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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Hyundai define cargos de executivos para fábrica Brasileira

Futura montadora brasileira define cargos de gerente de vendas e marketing e de imprensa e relações públicas


Cassio Pagliarini, ex-executivo da Ford e da Renault, assumiu a gerência de vendas e marketing da Hyundai Brasil. Junto com Maurício Jordão, recém-nomeado gerente de relações públicas e imprensa da marca, eles são os primeiros profissionais a compor os quadros da futura montadora brasileira, que está construindo uma fábrica em Piracicaba, no interior de São Paulo, segundo informou o Automotive Business.

A nova unidade brasileira da Hyundai vai consumir investimentos de US$ 600 milhões e produzir 150 mil veículos por ano. A previsão é de que a planta esteja concluída até novembro deste ano. O primeiro modelo a ser montado será um hatch compacto, conhecido internamente pela sigla HB. Depois, devem vir um sedã e um crossover.

Conforme a Hyundai já revelou à imprensa especializada, o hatch será equipado com motores 1.0 Flex e 1.6 Flex, derivados dos modelos Picanto e Soul da Kia, que é uma empresa vinculada à Hyundai na Coreia do Sul.

Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br


JAC J5 chega em março no Brasil com preços a partir de R$ 53.800

Sedã chinês está na reta final dos testes e já pode receber encomendas


Que o JAC J5 chegará ao mercado em março deste ano não é mais novidade. Porém, a notícia do momento é que, poucas semanas do seu lançamento oficial, o sedã médio chinês já iniciou seu período de pré-venda. A reportagem do Carsale apurou com algumas fontes ligadas à marca e confirmou com alguns concessionários que o modelo já está recebendo encomendas.

De acordo com as informações obtidas com exclusividade, o J5 recebeu as mesmas modificações que os outros carros da marca para atender o perfil do mercado brasileiro. Além de regulagens no motor (para receber a gasolina brasileira que possui alta concentração de álcool) e na suspensão, o sedã terá painel de instrumentos na cor azul e o interior dos bancos totalmente pretos.

Serão oferecidas duas versões. Uma com rodas de aro 16”, que custará R$ 53.800, e outra com rodas aro 17”, de R$55.200 (todas completas, com airbag duplo, freios ABS, direção hidráulica e ar-condicionado, entre outros equipamentos). A motorização será única, o 1.5 16V VVT a gasolina de 125 cavalos de potência e haverá duas opções para o revestimento dos bancos: tecido ou couro. O J5 chega para concorrer com Civic, Corolla e companhia.





Fonte disponível no(a): Carsale.uol.com.br

Índice Big Mac ajuda a explicar preço do carro brasileiro

Descompasso cambial, carga tributária excessiva, margens de lucro mirabolantes: quem paga a conta é o consumidor


O Índice Big Mac é um demonstrativo criado em 1986 que utiliza o famoso sanduíche da rede de fast food McDonald’s para comparar o custo de vida entre diversos países. O levantamento mais recente, divulgado este mês pela revista inglesa The Economist, pesquisou o preço do produto em 44 países e constatou que o Big Mac brasileiro é o quarto mais caro do planeta, superado apenas pelo sanduíche vendido na Suíça, na Noruega e na Suécia. O estudo leva em conta a paridade no poder de compra de diferentes moedas, por meio da comparação entre taxas de câmbio. No Brasil, o Big Mac custa o equivalente a US$ 5,68. O mesmo sanduíche sai por US$ 6,81 na Suíça e US$ 4,20 nos EUA.

A curiosa pesquisa ajuda a elucidar uma das principais questões que pairam sobre a indústria automobilística nacional: por que os carros são tão caros no Brasil? O Volkswagen Gol básico com motor 1.6 litro é vendido no México pelo equivalente a R$ 17 mil, enquanto o compacto com a mesma configuração não sai por menos de R$ 30 mil por aqui. Detalhe: o modelo é fabricado em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, de onde é enviado para o mercado mexicano. O preço de um Big Mac no México? O equivalente a US$ 2,70.




Toyota Corolla: R$ 30 mil nos Estados Unidos e R$ 63 mil aqui

De acordo com a lógica utilizada pela The Economist, o ideal é que o Big Mac custe o mesmo que nos Estados Unidos, já que o sanduíche utiliza os mesmos itens e requer mão-de-obra semelhante em todos os lugares em que é produzido e vendido. De acordo com a análise do economista Fernando Arbache, o levantamento indica que o real está sobrevalorizado em 32% na comparação com o dólar. Ou seja, a moeda norte-americana deveria estar cotada atualmente em R$ 2,44. A cotação desta quinta-feira (19) indica o valor de R$ 1,76. O problema é que esse descompasso no câmbio influencia o preço de mais de 30% dos produtos considerados para o cálculo da inflação, e o custo de vida no Brasil se torna mais caro.

Além disso, há o problema da carga tributária para a indústria automobilística. Os veículos produzidos no Brasil têm 41,12% de seu preço final correspondentes a impostos e taxas. E o custo para se manter um veículo também é extremamente alto. Em 2011, a arrecadação com Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), licenciamento de veículos, abastecimento de combustível, impostos gerados com gastos com reparo e manutenção de veículos e multas reverteram nada menos que R$ 90 bilhões para o governo.



