
Em
2011, as vendas de automóveis caíram pelo quarto ano consecutivo na Europa. O
ano passado terminou com 13,6 milhões de emplacamentos, face a 13,8 milhões de
2010, 14,5 milhões de 2009, 14,7 milhões de 2008 e 16 milhões de 2007. A queda
de 1,4% em relação ao volume comercializado em 2010 mostra que o mercado
automotivo do continente ainda não conseguiu se recuperar da crise mundial de
2008. Além disso, o saldo negativo reflete uma economia fragilizada e com
índices crescentes de desemprego e desconfiança por parte dos
consumidores.
O desemprego atingiu sua taxa mais elevada desde a introdução do euro na Comunidade Europeia, em 1999. E a índice de confiança do consumidor alcançou o patamar mais baixo desde agosto de 2009. Com isso, especialistas do setor automotivo já apontam uma queda de 5% em 2012, fechando em 12,1 milhões de carros. No ano passado, a italiana Fiat e as francesas Peugeot, Citroën e Renault foram as mais prejudicadas pelo desaquecimento econômico do continente. A fabricante italiana teve queda de 12%, enquanto PSA e Renault anotaram declínio de 9% e 8%, respectivamente.
O balanço divulgado nesta terça (17) pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) também aponta queda de 2% nas vendas das principais marcas da General Motors no continente, Opel e Vauxhall. O relatório também veio acompanhado de previsões bastante pessimistas para 2012 por parte das marcas mais afetadas. A Fiat pode atingir este ano o menor volume de vendas na Europa desde 1985, com menos de 1,7 milhão de emplacamentos. Diante do cenário frágil, a fabricante deve acelerar as negociações sobre um possível joint venture com a PSA Peugeot Citroën, segundo maior conglomerado automobilístico do continente.
A maior montadora da Europa, aliás, parece ter escapado ilesa da crise que toma conta do continente. As vendas do grupo Volkswagen tiveram alta de 8% por lá, enquanto outras fabricantes alemãs também entregaram bons resultados. A BMW, incluindo as vendas das inglesas Mini e Rolls-Royce, também cresceu 8%, e a Mercedes-Benz conseguiu ficar no azul, com alta de 0,4%. Estes números refletem a posição de destaque alcançada pela Alemanha na economia europeia: de cada quatro carros vendidos no continente em 2011, um foi para o país germânico, que embalou crescimento de 9%. Reino Unido, França, Itália, Espanha e Portugal amargaram quedas de 4%, 2,1%, 10,9% e 17,7% e 31,3%, respectivamente.
O desemprego atingiu sua taxa mais elevada desde a introdução do euro na Comunidade Europeia, em 1999. E a índice de confiança do consumidor alcançou o patamar mais baixo desde agosto de 2009. Com isso, especialistas do setor automotivo já apontam uma queda de 5% em 2012, fechando em 12,1 milhões de carros. No ano passado, a italiana Fiat e as francesas Peugeot, Citroën e Renault foram as mais prejudicadas pelo desaquecimento econômico do continente. A fabricante italiana teve queda de 12%, enquanto PSA e Renault anotaram declínio de 9% e 8%, respectivamente.
O balanço divulgado nesta terça (17) pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) também aponta queda de 2% nas vendas das principais marcas da General Motors no continente, Opel e Vauxhall. O relatório também veio acompanhado de previsões bastante pessimistas para 2012 por parte das marcas mais afetadas. A Fiat pode atingir este ano o menor volume de vendas na Europa desde 1985, com menos de 1,7 milhão de emplacamentos. Diante do cenário frágil, a fabricante deve acelerar as negociações sobre um possível joint venture com a PSA Peugeot Citroën, segundo maior conglomerado automobilístico do continente.
A maior montadora da Europa, aliás, parece ter escapado ilesa da crise que toma conta do continente. As vendas do grupo Volkswagen tiveram alta de 8% por lá, enquanto outras fabricantes alemãs também entregaram bons resultados. A BMW, incluindo as vendas das inglesas Mini e Rolls-Royce, também cresceu 8%, e a Mercedes-Benz conseguiu ficar no azul, com alta de 0,4%. Estes números refletem a posição de destaque alcançada pela Alemanha na economia europeia: de cada quatro carros vendidos no continente em 2011, um foi para o país germânico, que embalou crescimento de 9%. Reino Unido, França, Itália, Espanha e Portugal amargaram quedas de 4%, 2,1%, 10,9% e 17,7% e 31,3%, respectivamente.
Fonte disponível no(a): MotorDream.uol.com.br
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