Híbridos e elétricos de autonomia estendida devem vender mais do que os
puramente elétricos.

Ainda
falta muito para que a eletricidade substitua os motores a combustão interna, é
o que revelou uma pesquisa da consultoria internacional KPMG. Quase 66% dos
entrevistados acreditam que os veículos elétricos representarão apenas 15% dos
carros vendidos 2025. Os dados foram levantados pela Global Automotive Executive
Survey, pesquisa realizada com 200 executivos da indústria automotiva de
diferentes países.
De acordo com a consultoria, comparado com os anos anteriores, os resultados da pesquisa de 2012 mostrou que os mesmo os especialistas não sabem ao certo para onde a indústria está indo. A única certeza é o uso da eletricidade como força motriz. A data e o modo que esses veículos vão ser uma realidade dependeria, segundo Mathieu Meyer, diretor da KPMG, dependem de uma série de fatores complexos e interligados.
Uma forte competição se formará ao redor da fabricação dos componentes elétricos, como os motores, células e pacotes de bateria. De um lado, as “original equipment manufacturers” (OEM) – nesse caso, os produtos originais da fabricante são vendidos para revendedores, que só então vão repassá-los ao consumidor final – e do outro, os fornecedores. Dos entrevistados, 54% afirmaram que os fornecedores de componentes elétricos terão maior importância até 2025, mas, para 40% dos executivos, são as OEM que prevalecerão nessa área. E a expectativa atual é de que as OEMs dominem a maior parte da cadeia de valor.
A pesquisa mostrou que, mesmo 76% dos entrevistados terem dito que a eficiência do consumo é o fator mais importante na hora de o consumidor decidir, na previsão da KPMG, os elétricos não representarão mais do que 15% dos carros emplacados no mundo todo em 2025.
Essa porcentagem varia de acordo com o país. Os mais otimistas foram os executivos japoneses, quase metade deles prevê que as vendas de carros elétricos vão ganhar 25% de participação no mercado doméstico em 2026, com um total de 1,4 milhão de unidades.
A expectativa da indústria é de que os híbridos – plug-in ou não – devem ficar à frente dos elétricos nos próximos 13 anos. Os 100% elétricos também devem ficar atrás dos modelos elétricos de autonomia estendida – como o Chevrolet Volt e o Audi A1 E-Tron.
Os representantes dos BRICs acreditam que veículos movidos a células combustível vão atrair mais o consumidor do que os totalmente elétricos; à exceção da China, onde o esperado é que os elétricos ganhem a disputa.
De acordo com a consultoria, comparado com os anos anteriores, os resultados da pesquisa de 2012 mostrou que os mesmo os especialistas não sabem ao certo para onde a indústria está indo. A única certeza é o uso da eletricidade como força motriz. A data e o modo que esses veículos vão ser uma realidade dependeria, segundo Mathieu Meyer, diretor da KPMG, dependem de uma série de fatores complexos e interligados.
Uma forte competição se formará ao redor da fabricação dos componentes elétricos, como os motores, células e pacotes de bateria. De um lado, as “original equipment manufacturers” (OEM) – nesse caso, os produtos originais da fabricante são vendidos para revendedores, que só então vão repassá-los ao consumidor final – e do outro, os fornecedores. Dos entrevistados, 54% afirmaram que os fornecedores de componentes elétricos terão maior importância até 2025, mas, para 40% dos executivos, são as OEM que prevalecerão nessa área. E a expectativa atual é de que as OEMs dominem a maior parte da cadeia de valor.
A pesquisa mostrou que, mesmo 76% dos entrevistados terem dito que a eficiência do consumo é o fator mais importante na hora de o consumidor decidir, na previsão da KPMG, os elétricos não representarão mais do que 15% dos carros emplacados no mundo todo em 2025.
Essa porcentagem varia de acordo com o país. Os mais otimistas foram os executivos japoneses, quase metade deles prevê que as vendas de carros elétricos vão ganhar 25% de participação no mercado doméstico em 2026, com um total de 1,4 milhão de unidades.
A expectativa da indústria é de que os híbridos – plug-in ou não – devem ficar à frente dos elétricos nos próximos 13 anos. Os 100% elétricos também devem ficar atrás dos modelos elétricos de autonomia estendida – como o Chevrolet Volt e o Audi A1 E-Tron.
Os representantes dos BRICs acreditam que veículos movidos a células combustível vão atrair mais o consumidor do que os totalmente elétricos; à exceção da China, onde o esperado é que os elétricos ganhem a disputa.
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