Carros com apelo aventureiro revertem grandes margens de lucro para as fabricantes

O Brasil aparece no topo do ranking mundial de participação dos tributos sobre automóveis no preço repassado ao consumidor, com média de 30,4%. Em seguida aparecem Itália e Reino Unido, com 16,7%, França com 16,4% e Alemanha com 16%. Isso também ajuda a explicar o abismo entre os preços cobrados por um mesmo produto no mercado nacional e em outros países. Um sedã médio como o Toyota Corolla, por exemplo, recolhe 31% em impostos. O mesmo modelo paga apenas 6% nos Estados Unidos. Moral da história: o sedã japonês parte de R$ 30 mil no mercado norte-americano, e começa em R$ 63.570 por aqui.

Mas há ainda outro fator determinante para fazer do carro brasileiro um dos mais caros do mundo. As montadoras instaladas no país praticam altas margens de lucro, como apontou reportagem publicada pelo portal UOL Carros em junho. Os jornalistas Joel Leite, Ademir Gonçalves e Luiz Cipolli apuraram que fábricas instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial que é revertido para suas matrizes internacionais. De acordo com uma pesquisa feita pelo banco de investimento inglês Morgan Stanley, grande parte desse lucro é oriundo da venda de carros com aparência fora-de-estrada, bastante procurados por aqui. Com acessórios como estepe pendurado na tampa do porta-malas e quebra-mato, esses veículos custam significantemente mais que suas versões “convencionais”. O CrossFox sai por R$ 50.030, enquanto o Fox é vendido por R$ 37.040. Na Argentina, o compacto da Volkswagen com apelo off-road sai por apenas R$ 27.500.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Mitsubishi revela frente do novo Outlander

Próxima geração do crossover será apresentada no Salão de Genebra, em março


A Mitsubishi revelou o primeiro teaser da terceira geração do crossover Outlander, que será apresentada no próximo Salão de Genebra, em março. A imagem antecipa as linhas da dianteira do modelo, que destaca o emblema com três diamantes da marca nipônica. A nova grade deixa o modelo menos agressivo que o atual, para ensaiar um design mais futurista. O desenho que estreia no novo Outlander será aplicado, progressivamente, a toda a linha de produtos da fabricante.

O novo Outlander faz sua estreia no mercado europeu já no segundo semestre de 2012. O modelo faz parte do plano estratégico chamado pela Mitsubishi de “Jump 2013”. Entre outros tópicos, o plano estipula a produção de modelos com vocação global, para atender a mercados emergentes com forte demanda por utilitários, crossovers e automóveis de passeio. A meta é chegar em 2013 vendendo 280 mil carros a mais que em 2010, chegando a 1,37 milhão de veículos.

De acordo com a nova estratégia global da marca japonesa, todos os modelos receberão o estilo que estreia no novo Outlander de forma gradual. No Brasil, o Outlander equipado com motor 2.0 litros de 160 cv é vendido por R$ 99.990, enquanto a versão GT, com propulsor V6 de 240 cv, sai por R$ 126.990. Além da nova geração do utilitário, a Mitsubishi também cogita o lançamento de oito novos modelos elétricos ou híbridos até 2015. Uma versão híbrida plug-in também deve aparecer no crossover ASX.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br


Strada Sporting sai de linha

Vendas abaixo do esperado provocam fim da versão esportiva da picape


Lançada em dezembro de 2010, a versão Sporting da Fiat Strada apostava no visual incrementado da picape leve para turbinar as vendas do modelo. O objetivo da Fiat era emplacar cerca de 500 unidades mensais da versão. De acordo com a apuração de MotorDream, no entanto, a Strada Sporting representava apenas 1% do share total de vendas do modelo, o que corresponde a aproximadamente 100 unidades por mês. O resultado é o fim da linha para a versão. A grife Sporting, contudo, deve continuar rendendo edições especiais para a marca italiana, como é o caso dos novos Uno e Palio atualmente.

Faróis com máscara negra, minissaias laterais, molduras nas caixas de roda, novas rodas de liga leve exclusivas de 16 polegadas e spoiler dianteiro davam o tom da variante com pegada mais esportiva, além do interior que se destacava pelo revestimento em couro com costura vermelha e pelos cintos de segurança da mesma cor. O motor que embalava a picape era o E.TorQ 1.8 16V, que entregava 130 cv com gasolina e 132 cv com etanol. O conjunto mecânico também apresentava um acerto esportivo para motor e câmbio, com nova relação do diferencial e nova calibragem na suspensão.

Com itens como ar-condicionado, direção hidráulica, computador de bordo e vidros elétricos, a Strada Sporting era vendida por R$ 46.600. Agora, a picape continua disponível nas versões Fire, Working, Trekking e Adventure, com preços entre R$ 31.690 e R$ 55.350. A Strada manteve a liderança do segmento de comerciais leves em 2011, com 118.608 unidades emplacadas. É o 12º ano consecutivo em que a picape da Fiat aparece na frente. A vice-líder Volkswagen Saveiro anotou 71.215 vendas no ano passado.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br


Teste: Novo Toyota SW4 2012

Utilitário com tração integral ganhou facelift em novembro para aliar robustez a um visual atual

Do lançamento, em 2005, até o ano passado, o Toyota SW4 já vendeu mais de meio milhão de unidades em todo o mundo. Só no Brasil, foram 8.196 emplacamentos em 2011. Depois de um facelift em 2008, a marca japonesa aplicou novas atualizações no utilitário esportivo e na picape Hilux. O objetivo é fazer com que o utilitário seja uma proposta atraente tanto na Argentina, onde é produzido na fábrica de Zárate, como em outros mercados, demonstrando uma aptidão global que caracteriza o portfólio da Toyota ao redor do planeta.

