
Do lançamento, em 2005, até o ano
passado, o Toyota SW4 já vendeu mais de meio milhão de unidades em todo o mundo.
Só no Brasil, foram 8.196 emplacamentos em 2011. Depois de um facelift em 2008,
a marca japonesa aplicou novas atualizações no utilitário esportivo e na picape
Hilux. O objetivo é fazer com que o utilitário seja uma proposta atraente tanto
na Argentina, onde é produzido na fábrica de Zárate, como em outros mercados,
demonstrando uma aptidão global que caracteriza o portfólio da Toyota ao redor
do planeta.
As mudanças estéticas são discretas, mas necessárias para manter o modelo competitivo em um segmento que atrai cada vez mais novos competidores. O capô agora tem vincos que se estendem até a grade, que assume um formato trapezoidal. A saída de ar sobre o capô foi alocada para o centro e os para-choques também ganharam retoques. As laterais agora são invadidas pelos faróis e também ostentam novas rodas, com cinco raios duplos de alumínio, e receberam novos estribos – estreitos demais para justificar a aptidão off-road do utilitário. Os para-choques mais envolventes na traseira e o novo conjunto ótico, com faróis de xenônio e lanternas de led, contribuem para aumentar o apelo do SW4, que é vendida no Brasil apenas na versão SRV.
As mudanças estéticas são discretas, mas necessárias para manter o modelo competitivo em um segmento que atrai cada vez mais novos competidores. O capô agora tem vincos que se estendem até a grade, que assume um formato trapezoidal. A saída de ar sobre o capô foi alocada para o centro e os para-choques também ganharam retoques. As laterais agora são invadidas pelos faróis e também ostentam novas rodas, com cinco raios duplos de alumínio, e receberam novos estribos – estreitos demais para justificar a aptidão off-road do utilitário. Os para-choques mais envolventes na traseira e o novo conjunto ótico, com faróis de xenônio e lanternas de led, contribuem para aumentar o apelo do SW4, que é vendida no Brasil apenas na versão SRV.

De forma geral, o aspecto robusto
do SW4 impõe respeito e é respaldado pelas mudanças operadas pela Toyota, por
menores que tenham sido. Mas o mais importante é que o motor diesel de 3.0
litros e 163 cv de potência, com injeção direta do tipo Common Rail e turbo,
embala com vigor o utilitário. O imponente conjunto mecânico, acoplado a uma
transmissão automática de quatro marchas, dá a impressão de que o SW4 consegue
arrastar qualquer carga e superar qualquer dificuldade que surja pelo caminho. A
tração integral e o torque máximo de 35,0 kgfm também reforçam a energia do
modelo japonês, que também teve os escapes redesenhados, para proporcionar
economia de combustível e garantir o menor nível possível de emissão de gases
poluentes.
Apesar de ter sido projetado para agradar aos adeptos de trilhas sinuosas e caminhos repletos de barro e lama, o SW4 não chega a se sentir deslocada em circuito urbano. É verdade que as rodas de liga leve de 17 polegadas não deixam os ocupantes se esquecerem da real natureza do modelo. Em pisos com condições irregulares de rodagem, as rodas e a suspensão têm seu conforto comprometido, e buracos ou incorreções na pista se convertem em suplício para os passageiros. Em rodovias com asfalto bem conservado, no entanto, é prazeroso viajar a velocidades de cruzeiro. A força do motor, porém, adverte para o perigoso de se empolgar demais e chegar próximo à velocidade máxima de 180 km/h. Apesar de ser um veículo criado para desfilar sua potência, o SW4 também requer cuidado do condutor.
Apesar de ter sido projetado para agradar aos adeptos de trilhas sinuosas e caminhos repletos de barro e lama, o SW4 não chega a se sentir deslocada em circuito urbano. É verdade que as rodas de liga leve de 17 polegadas não deixam os ocupantes se esquecerem da real natureza do modelo. Em pisos com condições irregulares de rodagem, as rodas e a suspensão têm seu conforto comprometido, e buracos ou incorreções na pista se convertem em suplício para os passageiros. Em rodovias com asfalto bem conservado, no entanto, é prazeroso viajar a velocidades de cruzeiro. A força do motor, porém, adverte para o perigoso de se empolgar demais e chegar próximo à velocidade máxima de 180 km/h. Apesar de ser um veículo criado para desfilar sua potência, o SW4 também requer cuidado do condutor.

Pensando nos corredores mais
entusiasmados, a Toyota caprichou nos recursos de segurança, com airbags
frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e de tração e freios
ABS com EBD e BAS. Estes instrumentos ajudam a manter a trajetória indicada pelo
volante e são fundamentais quando o motorista desafia os limites de aderência do
solo. O sistema de freios, com discos na frente e de tambor atrás, repete o
presente na picape Hilux, e contribui para que qualquer aventura a bordo do SW4
transcorra sem sustos. Com centro de gravidade alto e praticamente duas
toneladas de peso, o utilitário esportivo consegue reagir bem a movimentos
bruscos e situações inesperadas.

