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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Pesquisa da KPMG afirma que o Brasil poderá o ser 3º maior mercado em 2016

País poderá exportar mais de 1 milhão de veículos até 2017


O Brasil poderá chegar a 2016 como o terceiro maior mercado de veículos do mundo, segundo a pesquisa Global do Setor Automotivo 2012, realizada com 200 executivos do mundo todo pela empresa de consultoria e auditoria KPMG, divulgada nesta sexta-feira, 6. Após encerrar 2011 com a venda de 3,63 milhões de veículos, o País fechou o ano na quarta posição do ranking global.


A pesquisa aponta ainda que a expectativa dos executivos ouvidos é que até 2017 o Brasil passe a exportar mais de 1 milhão de veículos ao ano. Em 2011, as exportações do setor automotivo brasileiro somaram pouco mais da metade projetada pelo estudo, 541,5 milhões de veículos, segundo dados da Anfavea.

"O resultado da pesquisa demonstra claramente a imagem que o mercado automobilístico de todo o mundo projeta para Brasil: a de um país com a economia sólida e ótimas perspectivas para os negócios. Ao final, o mercado encontrou um lugar propício no Brasil", afirmou em nota Charles Krieck, sócio-líder das áreas de mercados industriais e auditoria da KPMG no Brasil.

A expectativa dos entrevistados é de que em 2016 os países do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) detenham mais de 40% de participação do mercado mundial.

A pesquisa foi realizada de agosto a outubro de 2011.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Ônibus: confira a participação por marca em 2011

Vendas de chassis Volkswagen avançaram 48% em 2011


O mercado de ônibus cresceu acima do esperado em 2011, com salto de 22% nas vendas sobre o resultado do ano anterior, para 34,6 mil unidades. A maioria das marcas avançou em ritmo superior ao do segmento. Uma das exceções foi a líder Mercedes-Benz. A fabricante anotou expansão de apenas 4%, para 14.969 mil veículos. Com isso, a marca perdeu 7,4 pontos porcentuais de participação e ficou com 43,1% do segmento - e assim pela primeira vez abocanhou menos da metade do mercado brasileiro de chassis.


Quem tirou proveito da desaceleração foi a MAN, que produz ônibus da marca Volkswagen. A companhia abocanhou 5,6 pontos da fatia perdida pela Mercedes e respondeu por 32,1% dos negócios do ano. Foram comercializados 11.139 mil chassis da fabricante, o que significou crescimento espetacular de 48% em relação ao ano anterior.

A Agrale, terceira maior do segmento em volume de vendas, também perdeu mercado. As vendas da companhia desaceleraram 0,9%, para 4.390 unidades. A montadora fechou 2011 com market share de 12,6% no segmento, fatia 2,9 pontos menor do que a do ano anterior.

A Scania, que perdeu espaço nas vendas de caminhões, garantiu expansão de 38,5% em ônibus. Com 1.394 mil unidades, a empresa ficou com 4% de participação nos emplacamentos, aumento de 0,4 ponto percentual na comparação com o resultado de 2010.

Já a Iveco expandiu suas vendas em 176% e ficou atrás da montadora sueca por apenas uma unidade. Apesar de ambas terem garantido o mesmo market share, o crescimento da marca italiana foi superior e ela abocanhou 2,2 pp de participação, passando da sexta para a quinta posição no ranking de vendas. Vendendo apenas um modelo de chassi para micro-ônibus, a Iveco alcançou o resultado positivo graças ao fornecimento de veículos escolares para o programa Caminho da Escola.

A Volvo repetiu na venda de chassis a boa performance dos negócios no segmento de caminhões. A companhia avançou 140%, para 1.350 ônibus, ganhou 1,9 pp de participação e passou a deter 3,8% do mercado.

Fonte disponível no(a): AutomotiveBusiness.com.br

Chevrolet Agile versão automatizada chegará em abril

Versão Easytronic do compacto reforça briga com VW Fox e Renault Sandero


Enquanto Fiat e Volkswagen equipam cada vez mais modelos com os câmbios automatizados Dualogic e I-Motion, a Chevrolet andava restringindo o Easytronic de cinco marchas ao monovolume Meriva. Prometido desde 2010, o compacto Agile finalmente ganhará sua versão sem pedal de embreagem no próximo ano. De acordo com o site Autos Segredos, o Agile automatizado será lançado em abril.


O hatch da Chevrolet finalmente oferecerá a opção de transmissão em que a embreagem passa a ser acionada por um sistema elétrico, eliminando a necessidade do pedal, já disponível em concorrentes diretos como Volkswagen Fox e Fiat Punto. O Sandero, da Renault, faz opção pelo câmbio automático tradicional. A partir do preço cobrado pelos rivais, especula-se que o Agile automatizado chegue por cerca de R$ 45 mil.