As mudanças estéticas são discretas, mas necessárias para manter o modelo competitivo em um segmento que atrai cada vez mais novos competidores. O capô agora tem vincos que se estendem até a grade, que assume um formato trapezoidal. A saída de ar sobre o capô foi alocada para o centro e os para-choques também ganharam retoques. As laterais agora são invadidas pelos faróis e também ostentam novas rodas, com cinco raios duplos de alumínio, e receberam novos estribos – estreitos demais para justificar a aptidão off-road do utilitário. Os para-choques mais envolventes na traseira e o novo conjunto ótico, com faróis de xenônio e lanternas de led, contribuem para aumentar o apelo do SW4, que é vendida no Brasil apenas na versão SRV.
  
De forma geral, o aspecto robusto do SW4 impõe respeito e é respaldado pelas mudanças operadas pela Toyota, por menores que tenham sido. Mas o mais importante é que o motor diesel de 3.0 litros e 163 cv de potência, com injeção direta do tipo Common Rail e turbo, embala com vigor o utilitário. O imponente conjunto mecânico, acoplado a uma transmissão automática de quatro marchas, dá a impressão de que o SW4 consegue arrastar qualquer carga e superar qualquer dificuldade que surja pelo caminho. A tração integral e o torque máximo de 35,0 kgfm também reforçam a energia do modelo japonês, que também teve os escapes redesenhados, para proporcionar economia de combustível e garantir o menor nível possível de emissão de gases poluentes.

Apesar de ter sido projetado para agradar aos adeptos de trilhas sinuosas e caminhos repletos de barro e lama, o SW4 não chega a se sentir deslocada em circuito urbano. É verdade que as rodas de liga leve de 17 polegadas não deixam os ocupantes se esquecerem da real natureza do modelo. Em pisos com condições irregulares de rodagem, as rodas e a suspensão têm seu conforto comprometido, e buracos ou incorreções na pista se convertem em suplício para os passageiros. Em rodovias com asfalto bem conservado, no entanto, é prazeroso viajar a velocidades de cruzeiro. A força do motor, porém, adverte para o perigoso de se empolgar demais e chegar próximo à velocidade máxima de 180 km/h. Apesar de ser um veículo criado para desfilar sua potência, o SW4 também requer cuidado do condutor.
  
Pensando nos corredores mais entusiasmados, a Toyota caprichou nos recursos de segurança, com airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e de tração e freios ABS com EBD e BAS. Estes instrumentos ajudam a manter a trajetória indicada pelo volante e são fundamentais quando o motorista desafia os limites de aderência do solo. O sistema de freios, com discos na frente e de tambor atrás, repete o presente na picape Hilux, e contribui para que qualquer aventura a bordo do SW4 transcorra sem sustos. Com centro de gravidade alto e praticamente duas toneladas de peso, o utilitário esportivo consegue reagir bem a movimentos bruscos e situações inesperadas.
  
A fabricante nipônica também não se descuidou do conforto. Seja nas versões de cinco ou de sete lugares, o SW4 procura receber seus ocupantes com espaço farto e também ajuda a facilitar a vida a bordo, com incontáveis porta-objetos espalhados pelo habitáculo. A cabine tem um acabamento bem caprichado e o revestimento em couro, de série na versão SRV, aumenta o nível de requinte do interior. O painel de instrumentos traz poucas novidades no modelo 2012, mas os contornos cromados adicionais ajudam a ressaltar a tela sensível ao toque que reúne diversas funções do veículo. A conectividade também não é problema, com sistema de áudio bastante completo, com Bluetooth e entrada para iPod e iPhone.
O interior agradável reflete no prazer ao dirigir. A posição de condução é alta e o banco do motorista e a coluna de direção ajustável em altura fazem com que o condutor consiga ajustar com facilidade para o nível mais agradável. A falta do ajuste de alcance do volante, contudo, impede que a posição seja totalmente perfeita. A visibilidade é satisfatória e o SW4 trabalha em todos os sentidos para transformar a viagem na experiência mais tranquila possível. Apenas com sete passageiros é que o conforto fica um tanto penalizado, por causa da redução na capacidade do porta-malas. Ainda assim, é um parceiro muito bem-vindo para as mais diversas situações: seja para levar as bicicletas para um passeio com a família ou para encarar trilhas selvagens cheias de desafios, o SW4 roda em prol de agradar a todo mundo.
Ficha técnica

