm de torque, com o combustível vegetal e o fóssil, respectivamente. De acordo com Alfredo Guedes, engenheiro da Honda, os consumidores 

estavam satisfeitos com os números entregues pelo motor, mas a marca entendia que podia melhorá-los.
 

Para isso, houve redução do atrito das partes internas do motor com aplicação de molibdênio aos pistões, alteração na geometria de admissão de ar e mudanças no i-VTEC do motor. Seus ressaltos foram modificados e os comandos tiveram sua espessura reduzida.


O Civic ganhou ainda o botão ECON, um botão verde que fica a esquerda do painel e serve para melhorar o consumo ao alterar parâmetros de funcionamento do ar-condicionado, resposta do acelerador, piloto automático e injeção eletrônica.

As opções de transmissão continuam as mesmas, automática ou manual de cinco velocidades. No caso da automática a Honda anuncia que ela proporciona 2,2% a mais de econômia, após mudanças nos solenóides utilizados no conversor de torque, tornando-a mais rápida nas respostas. Já o câmbio manual teve a relação reduzida na 1ª e 2ª marchas, permitindo assim mais força e vigor nas arrancadas e saídas.

Com o objetivo de melhorar a visibilidade, a Honda diminuiu a espessura das colunas A sem comprometer a estrutura, aplicando naquela região aço de maior tensão. Ou seja, mesmo mais fina e prejudicando menos a visão do motorista, a segurança dos ocupantes não foi comprometida.
 

Bem completo, ao Civic sobraram poucos itens que ficaram como opcionais: O acendimento automático dos faróis e os repetidores de seta no espelho retrovisor ficaram reservados às versões LXL e EXS. Já o GPS com tela de 6,5 pol., o Bluetooth para conexão com o celular e os airbags laterais dianteiros são exclusividades da versão topo da gama, a EXS. Os faróis de neblina no para-choque dianteiro e o sistema MA-EPS, que é o refinamento da assistência da direção elétrica, e o controle de estabilidade desconectável (VSA) estão disponíveis apenas na versão topo de linha.


Renovado, o Civic finalmente se coloca novamente na briga do segmento de sedãs médios contra o líder Toyota Corolla e seus outros também renovados concorrentes, Renault Fluence, Chevrolet Cruze, Peugeot 408, o também japonês Mitsubishi Lancer GT e outros ainda por fazerem uma renovação como Ford Focus e Citroën C4 Pallas.

FICHA TÉCNICA

PREÇO: R$ 85.900 (EXS)
MOTOR: 4 cil., 1.799 cm3, 140 cv @ 6.500 rpm, 17,7 kgfm @ 4.500
TRANSMISSÃO: Cinco velocidades, automática
COMP./ALT./LARG.: 4.525 mm / 1.755 mm / 1.450 mm
DESEMPENHO: N/D

Por José Antonio Leme - Fotos de Luca Bassani

Fonte disponível no(a): CarMagazine.uol.com.br

Setor de autopeças faturou mais de R$ 90 bilhões em 2011

Estimativa revela alta de 4,3% na comparação com o ano de 2010


O Sindipeças e a Abipeças, entidades que reúnem fabricantes de componentes automotivos, acreditam que o setor tenha faturado em 2011 R$ 90,08 bilhões, o que representaria um crescimento de 4,3% na comparação com o ano anterior. Essa variação é mais expressiva quando utilizado o dólar como base, 12,4% (US$ 55,95 bilhões).


Nessa mesma moeda, a projeção para 2012 é faturar US$ 56,13 bilhões, o que representaria pequena elevação de 0,3%. Os investimentos no setor, de acordo com estimativas, atingiram US$ 2,02 bilhões em 2011, alta de 35,6% no confronto com 2010. Para 2012, o ritmo dos investimentos tende a esfriar, apesar de o aporte esperado ser maior, US$ 2,55 bilhões (alta de 26,23%).

O déficit da balança comercial de autopeças atingiu estimados US$ 4,5 bilhões em 2011 e aumentará neste ano, chegando a US$ 5,59 bilhões. Em 2012, as exportações devem cair dos atuais 8% de participação no faturamento do setor para 7,5%. Em 2011, os maiores compradores do setor de autopeças foram as montadoras (estimativa de 69,6%) e o mercado de reposição (14,6%). As projeções para 2012 são de, respectivamente, 70% e 14,7%.

O volume de mão de obra vem crescendo moderadamente desde 2010 e neste ano também haverá contratações. Os fabricantes de autopeças devem empregar ao todo 233,6 mil trabalhadores, pequena alta de 2,1% na comparação com 2011.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Novidades do Salão do Automóvel de Detroit

Evento é palco para 40 lançamentos


O Salão do Automóvel de Detroit, Naias, abriu as portas para a imprensa na segunda-feira, 9, e recebeu mais de 5 mil jornalistas de 55 países. O evento anual, principal do setor nos Estados Unidos, segue até 22 de janeiro. Os organizadores esperam que a primeira exposição automotiva do ano apresente ao mercado 40 novos modelos.


O Naias 2012 também trouxe algumas novidades importantes para o mercado brasileiro. O novo Ford Fusion é uma delas. O modelo foi apresentado no evento com versões a gasolina, híbrida e híbrida plug-in. A última não deve ser comercializada nacionalmente mas as outras chegarão ao País a partir do segundo semestre deste ano. Outra novidade é o Chevrolet Sonic, que pode ser o substituto do Corsa no Brasil.

Há ainda os modelos importados da Ásia e da Europa como o Veloster Turbo, da Hyundai, os automóveis de luxo da Mercedes-Benz e o Roadster, que integra a família Mini.

Confira abaixo as novidades:


Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br