De acordo com a Chevrolet, a decisão por expandir a oferta de modelos automatizados foi motivada por um levantamento feito pela fabricante. Segundo dados de uma fonte ligada à marca, 15% dos carros 0 km vendidos em 2008 tinham algum tipo de tecnologia que elimina o pedal de embreagem. Em 2010, o volume saltou para 40% e pode chegar aos 50% em 2011.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Mercado de caminhões e ônibus deverá se estabilizar em 2012

 Fabricantes investem para não perder o passo do mercado


O ano de 2011 foi um bocado agitado, com boas vendas de caminhões e ônibus no Brasil. E nos últimos meses ainda apresentou uma verdadeira derrama de novidades – principalmente pela implementação de tecnologias anti-emissões. Só que as inovações, destinadas para as linhas 2012, estimularam o mercado para antecipar as compras e devem arrefecer os ânimos na chegada dos novos modelos. Afinal, os sistemas, motores e design novos trazem embutidos um aumento significativo no custo dos modelos – em torno de 15%. Mas a expectativa na indústria é que, depois de absorvido o golpe inicial, o consumo volte a crescer. E o que se espera é que 2012, pelo menos, empate com 2011.


“O mercado deve se estabilizar. A conta é bem simples: se há demanda a ser transportada, há demanda de caminhão”, afirma Victor Carvalho, gerente executivo de Vendas de Caminhões da Scania no Brasil. Mais receoso, mas não menos otimista, o diretor comercial da Iveco, Alcides Cavalcanti, também falou sobre o que espera a indústria no próximo ano. “Esperamos uma redução de vendas quando os estoques de veículos Euro 3 se esgotarem. Mas até o último trimestre de 2012 o mercado já deve ter absorvido as mudanças e voltado a girar num ritmo mais forte”.

Não é, no entanto, apenas a chegada das novas normas de emissões e o mau momento da economia mundial que podem, eventualmente, impactar o mercado nacional. “É esperada uma queda em torno de 10% no primeiro semestre de 2012, por conta do aumento dos preços e pela antecipação de compras no final deste ano” argumenta a diretora de vendas da Mercedes no Brasil, Tânia Silvestre. A legislação a qual a executiva se refere é o Proconve P7, equivalente ao padrão Euro 5 europeu.

Apesar de esses fatores poderem prejudicar a indústria em 2012, o otimismo das fabricantes prevalece. “O Brasil está em plenas condições de continuar aumentando o PIB, mesmo com grandes blocos econômicos mundiais passando por momentos difíceis”, disse Oswaldo Jardim, diretor de operações da Ford Caminhões para a América do Sul. A fabricante promete investir R$ 455 milhões em veículos comerciais até 2015.

O reflexo do bom momento do mercado nacional é a chegada de novas montadoras ao Brasil. Em 2012, a holandesa DAF e chinesa Sinotruck vão instalar fábricas no Paraná. Além delas, Foton e Shacman - também chinesas – prometem instalar unidades de produção no Brasil – a localização exata ainda não foi definida.

Para enfrentar a nova concorrência, as marcas que já atuam no Brasil apostam na tradição. Mas também se movimentam. A MAN, que fecha 2011 como líder em volume no mercado de caminhões, vai investir R$ 1 bilhão na ampliação da fábrica da marca de Resende, no Rio de Janeiro, para aumentar sua capacidade de produção em 2012. “A MAN cresce de forma consolidada justamente porque nosso planejamento contempla um futuro promissor para o Brasil. Nos preparamos para, a médio prazo, ampliarmos a capacidade de produção dos atuais 82 mil para 100 mil veículos por ano”, afirma Ricardo Alouche, diretor de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN no Brasil.

Com o mesmo pensamento a Mercedes pretende gastar R$ 1,5 bilhão até 2013 para aumentar a produção. Já a Volvo investirá R$ 210 milhões na ampliação da fábrica de Curitiba. O projeto inclui a produção de ônibus híbridos – elétrico/biodiesel. A pré-produção já deve começar no ano que vem. A Scania, que havia previsto investir R$ 40 milhões na unidade de São Bernardo, mudou de ideia. Em vez disso, uma redução de 15% na produção na América Latina e Europa. Já a italiana Iveco e a gaúcha Agrale não anunciaram os valores, mas prometem investir.

No mercado de ônibus, a Marcopolo vai investir cerca de R$ 140 milhões, para produzir mais 20 mil unidades no Brasil. Os números são baseados nas condições econômicas atuais e ainda podem ser revistos, de acordo com o comportamento do mercado. A fabricante ainda estima um crescimento de 7,5% na receita de 2012.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Honda Fit produzido na China poderá ser vendido nos EUA

Mercado norte-americano finalmente cederá aos veículos oriundos da indústria chinesa.