Toyota SW4 SRV

Motor: A diesel, dianteiro, longitudinal, 2.982 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e turbocompressor de geometria variável. Acelerador eletrônico e injeção direta do tipo Common Rail.
Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração integral.
Potência máxima: 163 cv a 3.400 rpm.
Torque máximo: 35,0 kgfm entre 1.400 e 3.200 rpm.
Diâmetro e curso: 96 mm X 103 mm. Taxa de compressão: 17,9:1.
Suspensão: Dianteira independente, com braços duplos triangulares, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira do tipo four link com molas helicoidais.
Pneus: 265/65 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Utilitário esportivo em chassi sobre longarina, quatro portas com cinco ou sete lugares. Com 4,70 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,85 m de altura e 2,75 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina.
Peso: 1.995 kg.
Capacidade do porta-malas: 575 litros.
Tanque de combustível: 80 litros.
Produção: Zárate, Argentina.
Lançamento no Brasil: 2005.
Itens de série versão SRV: Ar-condicionado digital, banco do motorista com regulagem de altura, coluna de direção ajustável em altura, computador de bordo, cruise control, revestimento de couro, rádio/CD/MP3/USB/AUX com tela sensível ao toque de 6,1 polegadas, câmara de ré, relógio digital, trio elétrico, acabamento em padrão madeira, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e de tração, ABS com EBD e BAS e faróis de neblina.
Preço: R$ 170.400 (R$ 174.900 com 7 lugares).
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Liffan e Effa formam joint venture no Brasil

Rede de concessionárias no país irá dobrar de número até dezembro deste ano


As chinesas Effa e Lifan assinaram, em seu país de origem, o acordo de criação de uma joint venture que terá o Brasil como base. Assim foi criada a Lifan Motors do Brasil, que irá atuar em toda a América do Sul.

A nova empresa começará suas atividades em julho deste ano e, segundo a empresa, cerca de US$ 120 milhões (mais de R$ 210 milhões) serão investidos, até 2014 no Brasil e no Uruguai – onde a Lifan tem uma fábrica.

Esse capital servirá investido na modernização da unidade uruguaia (cuja produção passará de 20 mil para 50 mil veículos por ano), em marketing, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, e também na ampliação da rede de concessionárias que, no Brasil, conta com 50 lojas, e na instalação de uma fábrica no Brasil.

A unidade industrial uruguaia, onde são produzidos os Lifan 320 e o 620, ambos vendidos no Brasil, deve ter sua capacidade aumentada já a partir de 2013.

A expectativa é que a construção da fábrica brasileira, cuja capacidade de produção esperada é de 100 mil veículos por ano, comece em 2014.

A marca prevê para 2012 o lançamento de quatro novos modelos: os Lifan 520, Foison picape, Foison Van e o X60. No ano da criação da Lifan Motors do Brasil e da chegada dos novos modelos, a Lifan quer que as vendas no mercado brasileiro subam das 3.757 anotadas em 2011 para 20 mil este ano.

Para alcançar a meta, parte dos investimentos destinados ao aumento da rede de concessionários serão usados para dobrar a rede da fabricante no país, chegando a 100 concessionárias até dezembro de 2012. A meta é abranger todas as capitais e também as principais cidades brasileiras.

Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br


Ford lança Kit Storm para o Fiesta Rocam - Veja fotos

Com o novo pacote, o hatch ganha ares de off-road


Agora o Fiesta Rocam Hatch pode ter ares mais aventureiros: a Ford passou a oferecer um kit de acessórios com estilo off-road. O chamado Storm, traz spoilers dianteiro e traseiro, adesivos para a lateral e a traseira, além de saias laterais, rack de alumínio e ainda tem o opcional de bancos revestidos em couro.

Segundo João Finocchi, supervisor de Personalização de Veículos da Ford, o kit Storm Segue a proposta do Fiesta Trail, lançado como versão de fábrica do modelo 2088 do hatch. Ele disse que o novo kit foi pensado para deixar o Fiesta mais esportivo e mais robusto, valorizando suas linhas com acessórios exclusivos.

O preço sugerido pela marca par ao kit completo - com os spoilers, adesivos, saias de plástico e rack de alumínio - é de R$ 2.913,34. Quem quiser uma opção mais barata, pode optar pelo pacote sem as saias laterais, que custa R$ 2.036,18.

Quem quiser bancos de couro com o logotipo do Storm terá que desembolsar mais R$ 1.271,39. O rack de alumínio também pode ser adquirido fora do kit, e pode ser comprado por R$ 1.631,53.

Os kits estão disponíveis para os modelos com motor 1.0 e 1.6 nas concessionárias da Ford.



Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br


Renault bate recorde de vendas no mundo e Brasil já é segundo mercado

Em 2011, a marca francesa emplacou mais de 2,7 milhões de veículos e registrou alta de 3,6%


A Renault alcançou um índice recorde de vendas globais no ano passado, com um total de 2.722.062 unidades vendidas, o que representa alta de 3,6% em relação a 2010. A francesa também cresceu fora da Europa. As vendas em países que não pertencem ao Velho Continente cresceram 19,2% e agora representam 43% das vendas totais.

Na Europa, a Renault continua a ser a segunda marca no mercado de veículos de passageiros e de veículos comerciais leves. E o grupo Renault tem sido líder do segmento dos comerciais leves há 14 anos.

Além de ser ano de números positivos, 2011 também foi um ano mais verde para a marca francesa: foram lançadas versões elétricas do Fluence e do Kangoo, que ganharam o sobrenome Z.E.

Enquanto a Renault amargou redução das comercializações em países como Portugal e Itália, no Brasil, as vendas da francesa tiveram aumento de 21% e o país se tornou o segundo maior mercado da marca.

Ao todo, pouco mais de 194 mil carros da fabricante foram vendidos por aqui, índice que deixou o Brasil atrás apenas da França (que se manteve na liderança mesmo com a queda das vendas locais em 1 ponto percentual).