A fabricante nipônica também não
se descuidou do conforto. Seja nas versões de cinco ou de sete lugares, o SW4
procura receber seus ocupantes com espaço farto e também ajuda a facilitar a
vida a bordo, com incontáveis porta-objetos espalhados pelo habitáculo. A cabine
tem um acabamento bem caprichado e o revestimento em couro, de série na versão
SRV, aumenta o nível de requinte do interior. O painel de instrumentos traz
poucas novidades no modelo 2012, mas os contornos cromados adicionais ajudam a
ressaltar a tela sensível ao toque que reúne diversas funções do veículo. A
conectividade também não é problema, com sistema de áudio bastante completo, com
Bluetooth e entrada para iPod e iPhone.

O interior agradável reflete no
prazer ao dirigir. A posição de condução é alta e o banco do motorista e a
coluna de direção ajustável em altura fazem com que o condutor consiga ajustar
com facilidade para o nível mais agradável. A falta do ajuste de alcance do
volante, contudo, impede que a posição seja totalmente perfeita. A visibilidade
é satisfatória e o SW4 trabalha em todos os sentidos para transformar a viagem
na experiência mais tranquila possível. Apenas com sete passageiros é que o
conforto fica um tanto penalizado, por causa da redução na capacidade do
porta-malas. Ainda assim, é um parceiro muito bem-vindo para as mais diversas
situações: seja para levar as bicicletas para um passeio com a família ou para
encarar trilhas selvagens cheias de desafios, o SW4 roda em prol de agradar a
todo mundo.

Ficha técnica
Toyota SW4 SRV
Motor: A diesel, dianteiro, longitudinal, 2.982 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e turbocompressor de geometria variável. Acelerador eletrônico e injeção direta do tipo Common Rail.
Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração integral.
Potência máxima: 163 cv a 3.400 rpm.
Torque máximo: 35,0 kgfm entre 1.400 e 3.200 rpm.
Diâmetro e curso: 96 mm X 103 mm. Taxa de compressão: 17,9:1.
Suspensão: Dianteira independente, com braços duplos triangulares, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira do tipo four link com molas helicoidais.
Pneus: 265/65 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Utilitário esportivo em chassi sobre longarina, quatro portas com cinco ou sete lugares. Com 4,70 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,85 m de altura e 2,75 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina.
Peso: 1.995 kg.
Capacidade do porta-malas: 575 litros.
Tanque de combustível: 80 litros.
Produção: Zárate, Argentina.
Lançamento no Brasil: 2005.
Itens de série versão SRV: Ar-condicionado digital, banco do motorista com regulagem de altura, coluna de direção ajustável em altura, computador de bordo, cruise control, revestimento de couro, rádio/CD/MP3/USB/AUX com tela sensível ao toque de 6,1 polegadas, câmara de ré, relógio digital, trio elétrico, acabamento em padrão madeira, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e de tração, ABS com EBD e BAS e faróis de neblina.
Preço: R$ 170.400 (R$ 174.900 com 7 lugares).
Toyota SW4 SRV
Motor: A diesel, dianteiro, longitudinal, 2.982 cm³, com quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e turbocompressor de geometria variável. Acelerador eletrônico e injeção direta do tipo Common Rail.
Transmissão: Câmbio automático de quatro marchas à frente e uma a ré. Tração integral.
Potência máxima: 163 cv a 3.400 rpm.
Torque máximo: 35,0 kgfm entre 1.400 e 3.200 rpm.
Diâmetro e curso: 96 mm X 103 mm. Taxa de compressão: 17,9:1.
Suspensão: Dianteira independente, com braços duplos triangulares, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira do tipo four link com molas helicoidais.
Pneus: 265/65 R17.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás. Oferece ABS com EBD.
Carroceria: Utilitário esportivo em chassi sobre longarina, quatro portas com cinco ou sete lugares. Com 4,70 metros de comprimento, 1,84 m de largura, 1,85 m de altura e 2,75 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina.
Peso: 1.995 kg.
Capacidade do porta-malas: 575 litros.
Tanque de combustível: 80 litros.
Produção: Zárate, Argentina.
Lançamento no Brasil: 2005.
Itens de série versão SRV: Ar-condicionado digital, banco do motorista com regulagem de altura, coluna de direção ajustável em altura, computador de bordo, cruise control, revestimento de couro, rádio/CD/MP3/USB/AUX com tela sensível ao toque de 6,1 polegadas, câmara de ré, relógio digital, trio elétrico, acabamento em padrão madeira, rodas de liga leve de 17 polegadas, airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade e de tração, ABS com EBD e BAS e faróis de neblina.
Preço: R$ 170.400 (R$ 174.900 com 7 lugares).

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