Esta reivindicação surge por causa de uma série de fatores presentes no dia-a-dia do transporte, como a existência de irregularidades e desnivelamentos na entrada e saída do local de pesagem, a diminuição da precisão das balanças ao longo do tempo, a variação do peso dos veículos à medida que o tanque de combustível é utilizado e a influência da pressão atmosférica, da temperatura e da umidade do vento.
“Por conta de tudo isso, a distribuição da carga de maneira uniforme por todo o veículo é impraticável”, fala o diretor da área técnica da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), Neuto Gonçalves dos Reis. A entidade aguarda a definição de um novo grupo de trabalho para a discussão do assunto em conjunto com o Contran (Conselho Nacional de Trânsito).
Fonte: brasilcaminhoneiro.com.br
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