O bom desempenho da francesa em solo brasileiro se deve especialmente a três modelos: Duster, Logan e Sandero. Mas principalmente ao primeiro que, um mês após seu lançamento, já era líder do segmento. Esses três juntos representam mais da metade das vendas da Renault no Brasil.
 




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Flagra: Terceira geração do BMW X5 em testes na Europa

O SUV tem lançamento previsto para a segunda metade de 2013


O membro mais antigo da família X é também o primeiro a chegar à terceira geração. E a mula do novo BMW X5 foi flagrada em seus primeiros testes na estrada. Apesar de já estar rodando, o X5 só deve chegar ao mercado no segundo semestre de 2013, provavelmente, depois de ser apresentado no Salão de Frankfurt do ano que vem.

O tamanho muda pouco em relação à geração atual, que já está no mercado há seis anos. O novo X5 parece um pouco mais baixo em relação ao solo, o que dá ao modelo uma aparência mais esportiva e dinâmica. Contudo, a camuflagem pesada não deixa ver direito as mudanças estéticas realizadas no modelo.

A nova geração tem um grande desafio pela frente, o de dar continuidade ao bom desempenho do SUV no mercado. Em 2011, as vendas da segunda geração do X5 nos Estados Unidos tiveram alta de 13,3%, com um total de 40.547 unidades vendidas. No país, o X5 é o quinto utilitário mais vendido, e o primeiro entre os alemães, deixando para trás os Mercedes-Benz Classe M e Classe GL e o Audi Q5.

Se 2013 é o ano do X5, 2014 é o ano da possível estreia do X4, o novo crossover premium da marca bávara.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Novo Nissan Pathfinder V6 será lançado nos EUA no final do ano

Utilitário ganha contornos típicos dos crossovers e só estreia na Europa em 2013


A nova geração do utilitário esportivo de sete lugares da Nissan será baseada no conceito apresentado no Salão de Detroit e chega ao mercado norte-americano no final do ano, com motor V6 a gasolina de 3.5 litros acoplado a uma caixa CVT. A marca nipônica estima que a combinação garantirá redução de 25% no consumo de combustível. O protótipo mostrado no motorshow é bastante próximo da versão definitiva, que deve aparecer na Europa apenas em 2013.

Com a nova plataforma, o Pathfinder se aproxima do conceito crossover, graças às linhas mais fluídas e dinâmicas. No mercado europeu, o novo Pathfinder terá motores de 2.5 e 3.0 litros turbodiesel, como é da preferência do consumidor do continente. Os níveis de potência ficarão entre 190 cv e 230 cv. Nos Estados Unidos, o bloco V6 é o mesmo que equipa o crossover de luxo JX35, vendido pela Infiniti, marca premium da Nissan. No modelo mais requintado, este propulsor entrega 265 cv de potência e 34,2 kgfm de torque máximo.

No Brasil, o Pathfinder deixou de ser vendida pela Nissan em 2010. O modelo estava funcionando apenas como carro de imagem da marca japonesa e amargava vendas pífias por aqui. Em 2010, foram apenas 145 unidades emplacadas do utilitário no mercado nacional. À mesma época, a Nissan também interrompeu a venda do crossover Murano e do SUV X-Trail.
 
 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

BMW K 1600 GT é eleita Moto do Ano 2011

Touring alemã é vendida no Brasil por R$ 99.500


A BMW K 1600 GT foi escolhida “International Bike Of The Year 2011”, reconhecimento máximo da premiação organizada pela revista belga Motor Wereld. O anúncio foi feito durante o Salão de Bruxelas, que acontece na Bélgica até o próximo domingo (22). O prêmio é decidido por um júri internacional composto por jornalistas especializados de 25 publicações focadas em motocicletas.

De acordo com o júri, a K 1600 GT – eleita com 41 pontos – se destaca pela combinação de conforto, performance e inovações tecnológicas. A moto é equipada com um motor de seis cilindros em linha e dispõe de recursos como freios com ABS, controle de tração, sistema de navegação e suspensão ajustável eletronicamente. O modelo alemão é a aposta da BMW para o segmento de touring e custa a partir de R$ 99.500 no Brasil.

A marca da Baviera ainda apareceu mais duas vezes entre as cinco motos mais bem avaliadas pelo júri internacional. A versão topo de linha K 1600 GTL, à venda no Brasil por R$ 108.500, aparece na quarta posição, com 18 pontos, enquanto a S 1000 RR – campeã de 2010 – empatou com a Kawasaki ZX 10R e ficou em quinto lugar, com 16 pontos. O prêmio de vice-campeã foi para a Ducati Diavel, que somou 32 pontos do júri, e a Aprilia Tuono V4 APRC levou o terceiro lugar, com 22 pontos.




Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br


Tesla Model S será lançado em julho

Marca premium de elétricos tranquiliza mercado após perder dois engenheiros do primeiro time


A Tesla anunciou que manterá o cronograma de lançamento do sedã Model S, mesmo após a saída de dois engenheiros da equipe principal de técnicos da fabricante californiana. Peter Rawlinson, vice-presidente da montadora e engenheiro chefe, e Nick Sampson, responsável pela supervisão de chassi e mecânica, deixaram o quadro de funcionários este mês.

