Um
estudo da consultora norte-americana Polk aponta que a idade média da frota em
circulação nos Estados Unidos atingiu a marca recorde de 10,8 anos em 2011. De
acordo com o levantamento, a idade dos veículos leves que rodam no país aumenta
constantemente desde 1995, com mais rapidez nos últimos cinco anos. No ano
passado, a idade média dos automóveis atingiu 11,1 anos, em contraste com 11
anos em 2010. As picapes e utilitários também envelheceram e agora têm média de
10,4 anos, contra 10,1 anos em 2010.
A notícia, no entanto, está sendo recebida com otimismo nos EUA. A imprensa norte-americana interpreta os dados como um convite para a venda de veículos 0 km. O mercado local emplacou 12,8 milhões de unidades em 2011 – aumento de 10% sobre 2010 – e pode alcançar de 13,7 milhões a 14 milhões este ano. Os economistas prevêem que, além de fatores positivos como aumento do emprego e maior disponibilidade de crédito, a substituição de veículos mais velhos será primordial para que a marca seja alcançada.
De acordo com o estudo da Polk, os norte-americanos costumam ficar com cada carro por um período de 53 meses. Trata-se de um aumento de 18 meses em relação à medição feita em 2001. Ficar mais tempo com um mesmo veículo é ruim para as montadoras porque afasta compradores de modelos novos, mas também pode representar aquecimento em segmentos como serviços de manutenção e fabricação de peças.
Vale lembrar que a média de veículos na Europa é de apenas 8 anos. No continente, a frota mais nova está concentrada em mercados como Reino Unido e Alemanha, com carros de 5,3 e 5,7 anos, enquanto países com economia mais fragilizada, como Portugal e Grécia, possuem veículos com cerca de 10,5 anos. No Brasil, o levantamento mais recente, feito pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) em 2010, estima que a frota nacional tem idade média de 8,6 anos. A média estava acima de 9 anos em 2007.
A notícia, no entanto, está sendo recebida com otimismo nos EUA. A imprensa norte-americana interpreta os dados como um convite para a venda de veículos 0 km. O mercado local emplacou 12,8 milhões de unidades em 2011 – aumento de 10% sobre 2010 – e pode alcançar de 13,7 milhões a 14 milhões este ano. Os economistas prevêem que, além de fatores positivos como aumento do emprego e maior disponibilidade de crédito, a substituição de veículos mais velhos será primordial para que a marca seja alcançada.
De acordo com o estudo da Polk, os norte-americanos costumam ficar com cada carro por um período de 53 meses. Trata-se de um aumento de 18 meses em relação à medição feita em 2001. Ficar mais tempo com um mesmo veículo é ruim para as montadoras porque afasta compradores de modelos novos, mas também pode representar aquecimento em segmentos como serviços de manutenção e fabricação de peças.
Vale lembrar que a média de veículos na Europa é de apenas 8 anos. No continente, a frota mais nova está concentrada em mercados como Reino Unido e Alemanha, com carros de 5,3 e 5,7 anos, enquanto países com economia mais fragilizada, como Portugal e Grécia, possuem veículos com cerca de 10,5 anos. No Brasil, o levantamento mais recente, feito pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) em 2010, estima que a frota nacional tem idade média de 8,6 anos. A média estava acima de 9 anos em 2007.
Fonte
disponível no(a): MotorDream.uol.com.br
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