
Este ano será um ano de “clássico
renovado” entre as picapes médias no Brasil. Depois uma década e meia de vida,
dois dos modelos mais emblemáticos do setor finalmente vão receber novas
gerações. Tanto Ford Ranger quanto Chevrolet S10 chegam completamente renovadas
ainda no primeiro trimestre de 2012 e esquentam a briga em um setor que carece
de novidades. Ambas as rivais são projetos globais, que adotam soluções
mecânicas e estéticas usadas em todo o mundo. E a expectativa é alta. A marca do
oval azul declara que o seu modelo está bem à frente dos seus principais
concorrentes, enquanto a marca da gravata dourada deposita a esperança nos cinco
anos de desenvolvimento e nos US$ 2 bilhões investidos.
De comum, apenas o fato de que as duas vão manter seus nomes no Brasil. A Ranger também será chamada assim onde for comercializada, enquanto que a S10 brasileira é Colorado no resto do mundo. A produção também se dá em países diferentes. A Ford vai montar a picape em General Pacheco, na Argentina, de onde chegará ao Brasil isenta de impostos de importação. Já a Chevrolet optou por manter a fabricação em São José dos Campos, no interior de São Paulo.
De comum, apenas o fato de que as duas vão manter seus nomes no Brasil. A Ranger também será chamada assim onde for comercializada, enquanto que a S10 brasileira é Colorado no resto do mundo. A produção também se dá em países diferentes. A Ford vai montar a picape em General Pacheco, na Argentina, de onde chegará ao Brasil isenta de impostos de importação. Já a Chevrolet optou por manter a fabricação em São José dos Campos, no interior de São Paulo.

Começando pelo design, as duas
estão completamente diferentes das atuais. Na S10, a frente ficou mais inclinada
e marcante. A grade bipartida com a gravatinha dourada da marca está lá e faz um
bonito conjunto com o grande porte da picape. O para-choque mantém o visual
“sério” do resto do veículo, com a parte central preta. Nas versões topo de
linha, o contorno dos faróis de neblina e da grade serão cromados. Na lateral, a
S10 tem uma divisória diagonal entre cabine e caçamba e também traz detalhes
cromados nas configurações mais caras. A traseira não traz muitas surpresas, com
um visual bem chapado e lanternas verticais. Uma diferença importante da picape
da Chevrolet para o Brasil está no interior. O modelo nacional deve trocar a
parte central do painel, no formato circular, por uma parecida com a que está no
Cruze e no Cobalt.
No caso da Ranger, a opção foi por um desenho bem mais agressivo. A nova Ranger tem “cara de má”. Os para-choques e capô são cheios de ressaltos e os faróis juntos da generosa grade com três filetes cromados dão um aspecto robusto para o utilitário. Na lateral, as variantes topo serão lotadas de cromado. Desde as maçanetas e retrovisores, até os estribos e detalhes na carroceria. Até o santantônio da caçamba é brilhante. Na parte posterior, mais cromado e lanternas que escapam para as laterais. Por dentro, visual sóbrio para o modelo da Ford, mas com instrumentos que valorizam o console central.
No caso da Ranger, a opção foi por um desenho bem mais agressivo. A nova Ranger tem “cara de má”. Os para-choques e capô são cheios de ressaltos e os faróis juntos da generosa grade com três filetes cromados dão um aspecto robusto para o utilitário. Na lateral, as variantes topo serão lotadas de cromado. Desde as maçanetas e retrovisores, até os estribos e detalhes na carroceria. Até o santantônio da caçamba é brilhante. Na parte posterior, mais cromado e lanternas que escapam para as laterais. Por dentro, visual sóbrio para o modelo da Ford, mas com instrumentos que valorizam o console central.

Na
parte mecânica, a argentina Ranger traz novidades. Os motores serão totalmente
novos. Ela será produzida apenas com propulsores a diesel, de 2.2 e 3.2 litros
de quatro e cinco cilindros respectivamente – e 150 cv e 200 cv. No resto do
mundo, ambos podem ser acoplados a um novo câmbio manual de seis marchas ou a um
automático também com seis velocidades. Ainda é possível que ela receba o 2.3
litros a gasolina que já equipa o modelo por aqui. Para a S10, as novidades são
menores – ou quase nulas. A picape da Chevrolet vai manter os atuais propulsores
que estão na linha, apenas com possíveis melhorias. Serão eles o 2.4 flex e o
2.8 turbodiesel que gera 180 cv e 47 kgfm de torque.
Portanto, as principais credenciais para as veteranas serem renovadas já estão definidas. Basta Ford e Chevrolet posicionarem os modelos no mercado e cumprirem a alta expectativa depositada nelas. Em termos de mercado nacional, a S10 tenta manter a liderança frente ao crescimento da Toyota Hilux, enquanto a Ranger busca subir da quarta posição que ocupa atualmente.
Portanto, as principais credenciais para as veteranas serem renovadas já estão definidas. Basta Ford e Chevrolet posicionarem os modelos no mercado e cumprirem a alta expectativa depositada nelas. Em termos de mercado nacional, a S10 tenta manter a liderança frente ao crescimento da Toyota Hilux, enquanto a Ranger busca subir da quarta posição que ocupa atualmente.

Fonte
disponível no(a): MotorDream.uol.com.br
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