A notícia da baixa havia provocado queda nas ações da montadora, mas a garantia de que o veículo elétrico chegará sem atrasos às ruas norte-americanas voltou a tranquilizar o mercado. O CEO Elon Musk reiterou o objetivo de entregar pelo menos 20 mil unidades do sedã elétrico premium até 2013. Desde que foi apresentado, em 2009, ainda como protótipo, o Tesla Model S já acumula mais de 6.500 pedidos de reserva de consumidores norte-americanos e europeus.

A produção do modelo começa em junho, na fábrica de Fremont, Califórnia, e as primeiras unidades serão entregues já em julho. O sedã de luxo promete autonomia de 482 km e será vendido por US$ 92.400 – valor que pode diminuir graças ao incentivo de US$ 7.500 concedido pelo governo federal nos EUA. A fabricante já planeja expandir suas operações com um modelo mais acessível, que custará US$ 57.400 e terá 257 km de autonomia.

O primeiro modelo da Tesla, batizado de Roadster, foi lançado em 2008 e era vendido por US$ 109 mil. Ao longo de quatro anos de produção, o esportivo de dois lugares emplacou 2.600 unidades nos Estados Unidos e em alguns mercados da Europa e Ásia. A fabricante californiana já demonstrou interesse em iniciar operações no mercado brasileiro a partir de 2014, quando também pretende expandir sua presença para outros países emergentes da Ásia e da América Latina.
 
 
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Fiat não atinge as metas de vendas do 500 nos EUA

O CEO da marca italiana reconhece que meta de vendas do carrinho por lá era inalcançável e agora já fala em 25 mil unidades para 2012


O CEO do grupo Fiat-Chrysler, Sergio Marchionne, admitiu publicamente que a meta de vender 50 mil unidades do compacto 500 nos Estados Unidos em 2011 era “incrivelmente ingênua”. O chefão do conglomerado italiano afirmou à imprensa norte-americana que está envergonhado pela previsão fracassada, já que o carrinho de estilo retrô conseguiu emplacar apenas 19.769 unidades no ano passado. Mas Marchionne também atenuou o desempenho negativo do modelo e afirmou que isso não mudará a intenção da Fiat em expandir suas operações nos EUA.

O 500 foi um dos grandes fracassos do mercado norte-americano em 2011. O carrinho simbolizou o retorno da Fiat ao mercado dos EUA após longos 28 anos de ausência. Graças à aquisição do grupo Chrysler, a Fiat pôde dar início à produção do compacto no México e estava confiante em sua reestreia em solo norte-americano. Mas nem o grande investimento em marketing, com direito a campanha com a cantora pop Jennifer Lopez, salvou o simpático modelo do fiasco.

A meta para este ano é bem mais modesta. A Fiat espera vender entre 25 mil e 30 mil unidades do pequeno retrô por lá. A marca italiana já não fala mais em bater as vendas do Mini Cooper. Afinal, o carrinho inglês emplacou nada menos que 45.644 unidades nos EUA em 2011. Para embalar suas vendas este ano, a Fiat já planeja introduzir no mercado norte-americano uma versão quatro portas do 500, além de uma provável variante station wagon. O esportivo 500 Abarth também contribuirá para melhorar a imagem do carrinho no país.
 


Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br

Idade média da frota em circulação nos EUA atingiu a marca recorde de 10,8 anos

 Idade média da frota norte-americana atinge recorde e pode estimular venda de carros novos


Um estudo da consultora norte-americana Polk aponta que a idade média da frota em circulação nos Estados Unidos atingiu a marca recorde de 10,8 anos em 2011. De acordo com o levantamento, a idade dos veículos leves que rodam no país aumenta constantemente desde 1995, com mais rapidez nos últimos cinco anos. No ano passado, a idade média dos automóveis atingiu 11,1 anos, em contraste com 11 anos em 2010. As picapes e utilitários também envelheceram e agora têm média de 10,4 anos, contra 10,1 anos em 2010.

A notícia, no entanto, está sendo recebida com otimismo nos EUA. A imprensa norte-americana interpreta os dados como um convite para a venda de veículos 0 km. O mercado local emplacou 12,8 milhões de unidades em 2011 – aumento de 10% sobre 2010 – e pode alcançar de 13,7 milhões a 14 milhões este ano. Os economistas prevêem que, além de fatores positivos como aumento do emprego e maior disponibilidade de crédito, a substituição de veículos mais velhos será primordial para que a marca seja alcançada.

De acordo com o estudo da Polk, os norte-americanos costumam ficar com cada carro por um período de 53 meses. Trata-se de um aumento de 18 meses em relação à medição feita em 2001. Ficar mais tempo com um mesmo veículo é ruim para as montadoras porque afasta compradores de modelos novos, mas também pode representar aquecimento em segmentos como serviços de manutenção e fabricação de peças.

Vale lembrar que a média de veículos na Europa é de apenas 8 anos. No continente, a frota mais nova está concentrada em mercados como Reino Unido e Alemanha, com carros de 5,3 e 5,7 anos, enquanto países com economia mais fragilizada, como Portugal e Grécia, possuem veículos com cerca de 10,5 anos. No Brasil, o levantamento mais recente, feito pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) em 2010, estima que a frota nacional tem idade média de 8,6 anos. A média estava acima de 9 anos em 2007.