Em 2010, a China exportou 566 mil veículos. Apesar de este número indicar um aumento de 53% na comparação ao ano anterior, ainda é um volume irrisório diante da capacidade de produção da indústria automobilística chinesa, que terminou 2010 com nada menos que 18,26 milhões de veículos fabricados. E o Honda Fit poderá ser o primeiro modelo com origem chinesa vendido nos Estados Unidos. O monovolume da marca japonesa, produzido na província de Guangzhou, já começou a ser vendido no Canadá e, segundo o The New York Times, chegará em breve ao mercado norte-americano.


O objetivo da Honda é se tornar menos dependente da produção no Japão, uma vez que a indústria nipônica foi bastante prejudicada pelo tsunami que atingiu o arquipélago em março passado. Além disso, o iene em alta afeta a competitividade dos automóveis feitos no país. Com isso, o Fit vendido no Canadá deixa de ser fornecido pelas fábricas de Suzuka e Sayama e passa a vir da unidade chinesa da fabricante japonesa. Pelo visto, a mesma estratégia será adotada pela Honda nos EUA.

Mas o Fit chinês deve ter vida curta no Canadá e nos EUA. O monovolume deve passar a ser produzido na fábrica que a Honda terá na cidade de Celaya, no México, e que funcionará a partir de 2014. A unidade terá sua produção voltada para o mercado norte-americano e, com investimentos de US$ 800 milhões, atingirá a marca de 200 mil carros por ano. Uma das vantagens é que o Fit mexicano chegará aos Estados Unidos sem taxa de importação, enquanto o correspondente chinês paga 6,1% de carga tributária.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Nova geração do Audi R8 não terá mais câmbio manual

Preferência pelas transmissões sem pedal de embreagem parece ter chegado ao mundo dos esportivos.


O R8 foi lançado em 2006 para mostrar o novo patamar de excelência e tecnologia alcançado pela Audi. O superesportivo alemão já tem um facelift programado para o ano que vem, apenas para aguentar até a chegada de uma nova geração, confirmada para 2014. De acordo com a imprensa europeia, o próximo R8 não terá a transmissão manual como opção. Pelo visto, a tendência de adoção do câmbio automático em detrimento do manual também está chegando aos esportivos, último reduto de apreciação desse tipo de caixa.


A nova geração do R8 deve abandonar o câmbio manual de seis velocidades emprestado da Lamborghini. E a Audi deve se concentrar na transmissão automatizada S-Tronic de dupla embreagem de sete velocidades, que aparecerá no modelo já na reestilização marcada para 2012. Com isso, a automatizada R-Tronic de seis velocidades, que divide a opinião dos admiradores da marca, também deve deixar de figurar nas características técnicas do superesportivo.

Outra mudança importante irá marcar o R8 de 2014: o modelo deve adotar duas novas versões do motor V8 desenvolvido pela Audi e a inglesa Bentley, em vez dos atuais V8 e V10. Em prol do downsizing, o propulsor de 10 cilindros em V também será aposentado. Mas os fãs do R8 não precisam se preocupar: o novo V8 ultrapassará impressionantes 600 cv de potência na versão turbinada.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Citroën DS1 enfrentará o Fiat 500

Carrinho da linha premium DS deve ser mostrado já no Salão de Genebra, em março.


A Citroën quer explorar todas as possibilidades de sua linha premium DS, que já conta com o hatch compacto DS3, o médio DS4 e o crossover DS5. Além do reforço do DS2, a marca francesa está trabalhando na criação de um subcompacto que terá uma missão bastante definida: combater o Fiat 500 na Europa. O DS1 terá inspiração no clássico 2CV e compartilhará a plataforma do C1, que tem origem no joint venture feito estabelecido com a Toyota.


Enquanto o DS3 ficará por conta de enfrentar Mini Cooper, Alfa Romeo MiTo e Audi A1, o DS1 se concentrará no carrinho de linhas retrôs da marca italiana. O comprimento do futuro DS de entrada não excederá 3,60 metros e a motorização deve ficar a cargo dos novos motores de 3 cilindros a gasolina, derivados do Peugeot 208, com potências variando entre 68 cv e 100 cv.

Além dos blocos 1.0 e 1.2 litro, o DS1 deve receber o inédito 3 cilindros diesel de 70 cv e o 1.2 litro turbo de 130 cv, com opção por transmissão automática de seis velocidades. Depois de aparecer em Genebra, o pequeno francês deve fazer sua estreia comercial na Europa no decorrer de 2013. Enquanto isso, o Brasil se prepara para receber o DS3, que chega por aqui no primeiro semestre de 2012.

As projeções da revista francesa Auto Plus, que levaram em consideração as dimensões do Citroën C1 e o estilo já presenciado nos integrantes veteranos da linha DS.


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br