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Venda da Proton não muda planos da Lotus

Marca inglesa mantém cronograma de lançamentos, com novo Esprit para 2013


O governo da Malásia vendeu sua cota de 42,7% da montadora Proton, que é detentora da marca inglesa Lotus desde 1996. Agora, o controle da fabricante passou à DRB-Hicom, companhia de propriedade do milionário malaio Syed Mokhtar Al-Bukhary. A venda, já esperada há algumas semanas, foi fechada por 322 milhões de euros, o equivalente a R$ 738 milhões.

A Proton, criada em 1983, foi a primeira fabricante de carros da Malásia e seu nome é uma sigla para “Empresa Nacional de Automóveis”, no idioma local. Com a privatização da fabricante, que produz modelos como o sedã Inspira e a minivan Exora, a Lotus Cars já se posicionou e garantiu que a operação não alterará o cronograma de lançamentos da marca inglesa.
O primeiro deles é uma nova geração do Esprit, superesportivo que será equipado com um motor V8 fabricado pela própria marca. A estreia está prevista para 2013 e o bólido deve ser inspirado pelo conceito apresentado em 2010 (que ilustra esta página). O cupê, com desenho do mestre Giorgetto Giugiaro, ficou famoso ao servir como um carro-submarino para o espião britânico James Bond nos cinemas em 1977 e foi fabricado pela última vez em 2004.

Além do novo Esprit, a Lotus já trabalha em uma versão de produção do conceito compacto Ethos, que promete autonomia de 500 km com conjunto híbrido, e também se concentra no desenvolvimento do cupê Elite, com estreia prevista para 2014. Atualmente, a marca também comercializa os esportivos Elise, Exige e Evora.

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Novo Honda Civic é o automóvel mais vendido no Canadá

Sedã japonês resiste às investidas do Hyundai Elantra e Chevrolet Cruze cresce 965%


Apesar das dimensões continentais, o Canadá tem apenas o 12º maior mercado automotivo do planeta, com 1.581.733 emplacamentos em 2011. Mas o ranking de vendas por lá também serve como termômetro para os Estados Unidos, já que os consumidores dos dois países compartilham preferências bastante semelhantes. As picapes grandalhonas da Ford F-Series, por exemplo, dominam a lista de veículos mais vendidos em ambos. Foram 584.917 unidades nos EUA – 30º ano consecutivo de liderança – e 96.325 vendas no Canadá – nada menos que o 46º ano consecutivo com o modelo na dianteira entre as picapes. Mas o curioso mesmo é o segmento dos automóveis.

Em setembro, no auge das críticas negativas à nova geração do Honda Civic, o sedã japonês enfrentava quedas mensais na ordem de 20% e via o rival Hyundai Elantra se aproximar cada vez mais. A quinta geração do sedã coreano havia estreado por lá em dezembro de 2010 e o nono Civic aportou em abril do ano passado. Até setembro, o médio nipônico tinha amargado baixa de 11,7% no comparativo entre os acumulados, enquanto o Elantra gozava de crescimento de 34,9% de um ano para o outro. O quadro geral apontava para o sedã coreano no topo até o final do ano, mas o Civic conseguiu segurar as pontas por lá.

O sedã nipônico se recuperou nos últimos meses do ano e terminou 2011 com queda total de apenas 4% no mercado canadense, alcançando 55.090 unidades – foram 57.501 vendas em 2010. No entanto, o Hyundai Elantra é, indiscutivelmente, um caso de sucesso no Canadá. O modelo coreano anotou 44.970 emplacamentos, com a impressionante alta de 57% em relação a 2010, quando haviam sido registradas 28.567 unidades. Com este desempenho, o Elantra superou com folga os japoneses Mazda3 e Toyota Corolla, que amargaram quedas de 22% (37.224 vendas) e 5% (36.663 unidades), respectivamente.

O Elantra está se destacando no segmento dos sedãs médios mesmo custando mais que o Civic. O sedã japonês é vendido no Canadá por iniciais C$ 14.990 – R$ 26.400 –, enquanto o Elantra parte de C$ 15.849 – R$ 28 mil. Em 2012, a disputa promete se concentrar entre os dois modelos, já que Mazda3 e Toyota Corolla parecem ser cartas fora do baralho. A surpresa pode vir do Chevrolet Cruze, que chegou às concessionárias canadenses em outubro de 2010 e havia emplacado 3.184 unidades até o fim daquele ano. Em 2011, o sedã norte-americano embalou crescimento de 965% e já soma 33.900 vendas.
 
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IBM desenvolve bateria de lítio-ar para carros elétricos

Com o novo componente, os veículos seriam capazes de rodar mais de 800 km sem ter que recarregar


A indústria pode ter dado mais um passo em direção à ampla produção – e comercialização – de veículos elétricos com o anúncio de uma das recentes criações da IBM: a bateria de lítio-ar. Esse tipo de bateria tem maior autonomia, menor peso e o preço é similar ao das autuais baterias de íons de lítio.

A recente demanda por carros movidos a eletricidade, seja como uma alternativa mais barata, seja como um meio de locomoção menos poluente, esbarrou no problema da autonomia das baterias desses veículos. A média das baterias de íons de lítio é de 160 km. Segundo a IMB, esse limite foi apontado pela maioria dos motoristas como fator principal para não comprar um automóvel elétrico.

Para mudar essa situação, a IBM iniciou, em 2009, o projeto Battery 500 para desenvolver uma bateria capaz de garantir uma autonomia de 500 milhas – de onde veio o nome do programa –, o equivalente a 804 km. Para isso, foi preciso conseguir aumentar a densidade energética das baterias, permitindo que elas possam gerar e acumular maior quantidade de energia.

Na nova bateria, o carbono substitui os óxidos de metal presentes no pólo positivo da bateria. Nessa matriz de carbono, o lítio reage com o oxigênio do ar e produz corrente elétrica. O IBM tem parceria com quatro laboratórios e com o governo dos Estados Unidos para que um protótipo seja produzido até 2013. a expectativa é que as baterias comecem a ser comercializadas até 2020.
 


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Sucessora da Dakota pode ser produzida na Argentina

A fábrica de Córdoba inaugurada em 1997 está fechada desde 2000


Depois de anunciar o fim da Dodge Dakota, a Chrysler confirmou a produção da sucessora da picape média. O novo modelo será produzido pela Ram, que agora se tornou marca, mas ainda não se sabe onde ele será fabricado. Rumores indicam que o grupo pode usar a unidade industrial da Chrysler em Córdoba, na Argentina, de onde já saíram modelos da Jeep.

A fábrica em questão começou suas atividades em 1997, dela saíram unidades do Cherokee e do Grand Cherokee, mas já em 2000 foi a linha de produção foi desativada devido à redução da demanda pelos veículos. Nessa época, a Chrysler ainda estava associada à Daimler.

É nessas instalações que pode ser produzida a substituta da picape média fabricada nos Estados Unidos desde 1987 e que teve sua produção interrompida em 2011. Ainda não se sabe como será o novo modelo, porém já é certo que ela será produzida pela Ram, que será uma marca independente que fará somente utilitários, comerciais leves e picapes.

A nova picape média do grupo terá estrutura monocoque para diminuir os custos, já que dispensa a inclusão de subchassis; além de um tamanho um pouco menor que o da antecessora e, talvez, um novo motor diesel que seria desenvolvido pela Fiat.

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Škoda Octavia Green E Line

 A marca tcheca promete 150 km de autonomia para a versão elétrica de sua perua


A Škoda, subsidiária tcheca do grupo Volkswagen, deu início aos testes de rodagem da station Octavia Green E Line. A variante elétrica da perua é equipada com motor de 114 cv de potência, que anuncia velocidade máxima de 135 km/h e cumpre o zero a 100 km/h em 12 segundos. A Škoda produziu uma frota de dez unidades do modelo, que serão acompanhadas por sua equipe técnica e irão contribuir com o desenvolvimento de uma versão para fabricação em série.

O Octavia Green E Line é equipada com um pack de baterias de íons de lítio com peso total de 315 kg. A Škoda afirma que o conjunto mecânico oferece autonomia de 150 km, graças ao auxílio de freios regenerativos, que recuperam energia das frenagens. O tempo de recarga é de oito horas em uma tomada de 220 V, mas a carga pode ser completamente restabelecida em apenas duas horas com uma tomada trifásica de 400 V.

Caso se torne um veículo de produção em massa, a versão Green E Line deve aparecer apenas na próxima geração do Octavia. O modelo, disponível nas versões sedã e perua, é construído com base na mesma plataforma do Volkswagen Golf e deve ser totalmente modificado em 2013. No ano passado, o Octavia foi o veículo mais vendido da República Tcheca pelo terceiro ano consecutivo, com 23.661 unidades emplacadas.




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Chevrolet oferece desconto para taxistas na compra do Cobalt

Marca oferece condições especiais para taxistas que querem trabalhar a bordo do Cobalt


O Cobalt promete se tornar um novo hit de vendas da Chevrolet no Brasil. Na primeira quinzena de janeiro, o sedã desenvolvido no Brasil para ser um modelo global emplacou 2.762 unidades – mais do que o volume anotado durante todo o mês de dezembro, quando o carro embalou 2.156 vendas. A marca da gravata dourada está mesmo disposta a ampliar a participação de seu novo três volumes no mercado nacional e preparou uma versão para taxistas, com preço especial. O lançamento desta versão foi feito no Feirão do Táxi de São Paulo, em novembro passado, quando foram vendidas 250 unidades em apenas um dia.

A marca ressalta principalmente o espaço do porta-malas, com capacidade para 563 litros. De acordo com a Chevrolet, é o suficiente para receber o kit de Gás Natural Veicular, bastante popular entre os taxistas, sem prejudicar o espaço para bagagens. A versão topo de linha LTZ, com itens como ar-condicionado, airbags, direção hidráulica e freios com ABS, sai por R$ 31.494 – valor que inclui a isenção de ICMS e IPI, benefícios disponíveis para veículos que serão utilizados como táxis. O preço convencional desta mesma versão é R$ 45.980.

A isenção de ICMS é um benefício concedido pelo governo estadual para taxistas com mais de um ano de atividade, enquanto a dispensa do IPI, conferida pelo governo federal, é aplicável aos profissionais autônomos que contribuem com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Os taxistas precisam obter a Carta de Isenção do IPI junto à Receita Federal, e recebem um documento com validade de 180 dias para adquirir um veículo. Além disso, as montadoras costumam oferecer um desconto que varia de 11% a 18% para a categoria.


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